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24
abr 2017

Edimburgo | Escócia

edimburgo dicas escócia coisas que amamos Mais uma país na minha lista de países visitados… Eeeee! A Escócia foi um dos lugares que mais queríamos conhecer. Foram dias e dias planejando, pensando no roteiro, no que iríamos fazer, os lugares que queríamos visitar… Edimburgo foi nossa primeira parada e não poderia ter deixado melhor impressão.

A cidade é uma gracinha, cheia de atrações fofas, bons restaurantes, muitas lojas e aquele turismo alcóolico que a gente ama (mesmo grávida, adorei!). Uma bela mistura de cidade grande com pequena cidade do interior da Europa. Amo isso!

A cidade

Edimburgo é a capital da Escócia, no Reino Unido, com poderes próprios, situada na margem sul do estuário do rio Forth (Firth of Forth). É a capital escocesa desde 1492, sendo sede do parlamento escocês desde 1999. Segundo o census do ano 2011, a cidade conta com 495 360 habitantes, sendo a segunda cidade mais populosa da Escócia, depois de Glasgow, e a sétima mais populosa cidade do Reino Unido.

Edimburgo é também uma das 32 Áreas de Conselho da Escócia, subdivisão administrativa similar aos estados brasileiros, desde 1996 quando este tipo de subdivisão foi atribuída para substituir os distritos e regiões que existiam desde 1975.

A cidade é dominada pelo Castelo de Edimburgo construído sobre uma rocha de origem vulcânica. Após a unificação do parlamento da Escócia com o da Inglaterra, Edimburgo perdeu sua importância política mas permaneceu um importante centro econômico e cultural. A cidade é mundialmente conhecida pelo Festival de Edimburgo que acontece durante três semanas no mês de agosto. A cidade ainda possui uma das mais prestigiadas universidades da Europa e do mundo, a Universidade de Edimburgo, pioneira na informática e gerenciamentos. Fonte: Wikipedia.edimburgo dicas escócia coisas que amamos

Como chegar

Chegar em Edimburgo é bem fácil, afinal, a cidade é a capital da Escócia então o que não faltam são boas opções de transporte para ir e vir. Infelizmente não há vôos diretos do Brasil para lá, mas você pode pegar vôos de companhias como Alitália, KLM, Ibéria, Air France… As lowcost também voam pra lá.

A cidade também tem uma malha ferroviária incrível e de trem você chega lá super rápido saindo de diversas cidades da Inglaterra, Paris e do interior da Escócia também. A RailEurope e a virgin trains são algumas das empresas de trem que levam até Edimburgo.

Se estiver de carro, como nós estávamos não se preocupe. As estradas para chegar até Edimburgo são ótimas e super bem sinalizadas. Como contei, alugamos um carro na RentCars com GPS e fomos dirigindo. Bem tranquilo. Quem quiser saber mais sobre como é dirigir na Inglaterra (na mão inglesa), clique aqui.

Como se locomover por lá

Ande, ande, ande e ande. A cidade é ótima para ser explorada a pé. São muitas ruelas, prédios históricos, bares e pubs, lojinhas, monumentos… muita coisa a ser descoberta. Portanto, se você foi de carro, estacione em algum lugar e caminhe.

Se precisar pegar algum tipo de transporte, peça um táxi/uber. Eles não são baratos mas funcionam bem por lá. O transporte público também é ótimo, mas é um pouco mais restrito e não são todos os meios que chegam na parte alta da cidade, por exemplo.

Onde ficar

Como vocês já estão carecas de saber, sou uma louca por localização quando o assunto é hospedagem em cidades em que você pode/consegue turistar a pé. Sempre achei que andando você conhece a cidade muito melhor, então, sou muito a favor de ficar hospedada em um local de fácil acesso e pertinho de tudo. Dessa vez não foi diferente.

edimburgo dicas escócia coisas que amamos edimburgo dicas escócia coisas que amamos Escolhemos ficar no The Scotsman Hotel, que fica hiper bem localizado, pertinho de tudo. O hotel tem uma história muito bacana, ele já foi a sede do jornal The Scotsman, um dos mais famosos da Escócia. Hoje é um hotel de 4 estrelas, confortável e luxuoso, com vista para o Castelo de Edimburgo e sobre a Estação de Waverley (ou seja, se você chegar de trem, mal vai precisar andar para chegar até o hotel!). Gostei muito do hotel. Achei o quarto e o banheiro bem amplos, o atendimento foi ótimo em toda a nossa estada e o café da manhã, um dos melhores que tivemos na viagem.

