Niagara on the Lake foi uma grata surpresa na nossa viagem. Sabíamos que a cidade era simpática, sabíamos que era pertinho de Niagara Falls e sabíamos que as vinícolas eram um grande atrativo da região, mas não fazíamos ideia de que íamos nos apaixonar tanto.

A cidade, que já foi a capital da colônia inglesa no Canadá lá em 1792, fica na beira do Rio Niágara e do Lago Ontário (o mesmo que banha Toronto) e hoje tem aproximadamente 13 mil habitantes. Grande parte do seu desenvolvimento e da sua economia é vinda do turismo, afinal, a cidade leva o nome das Cataratas mais famosas da América do Norte e ainda é vizinha delas. Não tinha como ser diferente.

COMO CHEGAR

A melhor forma de visitar Niagara on the Lake é sem dúvidas de carro. A cidade fica a mais ou menos 1h30 de distância de Toronto, em uma estrada boa e super bem sinalizada.

Estar de carro lá é a melhor opção. As vinícolas ficam distantes umas das outras e por isso, ter liberdade é uma ótima pedida. Sem falar, que de carro fica muito mais fácil de conjugar a viagem com uma visita a Niagara Falls, por exemplo.

Nós saímos do Brasil com um carro alugado (alugamos aqui) e foi a melhor coisa, pois em cima da hora além dos carros ficarem mais caros já não tinham muitas opções. Um casal de amigos nossos, quase não conseguiu alugar pra nos encontrar lá.

Se você não quiser alugar carro, é possível contratar um transfer para fazer o programa com você. Falei sobre isso aqui, no post sobre Niagara Falls.

Infelizmente não há ônibus direto. Para ir de transporte público você deve pegar um ônibus até Niagara Falls e de lá um taxi para Niagara on the Lake. Esse taxi vai custar aproximadamente CAD50. Ou seja, já tá quase valendo a pena alugar o carro, não é mesmo?

ONDE FICAR

Eu tive uma experiência de hospedagem tão bacana que estou inclinada (pela primeira vez na história do blog hahahaha) a recomendar um hotel que não seja no bafafá. Explico: optamos por ficar em um vinícola ao invés de ficar na cidade. Sabíamos que com a Vic, acabaríamos não curtindo a vida noturna de Niagara on the Lake, então optamos por um hotel que era a 5 minutos de carro do centrinho e AMAMOS.

Ficamos no Riverbend Inn & Vineyard, um hotel-vinícola super gostoso. Ele tem uma decoração mais retrô, quartos amplos e um restaurante maravilhoso, com uma vista lindíssima do pôr do sol. Foi excepcional!

Quando estávamos lá vimos algumas outras opções bem interessantes:

  • Prince of Wales: Super bem localizado, no coração da cidade. Um dos hotéis mais renomados da cidade. A poucos passos da “praia”, de frente para o parque e do lados de várias lojas e restaurantes. (RESERVE AQUI)
  • 124 Queen Hotel e Spa: Boa opção para quem vai em família. Além de ser suuuuuper na muvuca (no ótimo sentido) tem opções de quartos com vários ambientes e quartos com cozinha também. (RESERVE AQUI)
  • Pillar and Post Inn: Outra opção super bacaninha na cidade. Tem um spa delicioso e apesar de não ser no centrinho fica a poucos minutos de caminhada da rua principal. (RESERVE AQUI)
  • Sommerset: Uma opção mais requintada e de frente para o Lago. Pra quem quer relaxar e curtir uma vista é uma ótima opção. (RESERVE AQUI)

O QUE FAZER

Acho que a melhor sugestão que eu posso dar sobre o que fazer em Niagara on the Lake é relaxar e curtir a cidadezinha. Ela é daquelas cidades de filme sabe? Toooooda florida, com uma ruazinha fofa, cheia de restaurantezinhos, comércio e um “calçadão” na beira do lago onde você pode passear e até dar um mergulho (se não tiver medo de água fria).

Na Queen St, a rua principal, você vai encontrar o Prince of Wales Hotel, o hotel vitoriano mais chique da cidade. Ele já hospedou até a Rainha Elisabeth II. Quase em frente a ele, do outro lado da rua, tem a Niagara Apothecary Museum, uma autêntica farmácia do século 19 que hoje funciona como museu.

Outro programa super tradicional por lá é o passeio de charrete. Nós não fizemos mas é um passeio super procurado (principalmente no verão) e costuma até ter filas.

Além disso, a cidade é lotada de vinícolas então, nada melhor do que separar um tempinho para conhecer a joia da casa não é mesmo? Visitei duas vinícolas por lá e vou falar um pouquinho sobre elas para vocês.