edimburgo dicas escócia coisas que amamos edimburgo dicas escócia coisas que amamos Fotos dos hotéis: Booking.com

O que eu percebi foi que ficar hospedado perto da High Street/Royal Mile é uma ótima pedida exatamente porque ali você está pertinho de tudo. Minha outras opções eram o Radisson Blu, que infelizmente estava lotado quando eu fiz minhas reservas e o Hilton Edimburgh Carlton. Todos ficam bem próximos uns dos outros.

Uma opção mais em conta que também fica super bem localizada é o Ibis Centre Royal Mile. Fica a dica para quem vai passar pouco tempo ou quer gastar menos na hora de se hospedar.

O que fazer/Quanto tempo ficar

Acho que passar 2 dias inteiros são suficientes para você curtir a cidade, conhecer os principais pontos turísticos e passear, principalmente, pela parte antiga de lá. Foi exatamente o tempo que eu fiquei e não senti necessidade de prolongar esse período.

  • Castelo de Edimburgo: É um dos principais pontos da cidade, se não for o principal. Ele fica no alto da High Street, que é também o alto de um morro. Um ponto estratégico para um castelo/fortaleza. Lá dentro você encontra outras grandes atrações como o Palácio Real e o Scottish National Memorial. A entrada custa £16.50 para adultos e pode ser comprada lá mesmo, na hora. Minha única dica aqui é: não deixe para ir no castelo na última hora. Tentei 3x entrar e não consegui por conta do horário e do mal tempo. O vento e a chuva fizeram com que o castelo fosse fechado 12h do dia que eu ia visitá-lo.

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  • Leith: a região portuária de Edimburgo que de decadente passou a “cool”. Ela fica fora dao babafá turistico então vale para quem quer fugir um pouco, conhecer uma nova área e ver uma Edimburgo diferente. É por lá que fica também o Royal Yatch Britannia, barco da família real por muitos anos e que hoje, ancorado, funciona como museu.
  • Scotch Whisky Experience: Uma das coisas que eu mais gostei de fazer em Edimburgo mesmo sem poder beber. É uma mistura de brinquedo da Disney com visita a destilaria. Muito interessante. Fiz o tour mais básico, que é o Silver (custa £14.50 por pessoa) e achei que atendeu bastante as minhas necessidades de apenas saber um pouco mais sobre whisky. O tour contempla um passeio de barril de whisky (sim, isso mesmo!) + uma aulinha sobre a produção de whisky escocês + degustação (com copinho de brinde). Nesse passeio você conhece também a maior coleção de whiskies do mundo, que por acaso pertence a um brasileiro. Muito legal!

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  • Royal Mile: A Royal Mile é a rua mais famosa da cidade. Começa no Castelo de Edimburgo e vai passando por diversos pontos turísticos famosos.  Para quem está de apenas de passagem, a Royal Mile é o lugar mais recomendado para conhecer, pois é o coração da cidade e passeando por ali você se dá conta de que está mesmo em Edimburgo. Algumas das atrações da Royal Mile incluem o Scotch Whisky Experience, Writer’s Museum, Catedral de St. Giles e a Thistle Chapel…
  • Parlamento Escocês: Fica na ponta oposta ao Castelo de Edimburgo ainda na Royal Mile. Pode ser visitado pelo público em horários variados dependendo do dia. É possível ver a sala onde os ministros questionam o Primeiro Ministro e também fazer um tour guiado pelo prédio de projeto arquitetônico moderno.
  • Princess Street: Vale passear por lá, fazer compras e admirar a imponente Scott Monument e terá uma linda vista do castelo e dos jardins que “cortam” a cidade.

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  • Camera Obscura & World of Illusions: Um prédio com 6 andares super divertidos e cheios de ilusão de ótica. Custa £12.50 por adulto e o ingresso pode ser comprado na hora.
  • Grassmarket: uma região super viva, pertinho da Royal Mile e do Castelo, cheia de lojas, bares, restaurantes e gente nas ruas. Aos sábados, das 10h às 17h, acontece um mercado ao ar livre bem interessante.
  • Carlton Hill: Um outro morro que fica bem no centro de Edimburgo. É um lindo parque ótimo para fotografar a cidade do alto. Se estiver um dia de limpo e bonito vale ir no horário do pôr do sol.