Two Sisters: A mais bonita que fomos, na minha opinião. Fizemos degustação, conhecemos a área mas infelizmente não conseguimos almoçar por lá. Quem quiser experimentar o restaurante recomendo que faça reserva com antecedência, pois ele é um dos mais famosos da cidade e é super disputado. Se for no verão peça uma mesa na varanda com vista para as parreiras é lindo. Ah! Os vinhos são beeeem gostosos.

Peller Estates: Acho que é a mais famosa vinícola da região. Seus vinhos são deliciosos e já são importados mundo afora. O restaurante dessa vinícola é um pouco mais requintado (e consequentemente caro), mas nem por isso fica vazio. Reserve com antecedência se quiser comer por lá. Nos fizemos um wine tasting e comemos uma tábua de queijos no bar da vinícola e foi ótimo.

Last, but not least… um programa que tem que fazer por lá é passear de carro pela Niagara Parkway, uma estradinha linda que liga Niagara on the Lake a Niagara Falls. Esse programa funciona melhor se você estiver de carro, mas se estiver a pé (e com disposição) pode alugar uma bicicleta e fazer o trecho pedalando. Quase toda a estrada tem uma bela ciclovia para os ciclistas passearem.

ONDE COMER

Nós fizemos todas as refeições de um dia inteiro por lá, então conseguimos experimentar alguns restaurantes para dar as dicas por aqui. Mas não se preocupe com isso, na Queen St., o que não faltam são opções simpáticas de restaurantes e bistrô para você comer bem.

  • Riverbend Inn: O restaurante do nosso hotel foi o maior achado dessa viagem. Pegamos uma mesa na varanda, com vista para o pôr do sol, a coisa mais linda do mundo. Obvio que a comida também estava maravilhosa, mas sabe quando o ambiente é tão perfeito que já vale? Nesse restaurante foi assim.

  • The Epicurean: Sentamos nessa restaurante num fim de tarde para tomar um vinho e comer uma tábua de frios enquanto as pessoas passavam pra lá e pra cá na rua do nosso lado. Muito gostoso.
  • Treadwell Cousine: Outra opção bem gostosa de restaurante por lá. Foi onde almoçamos depois da tentativa frustrada de ir no restaurante da Two Sisters.
  • Sorveteria Cows: Essa dica nem é de restaurante, mas é de sobremesa IMPERDÍVEL. A Cows é a sorveteria mais famosa da cidade e tem sorvetes divinos. Faça uma parada ali para experimentar pelo menos um sabor.

COMPRAS

Na Queen St. você vai encontrar muitas lojinhas interessantes. A que mais chamou a minha atenção foi a loja de Natal. Uma loja enoooorme só com itens natalinos e que funciona o ano inteiro. Fiquei apaixonada e com vontade de comprar a loja inteira.

Logo ali do lado, tem uma loja de doces diferentes e com edição especial, super bacana. E umas lojas de sabonetes artesanais e perfumes deliciosas.

Mas se você quer compra mesmo, calma que por lá você também encontra. Não exatamente lá, mas no caminho. Entre Toronto e Niagara fica o Outlet Collection at Niagara, um daqueles shoppings abertos cheeeeio de lojas a preços excelentes. Quando nós fomos, estava valendo mais a pena fazer compras nesse outlet do que nos EUA. Os preços estavam iguais, sendo o dolar canadense estava mais barato que o americano quando eu viajei. Ou seja, valeu super a pena!

Enfim… a cidade é uma delicia e super charmosinha. Se você está planejando ir a Toronto não pode deixar de dar um pulo em Niagara on the Lake, mesmo que faça isso combinando sua visita com Niagara Falls ou que faça em um bate e volta de Toronto (apesar de achar que vale a pena passar uma noite por lá, viu!?). Tenho certeza que você não vai se arrepender da visita e vai voltar encantado com a cidadezinha.

Para ler mais posts sobre o Canadá clique abaixo:

Viajamos em junho de 2018. Victoria tinha 11 meses.

15
ago 2018

Toronto | Canadá

Os posts do Canadá começaram falando sobre Niagara Falls, mas nossa primeira parada no país foi Toronto. A cidade foi nossa base e de lá conseguimos sair para conhecer alguns outros lugares próximos. Toronto era o nosso “maior destino” pois íamos visitar alguns amigos e queríamos fazer tudo com calma por causa da Victoria. Não podíamos ter escolhido melhor ao começar a viagem por lá.

Toronto é um destino super gostoso para quem curte cidade grande. Achei ela uma mistura de Nova York com um quê de Rio, sabe? Tem a parte comercial a la NY, mas tem alguma coisa da cidade maravilhosa, um pouco menor, menos agitada, mais cool… pessoalmente, achei super agradável.

Apesar de ser a maior cidade do Canadá, ela não é a capital, mas é a cidade que abriga a maior população e o centro comercial e financeiro do país. É uma cidade bem plana, que beira o lago Ontario e foi eleita algumas vezes uma das cinco melhores cidades do mundo para se morar.

Como chegar

Chegar ao Canadá está cada vez mais fácil. O Brasil oferece vôos diretos saindo de São Paulo e vários vôos saindo de outras cidades como Rio, Brasília e Salvador. A Air Canadá e a companhia aérea oficial do país, mas cias americanas como a United, Delta e a American Airlines também voam com frequência para lá.

Eu peguei um vôo da United saindo do Rio com escala em Houston. Foi a opção mais curta (e barata) que encontrei exceto pelo vôo direto, da Air Canadá, que sai de São Paulo.

Vistos

Brasileiros precisam de visto para ingressar no Canadá, mas do último ano para cá, ele ficou ainda mais fácil de ser tirado. As regras são assim:

  1. Se você vai entrar e/ou sair do Canadá apenas de avião, você pode tirar o eTA (Eletronic Travel Authorization), nesse site aqui. Esse não é um visto, é apenas uma autorização que permite que você entre e saia do país por vias aéreas.
  2. Se você vai entrar e/ou sair do Canadá de trem, carro ou barco você precisa tirar o visto mesmo, nesse site aqui.

Ou seja, se você pretende visitar Niagara Falls, de carro, do lado americano, por exemplo, o eTA não serve para você. Nesse caso você precisa do visto mesmo. O mesmo para quem vai voar para os EUA e vai para o Canadá de carro ou navio.

Uma dica importante: o eTA sai super rapidinho, em algumas horas ou poucos dias. Já o visto tem o processo bem mais longo e demorado, portanto, organize-se para solicitar seu visto com bastante antecedência e não deixar para perto da hora de viajar.

Se você ainda ficou com dúvida se precisa de um visto ou se pode viajar apenas com o eTA, clique aqui.

(Em frente a CN Tower tem o Toronto Railway Museum, ótima opção para crianças maiorzinhas.)

Quando ir?

O Canadá tem as temperaturas super bem definidas e é um país de praticamente de duas estações: verão e inverno. De junho a setembro as temperaturas ficam mais amenas e o calor vem com tudo. Em cidades como Toronto, por exemplo, a sensação térmica pode chegar a 35ºC.

No inverno, porém, o frio e a neve tomam conta do país e os termômetros chegam a bater -30ºC. Um frio do cão. Claro, que por ser um país enorme as temperaturas podem variar muito, por isso, vale sempre consultar um site especializado antes da sua viagem para conferir a temperatura do seu destino.

Seguro Viagem

Para entrar no Canadá você não é obrigado a apresentar nenhuma comprovação de que tem um seguro de viagem, como é feito na Europa. Porém, como sempre falo por aqui independente de onde você vá, na minha opinião, é imprescindível ter um seguro. É o famoso “Vai que…”.

Hoje em dia, recomendo e uso esse site aqui, que é um comparador de preços e coberturas. Já alguns anos fecho com eles e gosto muito. Agora, eles são parceiros do blog, então, confio ainda mais.coisas que amamos comissão real seguros

Moeda

O Canadá utiliza o dólar canadense. Atualmente ele está um pouco mais barato do que o dólar americano. Eu comprei a moeda ainda no Brasil. Pelo que pesquisei por lá, a conversão foi praticamente a mesma se eu tivesse levado dólares americanos e trocado lá. Então, achei que seria mais confortável pra mim já levar o dinheiro direto daqui.

Se você preferir trocar quando chegar lá, tanto no aeroporto quanto em downtown você vai encontrar com facilidade várias casas de câmbio para fazer a troca. Leve dólares americanos ou euros. Eles não trocam Reais com facilidade e se você encontrar alguém que troque, a conversão certamente não vai ser boa.

Em alguns lugares você vai conseguir fazer seus pagamentos com dólares americanos, mas já adianto que não vale a pena. Eles fazem a conversão do CAD1 = US$1, ou seja, você vai perder dinheiro.

Como se locomover

A minha primeira opção é sempre andar, andar, andar. Toronto é uma cidade incrivelmente plana, o que facilita muito as caminhadas. E quem pensa que no inverno deve ser complicado caminhar por conta do frio, os canadenses pensaram em tudo e criaram o Path. Uma espécie de túnel que liga algumas estações do metrô, prédios importantes e grandes pontos em downtown. Tudo para que você possa andar e não passar qualquer tipo de perrengue ou frio.

Para quem vai mais longe ou prefere usar o transporte público, o metrô é bastante vasto e chega a diversos pontos e bairros da cidade. Sem falar que é super fácil de usar.

Outra opção, muito usada pelos locais, é o street car. Uma espécie de “metrô de superfície”. Ele pode ser encontrado em grande parte de downtown e anda nas ruas, junto com os carros e ônibus. Um ótimo complemento muito bem o metrô.