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Onde comer

Passeamos muito pela cidade e tivemos a oportunidade de experimentar vários bares e restaurantes, mas alguns chamaram a nossa atenção. No entorno do Castelo, High Street e Royal Mile existem várias opções interessantes de restaurantes. Mas se você quiser fugir um pouco dos turistas, a George Street é uma boa pedida.

The Witchery by the Castle: o restaurante que mais gostamos. É bem pertinho do castelo, colado no Whisky Experience. A comida é deliciosa e o lugar é muito diferente. Se quiser comer por lá reserve com antecedência, mesmo se for almoçar. O local é super disputado e conseguir uma mesa em cima da hora é missão quase impossível.

Angels with Bagpipes: Outro restaurante em que comemos muito bem. O local é mais moderninho e a comida é cara, mas ainda assim vale a pena pois é tudo muito gostoso. Assim como o The Wichery fica na High Street.

Gusto: Esse foi muito recomendado pelos funcionários do nosso hotel. Gostamos do local, do cardápio e do ambiente, mas no dia que fomos (uma segunda feira eu acho) não tinha nem uma pessoa comendo por lá. Acabamos desistindo de ficar. Ele fica na George Street.

Newsroom: Entramos lá para tomar uns drinks. É um restaurante/bar bem animadinho, com DJ e gente jovem. Boa pedida para quem quer dar uma badaladinha no final de semana.

The Conan Doyle e Deacons Brodie Tavern: Dois pubs que conhecemos meio sem querer. Chegamos em Edimburgo no dia da final do campeonato de rugby, um dos esportes mais aclamados no país. Então, aproveitamos para conhecer alguns pubs e assistir aos jogos por lá. Esses estavam bem animados. O Brodie em especial estava lotado em todas as vezes que passamos por ele.

edimburgo dicas escócia coisas que amamos E assim terminam minhas dicas de Edimburgo. Espero que vocês tenham gostado e que tenham ficado com água na boca para conhecer esse país e essa cidade que é uma delicia. Assumo que foi um ótimo começo para a Escócia. Sai de lá querendo conhecer mais, querendo voltar e doida para explorar ainda mais esse país tão interessante

19
abr 2017

CqA TV: Islândia

Aiiiiiiiiiiiii que delicia que é ver esse video e rever essa viagem! Como eu amei a Islândia, como amei conhecer esse lugar incrível e como eu queria voltar pra lá agora mesmo pra conhecer tudo que faltou, revisitar os lugares que eu adorei e aproveitar um pouquinho mais desse país que eu gostei tanto.

Acho que nesse video vocês conseguem ver um pouquinho do que vivemos nos 4 dias que passamos por lá. Os passeios que fizemos, os lugares que conhecemos, as emoções que sentimos… tudo!

Gostaram? Estão querendo conhecer a Islândia? Se ainda tem alguma dúvida, esse post vai ajudar vocês a definir isso. Acreditem, é um lugar que vale MUITO a pena e não pode ser deixado de lado. Vocês vão amar.

Se vocês gostaram desse video, não esqueçam de curtir no joinha e de se inscrever no canal. Se quiserem receber notificações de novos videos, basta clicar no sininho. Lembrem-se que quem tá inscrito, assiste sempre primeiro! =)

17
abr 2017

York | Inglaterra

Hoje vamos falar da cidade que eu mais amei conhecer no Interior da Inglaterra: York. A cidadezinha me pegou de jeito. As pessoas são simpáticas, os restaurantes são gostosos, as ruas são lindinhas e agradáveis… sabe quando tudo conspira a favor? Então, pra York foi exatamente assim. Tudo perfeito.

Se você tem pouco tempo para conhecer o interior, se está em Edimburgo ou se quer escolher apenas um lugar para visitar, York pode ser a sua escolha ideia. Vá com tudo, você não vai se arrepender.

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A cidade

York é uma cidade histórica murada na confluência dos rios Ouse e Foss em North Yorkshire, na Inglaterra. É uma tradicional cidade do condado de Yorkshire, a qual dá o seu nome. Tem uma rica herança e tem servido de cenário para grandes eventos políticos na Inglaterra durante a maior parte de seus dois milênios de existência. Oferece uma grande variedade de atrações históricas, dos quais a Catedral de York é a mais proeminente, e uma variedade de atividades desportivas e culturais tornando-se um destino turístico popular para milhões de pessoas.

A cidade foi fundada pelos romanos como Eboraco em 71 d.C.. Tornou-se a capital da província romana da Britânia Inferior, e mais tarde dos reinos de Nortúmbria e Jórvík. Na Idade Média, York cresceu como um importante centro de comércio de lã e tornou-se a capital da província eclesiástica do norte da Igreja da Inglaterra, um papel que ela manteve.

No século XIX, Iorque tornou-se um centro da rede ferroviária e um centro de fabricação de produtos de confeitaria. Nas últimas décadas, a economia de Iorque passou a ser dominada por suas indústrias relacionadas com a estrada de ferro e confeitaria para aquela que presta serviços. A Universidade de Iorque e os serviços de saúde tornaram-se os principais empregadores, enquanto o turismo tornou-se um elemento importante da economia local.

A partir de 1996, o termo Cidade de Iorque descreve uma área da autoridade unitária que inclui áreas rurais, para além dos antigos limites da cidade. Em 2011, a área urbana tinha uma população de 153 717 habitantes, enquanto que em 2010 toda a autoridade unitária tinha uma população estimada em 202 400 pessoas. Fonte: Wikipedia.

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Como chegar

Chegar a York saindo de Londres é bem tranquilo. De transporte público, a melhor opção para quem sai de Londres, é pegar um trem que o deixará na cidade em aproximadamente 2h.

Outra opção é pegar um tour saindo de Londres ou da cidade que você estiver. O que não faltam são opções desse tipo por lá. Existem diversos bate-volta que, inclusive, incluem a entrada na catedral e algumas outras atrações da cidade.

Se você estiver em Edimburgo e quiser cruzar a fronteira até York, são 4h de carro ou pode também vir de trem ou de ônibus. O que não faltam são opções de transporte público saindo das grandes cidades.

Nós estávamos de carro, então, foi bem tranquilo chegar. Saimos de Bath em direção a York. O GPS te direciona direitinho para a cidade e para quem estiver sem um GPS, não precisa se preocupar, existem milhares de placas no caminho indicando a direção correta.

Como contei, alugamos um carro na RentCars e fomos dirigindo. Quem quiser saber mais sobre como é dirigir na Inglaterra (na mão inglesa), clique aqui.

Onde ficar

Como costumo dizer por aqui a localização é um fato decisivo pra mim quando o assunto é hospedagem e dessa vez não foi diferente. Ficamos em um hotel super bacaninha em uma das principais ruas da cidade. Mas não entendam mal, isso é ótimo.

Nosso escolhido foi o Indigo York. Um hotel moderninho, bem localizada e com um café da manhã daqueles de cair o queixo. Como expliquei aqui, nessa viagem, valorizamos hotéis que tinham estacionamento ou algum tipo de facilidade nesse sentido. O que era o caso desse. Mas eles nos surpreenderam. O quarto era uma delicia, super bem decorado, com banheiro amplo, mimos como kit kat liberado no quarto (uepaaa!!!), água fresquinha… realmente o hotel ganhou nosso coração.

Pesquisamos outras boas opções na região como os luxuosos: The Grand Hotel and Spa e o Judges Lodging – a Thwaites Inn of Character. São, como todos os outros, super bem localizados e mais caros e luxuosos. Além deles vimos algumas opções tão boas quanto porém um pouco mais acessíveis:  Park inn by Radisson, Best Western Dean Court Hotel e Best Western Monkbar Hotel (outra ótima opção na cidade!).

O que fazer/Quanto tempo ficar

Assim como em Bath, passei um dia inteiro por lá. Cheguei no final de um dia, passei o dia seguinte inteiro e fui embora na manhã do outro dia. Assumo que poderia ter ficado mais. Não porque havia muito mais para conhecer, mas porque a cidade é uma delicia e vale a pena “gastar” seu tempo por lá. Hoje, se refizesse meu roteiro, talvez eu colocasse 2 dias inteiros por lá ou pelo menos 1 dia e meio.