Os taxis e uber também funcionam muito bem por lá, como em qualquer cidade grande. Usamos uber algumas vezes e foi super tranquilo. (Lembre-se que para usar uber fora do Brasil você precisa ter cadastrado um cartão de crédito internacional, ok?).

Se você prefere ter o conforto do seu carro para ir para lá e para cá, alugar pode ser uma opção. Nós alugamos (nesse site aqui) para ir a Niagara e foi super tranquilo. Para ficar na cidade, não acho a  melhor opção. Os estacionamentos podem ser caros, as vagas são difíceis de encontrar e o trânsito é um saco né… cidade grande!

  • Como ir do aeroporto para o centro

Essa é uma dúvida que eu costumo ter quando chego em um destino. Qual a melhor opção? Qual a opção mais rápida? Qual a mais econômica? Pesquisei muito antes de ir e vou colocar pra vocês aqui algumas opções:

– Trem de Superfície: O UP Express é a opção mais rápida de fazer o trajeto. Ele sai do aeroporto internacional de Toronto (Pearson) e vai para a Union Station, em downtown. O trem parte a cada 15 minutos, do terminal 1. O ticket pode ser comprado online, pelo celular ou na hora na bilheteria ou na máquina de vendas. Veja o preço dos tickets aqui.

– Ônibus + Metrô: O combo é a forma mais barata. Você pega o ônibus 192 Airport Rocket, que conecta o aeroporto (Terminal 1 e 3) a estação de metrô Kipling de maneira expressa (sem paradas no caminho). Com o mesmo ticket, você continua “viagem” pelo metrô até o centro.

– Transfer: A opção mais confortável. Foi a que escolhemos. Como estávamos com a Victoria e cheios de mala, carrinho, bolsinha, bebê… sem dúvidas o transfer foi a melhor escolha. Contratamos a Diana ainda do Brasil. Ela é brasileira, fala português, tem um carro enorme super confortável (que cabe muita gente e muita mala), cadeirinha para bebê e é um amor de pessoa. Recomendo!

Diana | Intermundo Canadá
Whatsapp: +1 647 569 6560
intermundocanada@gmail.com
facebook.com/intermundocanada

– Taxi, Limo ou Uber: Os taxis no aeroporto tem taxímetro e em geral custam entre CAD60 e CAD80. As limos, são um pouco mais caras e tem preço fixo definido. Lembrem-se que somados ao valor final, vocês devem acrescentar uma gorjeta de mais ou menos 15%. A outra opção é o uber que para sair do aeroporto não costuma valer a pena, pois no Estado de Ontário o Governo cobra uma taxa dos motoristas que vão buscar passageiros no aeroporto.

 

ONDE FICAR

Passei quase 1 semana em Toronto e nesse tempo tive a oportunidade de me hospedar em dois bairros diferentes. Cada um com suas particularidades, vantagens e desvantagens… mas gostei muito de ter me hospedado nos dois e recomendo MUITO.

  • Downtown: A melhor opção, na minha opinião, para quem está indo para a cidade pela primeira vez e tem a intenção de fazer turismo. A área é super movimentada, cheia de vida durante o dia, mas é o centro econômico e financeiro da cidade. O que significa que não tem uma carinha muito residencial, mas por outro lado, fica a poucos passos de quase todos os pontos turísticos da cidade. Pessoalmente, acho que localização é fundamental quando vamos turistar e bater perna. Gostei muito de ter me hospedado nessa área. Algumas sugestões de hospedagem nessa região:

Foto da galeria desta acomoda̤̣oFoto da galeria desta acomoda̤̣o(Chelsea Hotel РFotos: Booking.com)

Chelsea Hotel Toronto: Boa opção para quem vai em família. Tem piscina, brinquedoteca e crianças até 7 anos comem de graça por lá.

Residence Inn Toronto: Ótima pedida para quem gosta das facilidades de um apartamento com os confortos e comodidades de um hotel. Todos os quartos aqui tem uma mini cozinha e sala embutidos, e ele ainda fica no Enterteinment District. Pertinho de tudo.

Holiday Inn: Um dos baratinhos que entrega o que promete e nada além disso. Vale pelo bom custo x benefício.

Fairmont Royal York Hotel: Essa rede é super tradicional no Canadá. Então pra quem quer ficar bem localizado em downtown e em um hotel mais luxuoso, essa pode ser uma boa opção.

Apartamentos: Foi a nossa escolha. Passamos 7 dias em Toronto (entre idas e vindas a Niagara) e acabamos achando que seria o melhor custo x benefício e a melhor opção estando com a Victoria. E realmente foi ótimo!

  • Yorkville: É o bairro mais nobre de Toronto e consequentemente o mais caro também. Mas se você já conhece a cidade, acho super válido se hospedar ali. Nós passamos as últimas 2 noites da viagem por lá e valeu muito a pena.