Como de costume, acordamos preparados para fazer um walking tour na cidade. Sabia que tinha muita coisa linda para ver e que a cidade era cheia de história. Então, aproveitei o primeiro horário do walking tour (tem as 10h15 e as 11h e dura mais ou menos 2h o passeio) para conhecer melhor a cidade, a muralha, a catedral e seus cantinhos escondidos.

york inglaterra europa o que fazer onde ficar dicasSe você vai passar um ou mais dias por lá, talvez seja interessante comprar o YorkPass. Eu e o Alexandre usamos lá e foi ótimo. Além das entradas gratuitas em diversas atrações, ele também dá descontos em lojas, restaurantes, bares e etc. Vale muito a pena! Ele custa £38 e se paga rapidamente se você visitar 2 ou 3 atrações da cidade.

Outra coisa que eu acho bem legal é você passar no centro de informações turísticas da cidade. Além de poder comprar o seu YorkPass por lá, você consegue mais dicas e informações sobre as atrações, vê se a cidade está recebendo algum evento ou se está comemorando alguma ocasião especial e ainda consegue cupons de descontos para bares e restaurantes, que disponibilizam seus flyers por lá.

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  • York Minster: é a maior construção gótica da Grã-Bretanha, que levou 250 anos para ficar pronta – e que é um dos principais ícones da cidade. A visita é imperdível. A catedral é lindíssima por dentro e seus vitrais chamam atenção.
  • Castle Howard: é a propriedade privada da família “Howard”, que resolveu fazer da casa uma atração turística e abriu para o público o espaço que um dia pertenceu aos seus ancentrais. Pagando a entrada inteira pode-se visitar o interior da casa – que ainda preserva os móveis e detalhes de quando ainda era habitada.

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  • Cliffords Tower: A torre do antigo castelo que foi destruído. A torre em si não tem nada demais, porém, a vista lá do alto é magnífica. Você consegue ver toda a cidade, as torres da catedral… vale a pena pelas lindas fotos
  • York Castle Museus: Um museu que fica bem em frente a Cliffords Tower e faz parte do castelo que existia ali no passado. É interessante ver como tudo era e ver a parte mais moderninha onde eles mostram brinquedos antigos, carruagens, cidades e etc. As crianças vão a loucura.

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  • The Shambles: Ruazinha fofa cheia de lojinhas, chocolaterias e restaurantes.
  • Jorvik Viking Centre: Entramos nesse espaço porque estavamos com nossos passes e porque queríamos entender melhor a história Viking na cidade. Não achei nada demais, e não acho que vale pagar pra entrar, mas se você tiver tempo ou estiver com crianças talvez seja interessante.

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  • Museum Gardens: Nossa primeira parada no walking tour foram os jardins do Yorkshire Museum e da Biblioteca. O lugar é lindo. É lá que fica a Abadia de Santa Maria, outro ponto lindo e muito fotogênico na cidade.
  • York Brewery: A cevejaria da cidade não pode ficar de fora de quem vai conhecer York. Quando chegamos ela já estava fechada, mas ainda assim, me pareceu ser super bacaninha e valer a visita.

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  • Muralhas: Outro programa que eu adorei fazer foi passear pelas muralhas da cidade. Elas dão a volta em todo o centrinho e são super gracinha. Você passa por trás da catedral, vê a cidade por outro ângulo e ainda faz um passeio diferente. Ah! A entrada nas muralhas é gratuita!

Onde comer

Comemos muito bem em York. A cidade é lotada de bons restaurantes, pubs, bares, cantinhos secretos e boa comida. Vou indicar alguns lugares que fomos e que estava incrível:

  • Blue Bicycle: Restaurante difícil de conseguir lugar. Reserve com antecedência se fizer questão de conhecer. Além dos horários super restritos de expediente o local é muito procurado.
  • Ambiente Tapas: Fica coladinho no Blue Bicycle e é uma ótima opção para quem quer beliscar e tomar uns drinks. Atenção especial ao croquete de jamón que é de cair o queixo.
  • Côte Brasserie: Restaurante delicioso que jantamos na nossa última noite por lá. Boa comida, ambiente bacana e preço honesto.
  • House of Trembling Madness: Um dos pubs mais legais que fomos. Foi indicação de um casal de amigos (Tks Dani e Gus!) e é muito bacana. Ele fica no 2º andar de uma loja de cervejas e é bem pequenininho. Prepare-se para dividir mesa com outras pessoas e para beber cervejas incríveis.
  • The Old White Swan: Outro pub muito famoso na cidade, principalmente para os locais. A noite tem música ao vivo e o local fica lotado.  Chegue cedo ou se quiser ficar perto da banda, reserve sua mesa com antecedência.