Foto da galeria desta acomoda̤̣oFoto da galeria desta acomoda̤̣o(The Hazelton Hotel РFotos: Booking.com)

Four Seasons: Um dos hotéis mais luxuosos da cidade. Uma excelente opção para quem está viajando a dois e com um orçamento mais confortável.

The Hazelton Hotel: Hotel Boutique super elegante e luxuoso. Faz parte da Leading Hotels of the World. Conheci um pouquinho dele e fiquei encantada. Excelente localização.

Toronto Marriot Yorkville: Um hotel confortável e um pouco mais acessível na região. Pra quem quer ficar na região e gastar um pouco menos.

Hotel 89 Yorkville: E quem disse que só de hotéis caros é feito Yorkville. Esse hotelzinho fica bem no inicinho do bairro, em cima de um shopping com um Whole Foods e tem um excelente custo x benefício.

Apartamentos: Foi a nossa escolha. Pelo preço, achamos que valia mais a pena ficar em apartamento. Ficamos no 155 Yorkville, um prédio cheio de apartamentos pequenininhos e com uma localização incrível.

O QUE FAZER

Toronto é uma cidade grande e o que não falta são opções de lazer e turismo na cidade. Pra todos os gostos, bolsos e estilos de turistas.

  • CN Tower

Um dos pontos turísticos mais famosos da cidade. A torre de 553m de altura, é hoje a terceira torre mais alta do mundo. Uma curiosidade é que CN refere-se originalmente a Canadian National, a companhia ferroviária que construiu a torre. Após sua privatização a nova administração da companhia decidiu se desfazer de qualquer propriedade que não estivesse relacionada com o setor ferroviário. Com isto, a posse da Torre CN foi transferida para a Canada Lands Company, uma companhia do governo canadense. A torre já era popularmente conhecida como CN Tower, e o governo, que queria remover o nome da empresa ferroviária da torre, mas para manter o acrônimo intacto, mudou seu nome para Canada’s National Tower.

A visita a torre é bem interessante. Você tem dois andares de visitação, o andar aberto com chão de vidro e o andar do observatório que é todo fechado com vidros por todos os lados. Vale visitar os dois. O chão de vidro tira aquelas fotos clássicas, da gente deitado lá em cima e a cidade rolando lááááá embaixo, já o andar do observatório é onde você vai conseguir de fato ver a cidade e as paisagens.

Lá em cima, você ainda tem um restaurante giratório (que precisa de reserva para subir) e o Edge Walk, que é uma área onde os visitantes podem fazer um passeio radical pelo lado de fora da torre, presos a uma corda de segurança. Assim como o restaurante, só aqueles que já tem reserva/ticket comprado para essa atração pode ir até lá.

Acho que o programa aqui vai durar pelo menos umas 2h para você tirar fotos com calma, andar nos dois pavimentos e fazer um lanchinho com vista na lanchonete que tem lá no alto. Acho que o melhor horário para visitação é no fim do dia. Chegar quando ainda está claro, assistir ao pôr do sol e sair quando já escureceu, pois assim você consegue ver a paisagem da cidade de dia e a noite toda iluminada. Eu fui por volta das 11h e estava bem cheio.

Preço: A entradas custam CAD 38 por pessoa/adulto.
Idosos pagam CAD 34 e crianças até 4 anos pagam CAD 28.
Veja aqui o site oficial e compre os ingressos.

  • Ripley´s Aquario

Outro programa muito legal para fazer na cidade, principalmente se você está indo para Toronto com crianças. Esse é o maior aquário do Canada e também a maior “coleção” de tubarões da América do Norte.

No Ripley´s Aquarium of Toronto, você vai encontrar mais de 15 mil animais marinhos (de água doce e salgada) do mundo inteiro, 5,7 milhões de litros d´água, 450 espécies de peixes e invertebrados… os números são impressionantes, assim como a experiência.

O Dangerous Lagoon, é a grande atração do aquário. Ele é um tunel de 97m com uma esteira rolante em que você fica cercado de água com os animais (e muitos tubarões) passando. A grande dica para uma boa foto aqui é fazer isso na segunda parte do túnel. Ela é idêntica a primeira mas fica bem mais vazia.

Não preciso nem dizer que a Victoria amou né? Ela ficou louca olhando todos os peixes, as águas vivas, os tubarões… foi realmente muito especial pra ela.

Preço: O ticket normal custa CAD 35 por adulto, CAD 24,25 para jovens de 6 a 13 anos, CAD 12 para crianças e CAD 24,25 para idosos. Se você comprar o ingressos pela internet com hora marcada os preços diminuem um pouco.
Veja aqui o site oficial e compre os ingressos.

DICA: Se você comprar o combo CN Tower + Aquário os ingressos saem beeem mais barato. Nos sites das duas atrações você tem essa possibilidade.

(Uma das galerias que fica super lotada! Logo depois tem outra idêntica quase vazia!)

  • Toronto Island

Outra grande atração turística da cidade são as ilhotas que formam o pequeno arquipélago conhecido como Toronto Islands no Lago Ontário. As ilhas ficam a 15 minutos de barco, de distância de downtown e é um passeio imperdível na cidade.

Nós visitamos apenas a ilha principal e já valeu o programa. Se você for no verão, como nós, você pode ir a praia, mergulhar no lago ou só pegar sol se preferir. Por lá você ainda consegue alugar bicicletas e triciclos para passear pela ilha, andar de pedalinho, almoçar em alguma das lanchonetes/restaurantes e se divertir em um pequeno parque de diversões.

O Parque tem atrações para todas as idades e tem até um teleférico que liga um ponto ao outro da ilha. Bem ao ladinho do parque tem ainda uma mini fazendinha que faz a alegria da criançada.

Mas se você só quer passear, já te adianto para preparar a máquina pois é de lá que você vai ter a melhor vista do skyline de Toronto.

Os barcos para Toronto Island saem do Jack Layton Ferry Terminal (no final da Bay St., em downtown) e custam CAD 7,87 ida e volta por adulto. Idosos e crianças tem preço diferenciado. Para saber mais veja o site oficial aqui.

  • Old Town/Downtown

Toronto é uma cidade grande e não tem mais aquele ar de antigamente, com construções antigas que vão sendo restauradas ao longo dos anos. Mas é em downtown que você ainda encontra algum resquício disso.

Uma das principais praças de downtown é a Nathan Philips Square, aonde fica o Toronto Sign, a Prefeitura e um pouco da história da cidade. Bem ao lado tem o Eaton Centre, um dos maiores shoppings da região.

É por ali também que fica o centro financeiro e comercial da cidade. Ande meio sem rumo pela York, Bay, Adelaide St. Depois caminhe pra lá e pra cá pela Queen e pela King, que são ruas que reúnem teatros, bares, restaurantes e lojinhas bacanas.

Acho que por ali vale andar quase sem rumo, passeando pelas ruas, olhando as lojas… Quem gosta de história, pode fazer um daqueles free walk tour na região. Veja aqui algumas opções.

  • PATH

O Path é uma espécie de “cidade subterrânea” de Toronto. Como a cidade passa por um longo e rigoroso inverno, os canadenses criaram um jeito de “sobreviver” e ainda fugir do inverno. E pra quem ainda não entendeu exatamente o que é, o Path é o maior complexo subterrâneo do mundo e está até no Guiness Book.

O Path tem 4 andares abaixo da terra e mais de 30km de extensão. Além de conectar o metrô a esse túnel, ele liga alguns dos maiores prédios da cidade e a região de downtown é toda coberta por ele. Ele abriga lojas, academias, supermercados, restaurantes… a sensação que você tem é de estar caminhando dentro de um shopping.

  • Distilery District

Uma das regiões que eu mais gostei de conhecer na cidade. Uma mistura de arte com bons drinks, arquitetura vitoriana com design moderno, um mix do novo e do antigo… O pequeno bairro é cheio de bares e restaurantes bacaninhas, obras de arte a céu aberto e lojinhas super descoladas.

No passado essa região abrigava a Destilaria Gooderham and Worts, que chegou a ser uma das maiores do mundo. Depois de 153 anos de funcionamento a destilaria parou de funcionar e a região ficou abandonada. Em 2004 um grupo de empresários resolveu transformar os 47 edifícios vitorianos, antes conhecidos como Gooderham and Worts, em um lugar diferente, que proporcionasse novas experiências aos moradores da cidade. E foi assim que surgiu o Distillery Historic District, ou simplesmente Distillery District.

  • Rogers Centre/Blue Jays Game

Eu não sou lá nenhuma grande fã de esportes, mas assumo que curto visitar estádios, assistir a jogos fora do Brasil e entender melhor a “paixão nacional” do lugar que eu estou visitando. Com Toronto não poderia ser diferente. Escolhemos ir ao jogo do Blue Jays no Rogers Centre e foi suuuper legal.

Primeira vez que assistíamos um jogo de baseball e víamos como era um estádio desses por dentro. Uma experiência muito legal. Minha dica é: se você, como eu, não ama esportes mas tem curiosidade de ver um jogo desses, compre seu ticket e vá, se não quiser/tiver paciência não fique para o jogo todo. Jogos de baseball podem durar até 3h e podem ser cansativos mesmo.

Nós saímos rápido porque o jogo do Blue Jays foi no mesmo dia do jogo do Brasil na Copa, mas tivemos a experiência completa. Almoçamos um hot dog com cerveja, vimos o teto retrátil do estádio abrir, tiramos fotos e claro, nos vestimos de blue jays.