Amei, amei, amei York. Taí um lugar que eu gostaria de voltar um dia. Achei a cidade incrível, com um clima delicioso e senti falta de passear mais, conhecer mais, entrar mais nas ruelas, nas lojinhas, ver as feiras…

Se você puder incluir apenas uma cidade no interior da Inglaterra no seu roteiro, eu digo com toda certeza pra você incluir York. Foi a minha preferida e ganhou meu coração.

Se você tiver interesse pode acessar o site VisitYork para ter acesso a outras informações sobre a cidade, dicas, atrações diferenciadas… e pode seguir o perfil da cidade no instagram @visityork para ver as fotos da cidade e já começar a entrar no clima.

Special thanks to VisitYork team for all their support and for helping us organize the perfect time in the city.

10
abr 2017

Bath | Inglaterra

Ainda seguindo a minha rota pelo interior da Inglaterra, saímos de Winchester, passamos por Stonehenge e seguimos para a segunda parada oficial: Bath. Assumo que estava com altas expectativas para conhecer a cidade por conta da sua fama dos banhos termais e da boa comida.

Bath, sem dúvidas, valeu a pena. Uma cidadezinha pacata, com muuuuita história para contar, banhos termais incríveis (para ver e para aproveitar) e claro, a tão falada boa comida que eu estava esperando.

A cidade

Bath é uma cidade do sudoeste de Inglaterra, localizada no Condado de Somerset. É muito conhecida pelas suas termas que provêm de três nascentes (ou captações de água). Se diz que a cidade foi criada devido aos romanos terem ali descoberto uma água com propriedades milagrosas (curativas), no qual o Império Romano construiu umas termas. Só que a tradição oral indica que já era conhecida antes.

Ainda hoje esta água proveniente dos seus nascentes é considerada curativa para muitos males (doenças). Desde a época isabelina até à época georgiana, foi um complexo termal para os ricos. Por causa disto, a cidade possui numerosos exemplos de arquitetura georgiana, com o expressivo ao Royal Crescent (Crescente Real). A cidade tem uma população de cerca de 80 000 habitantes e é Patrimônio da Humanidade. Fonte: Wikipedia.

Como chegar

Chegar a Bath é bem tranquilo. De transporte público, a melhor opção para quem sai de Londres, é pegar um trem na estação de Paddington, e em aproximadamente 90 minutos você estará lá.

Outra opção é pegar um tour direto de Londres ou da cidade que você estiver. O que não faltam são opções desse tipo por lá. Existem diversos bate-volta que, inclusive, podem ser combinados com Stonehenge, Salisbury e Windsor.

Nós estávamos de carro, então, foi bem tranquilo chegar. O GPS te direciona direitinho para a cidade e para quem estiver sem um GPS, não precisa se preocupar, existem milhares de placas no caminho indicando a direção correta.

Como contei, alugamos um carro na RentCars e fomos dirigindo. Quem quiser saber mais sobre como é dirigir na Inglaterra (na mão inglesa), clique aqui.

Onde ficar

Em Bath passamos duas noites e mais uma vez constatei a importância de um hotel bem localizado nessas cidades do interior da Inglaterra. Principalmente se você estiver de carro ou a pé.

Nos hospedamos no Hilton Bath City e achei a localização excelente. Bem pertinho de tudo. Super de fácil acesso, com estacionamento coladinho (pago a parte), café da manhã delicioso e super farto e um quarto bem confortável.

Na época que estava pesquisando cogitei ficar no Francis Hotel by Sofitel porque tinha recebido muitas indicações boas dele e no MacDonald Bath Spa, que um casal de amigos queridos tinha se hospedado a menos de 3 meses e tinha amado.

Outros dois hotéis que chamaram a minha atenção foram o Loch Fine Hotel and Restaurant (que por sinal é um dos restaurantes mais recomendados nas cidades do interior da Inglaterra, tem em várias delas e é realmente delicioso) e no The Griffin Inn, porque tinha uma ótima localização e um preço bem acessível.