  • Museus

Toronto é uma cidade recheada de bons museus para serem visitados. Nós optamos por não visitar nenhum dessa vez, mas antes de ir fiz uma pesquisa de quais museus eram mais bacanas e valiam a visita:

– AGO (Art Gallery of Ontario): O museu chama atenção pelo seu design e pela impressionante coleção de arte contemporânea e de arte canadense que ele abriga.
– ROM (Royal Ontario Museum): Ele está entre os principais museus do mundo quando o assunto é História Natural.
– Bata Shoe Museu: Um museu super diferente. Totalmente voltado para os calçados. São mais de 13 mil pares de sapatos expostos por lá.
– Museu Hockey Hall of Fame: Um museu focado no hockey, uma das “paixões nacionais”. Pra quem curte esportes, é um prato cheio e vale a visita.

Além desses, há vários outros museus e galerias por lá. Se nenhum desses encheu seus olhos, fique tranquilo, em um “google” você encontra um que vai ser mais a sua cara.

  • St Lawrence Market

Uma espécie de Mercadão de São Paulo, só que em Toronto! hahahaha A ideia aqui é exatamente a mesma, um espaço onde é possível comprar frutas, legumes, peixes frescos, carnes, pães, frios… tudo super fresquinho e de ótima qualidade.

Pra melhorar o passeio, além disso, o mercado possui restaurantes e bares variados para você provar um pouco do que eles podem oferecer. Tem restaurante de tapas, de comida portuguesa, de ostras, churrasco e muito mais.

Verifique o horário de funcionamento antes de organizar sua visita ao mercado para não chegar lá e estar fechado, por exemplo.

  • Casa Loma

O museu em forma de castelo chama a atenção em uma das poucas colinas de Toronto. Ele levou 3 anos para ser construído e tinha como objetivo ser a residencial oficial do financista Sir Henry Mill Pellatt. Porém, com a falência da família Pellatt, todos os bens da família foram confiscados, inclusive o castelo e todo os objetos dentro dele.

Hoje, o castelo é um museu que conta com mais de 25 ambientes e um jardim de 5 acres. Além disso, chama atenção dos turistas por já ter sido cenário de muitos filmes como X-Man, Chicago, The Pacifier…

ONDE COMER

Consegui experimentar alguns bons restaurantes na cidade e vou colocar aqui os que eu mais gostei e os que valeram a pena, seja pela comida, pelo ambiente ou pelo custo x benefício.

  • Trattoria Nervosa: O restaurante que eu mais gostei na cidade. Um italiano delicioso e na minha opinião imperdível. Fica em Yorkville e o ideal é fazer reserva. Peçam a massa com cogumelos trufados, é surreal!

  • Cibo: Outro italiano em Yorkville. O ambiente é maior, mais descolado e a comida é muito gostosa também. Ótima pedida para o jantar ou para um happy hour (hora em que os restaurantes lotam por lá!).
  • Terroni´s: Mais um italiano delicioso. Ele fica em downtown e tem um ambiente lindo. O restaurante ocupa hoje o espaço em que um dia já foi um fórum. É super bonito e as massas deliciosas.
  • REDs Wine Tavern: Esse lugar é uma ótima pedida para quem quiser tomar um drink, comer uns petiscos e curtir o happy hour canadense. Com gente bonita, comida gostosa e ambiente super agradável em downtown.
  • Rec Room: Esse lugar é uma excelente opção para quem tem criança. É uma mistura de restaurante com casa de jogos. Tem vários games, máquininhas e brinquedos para a criançada. A comida é normal.
  • Amsterdam Brewery e Steam Whistle Brewing: Essa dica não é exatamente de comer, mas sim de onde beber por lá. São duas cervejarias excelentes. A primeira é super famosinha e concorrida, a segunda fica bem pertinho do Rec Room, do Aquário, CN Tower…

COMPRAS

Toronto é uma cidade grande, e o que não faltam são boas opções de compras pela cidade. Resolvi falar aqui sobre algumas lojas específicas que chamaram a minha atenção e sobre dois shoppings que podem ser interessantes para aqueles que vão a cidade atrás das compras.