O que fazer / Quanto tempo ficar

Passei um dia inteiro por lá e acho que valeu super a pena para conhecer bem a cidade. Infelizmente pegamos chuva o dia todo, o que atrapalha um pouquinho o turismo, mas ainda assim valeu e deu pra fazer muita coisa.

Logo de manhã optamos por fazer um free walking tour, que sai diariamente, às 10h30 e às 14h, do jardim da abadia (onde fica a entrada das termas, em frente a catedral). Esse tour foi ótimo para dar uma geral na cidade, aprender mais sobre a história e claro, ir a lugares que provavelmente não iríamos por nossa conta.

Uma dica bem legal é passar no Centro de Informações da cidade que fica coladinho na Catedral. Lá você consegue informações sobre as atrações, dicas de restaurantes, cupons de descontos e muito mais!

  •  Banhos Romanos: Dois mil anos atrás os Romanos construíram um spa, no local onde fica a única fonte de água termal de toda a Grã-Bretanha. O spa virou museu e guarda uma seleção incrível de objetos encontrados ali, nos Banhos Romanos. Achei a visita imperdível. Vale muito a pena conhecer por dentro, ver como surgiu e como era utilizada essa terma. Hoje, ela está aberta apenas para visitação e não é permitido entrar na água.
  • Spa Thermal: O Thermae Bath Spa foi inaugurado em 2006 e utiliza água de três nascentes diferentes em Bath (são as mesmas nascentes dos Banhos Romanos). Aqui sim, é um lugar perfeito para experimentar o que os Romanos faziam no passado. O lugar é incrível e tem uma vista magnífica da Abadia de Bath. Só não fui porque achei beeeem caro. A opção mais barata oferecida por eles custa £50 apenas para entrar e curtir a piscina aquecida por 3h. Quem se interessar por curtir o local e fazer uma massagem, não deixe de reservar com antecedência pelo site.

  • Abadia: A Abadia, da forma como vemos hoje, é resultado de uma restauração feita em 1616, mas ela existe a mais de mil anos. Vale a pena pegar o tour da torre (Tower Tour) e subir os 212 degraus até o topo. Grávidas, infelizmente, não estão autorizadas a subir. Lá de cima você terá uma linda vista da cidade, que certamente valerá o esforço de ter subido tudo isso.

  • The Royal Crescent: O Royal Crescent é uma construção de 30 casas coladinhas que formam uma enorme curva. Foi construída entre os anos de 1767 e 1775, sendo até hoje um dos melhores exemplos de arquitetura georgiana na Grã-Bretanha.
  • Ponte Pulteney: É de 1174 e tem estilo paladiano. É uma das únicas do mundo a contar com lojas nos dois lados e em toda a sua extensão.

  • Rio Avon: Vale caminhar pela beira do Rio para ver os parques e as pontes. A vista é bem bonita.
  • The Circus: conjunto de residências dispostas em um círculo, que é uma das marcas registradas da cidade e que contribuiu para que Bath fosse declarada Patrimônio da Humanidade.

Onde comer

Acho que o lugar mais bacana para comer em Bath é na George St. e no seu entorno. Comi por lá todos nas duas noites e gostei muito.

Martini: um restaurante tipicamente italiano, com comida deliciosa e preço justo.
Bistrô Pierre: restaurante francês bem bacana. Tem que fazer reserva.
Clayston Kitchen: Outro restaurante bem bacananinha na George St.
The Raven: Pub familiar super famosos pelas suas tortas (empadões) de sabores variados. Boa opção para almoço.

No geral achei a cidade muito simpática e acho que vale incluir no roteiro pelo interior da Inglaterra. Um dia inteiro é suficiente para você conhecer bem a cidade, passear, comer em restaurantes varias, beber em alguns pubs e ainda relaxar no spa termal. Nada mal né!?

Se você tiver interesse pode acessar o site VisitBath para ter acesso a outras informações sobre a cidade, dicas, atrações diferenciadas… e pode seguir o perfil da cidade no instagram @bathtourism para ver as fotos da cidade em tempo real.

Special thanks to Bath Tourism for all their support and for helping us organize the perfect time in Bath.