  • Eaton Centre: O shopping center mais pertinho dos pontos turísticos. Ele fica coladinho na Praça da Prefeitura (onde tem o Toronto Sign) e lá você encontra grandes marcas como GAP. H&M, Uniqlo…
  • Yorkdale Mall: Já foi o maior shopping fechado do mundo, hoje é o maior do Canadá. Ele fica um pouco mais afastado da região turística mas pode ser uma boa opção para quem quer dar uma caprichada nas compras.
  • Yorkville: O bairro mais nobre de Toronto é também aonde ficam concentradas as lojas das grandes marcas de luxo. Por lá você encontra Chanel, Gucci, Fendi, Dior e etc.
  • Dollarama: Uma espécie de loja de 1,99. Os produtos não custam necessariamente esse valor, mas são bem baratinhos e começam em CAD 0,25. Bom lugar para comprar brinquedos, itens de papaleria e de festa, bem baratinhos.
  • Winners: Uma espécie de loja de departamento de itens fora de coleção. Igualzinha a Ross e a TJ Maxx. Ótima pedida para comprar malas, meias e itens de beleza.
  • DECIEM Store: A loja de uma grande empresa de cosméticos canadense. São eles que vendem os famosos produtos da The Ordinary. Recomendo MUITO para as amantes dos cuidados com a pele.
  • Hatley: A loja mais fofa de criança que eu vi por lá. Além de produtos tipicamente turísticos, a loja tem uma seleção de roupinhas fofas super diferentes. Vic saiu de lá com uma capa de chuva e uma galocha que combina. Um sonho! Fui na do Distilery District, mas sei que tem outras pela cidade.
  • MEC: Uma espécie de Decathlon canadense. A loja é um mundo para os amantes dos esportes radicais, trilhas e afins. Interessante para quem vai para as Rocky Mountains depois e precisa de algum item para levar.

(Olha o “estilo” da Chanel de Yorkville! O bairro é uma graça e vale o passeio!)

Ufa! Acho que agora sim esse post ficou completo o suficiente para ajudar outros viajantes que estão indo para Toronto!

Quem quiser saber mais sobre o Canadá, pode ver clicando nos posts abaixo:

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Viajamos em junho de 2018. Victoria tinha 11 meses.

(Mais de 15 minutos parada no mesmo lugar esperando esvaziar para conseguir essa foto!)

Se tem um coisa que sempre me perguntam é como eu consegui a foto X ou Y sem ninguém no fundo, ou com aquela angulação… normalmente a minha resposta é: paciência, muita paciência. Para cada uma foto boa, tem uns 20 fotos ruins por trás. E não estou exagerando. É por ai mesmo o número.

Pensando nisso, resolvi fazer um post com as 10 melhores dicas que eu tenho para você tirar aquela foto perfeita na sua viagem. Vamos lá?

Paciência: Ter paciência (e tempo) é a coisa mais importante de todas. Turistas e pessoas, chegam e vão embora em levas. Por isso, ficar ali e esperar o momento ideal é fundamental. Tenha paciência e aguarde o momento certo para a sua foto.

Acorde cedo: Eu sei que quando estamos de férias as vezes isso é bem chato, mas pode acreditar 90% das vezes isso faz toda a diferença. Os lugares (principalmente os super turísticos) estão mais vazios, as excursões ainda não chegaram…

(Foto tirada as 7 da manhã, quando o parque ainda não estava aberta para os turistas)

Tenha um tripé: Sim, é um trambolho, é um saco de carregar mas vai mudar a sua vida, ou melhor, as suas fotos. Pedir para alguém fotografar você é garantia de foto cagada. Desculpem o vocabulário, mas é isso ai. Tripés podem ser pequenininhos para máquinas pequenas ou grandões para máquinas grandes.

O bom e velho pau de selfie: Eu sei que munda gente tem preconceito com ele, mas ele pode ser um ótimo aliado para boas fotos. Alguns tem ainda um benefício que é o espelhinho, com ele você consegue não usar a câmera frontal do celular e se o seu celular tiver aqueles efeitos de foto profissional vai ser perfeito.

Novos ângulos: Procure outros ângulos para a mesma foto. Olhe de cima para baixo, de baixo para cima, vá mais para um lado ou para o outro… as vezes é nessa tentativa que você consegue a foto perfeita.

(Johnny Island, em San Andres, do avião. Um ângulo inusitado, e maravilhoso!)

Abuse de técnicas: Molduras naturais, reflexos, enquadramento… tudo isso faz com que você consiga uma linda foto sem muito esforço. Você só precisa reunir tudo (ou pelo menos lembrar desses itens) na hora de fotografar.

Estude: Isso mesmo, estude o lugar que você vai. Procure por fotos bacanas na internet, crie uma pastinha de inspirações, siga as #s mais legais, procure fotos profissionais. Dessa forma, você vai conseguir no mínimo abrir sua cabeça para ângulos novos, lugares diferentes, poses, enquadramentos…

Não economize imagens: Aperte o botão de tirar fotos e não economize. Como eu di sse no início do texto para cada uma foto boa tem 20 ou mais por trás. E é isso… em tempos de máquina digital não tem porque economizar foto.

Máquina boa: Sei que essa dica parece idiota, mas acredite não é. Se o seu celular não tem uma câmera incrível ele não vai fazer fotos incríveis. Se a sua máquina é velha e a qualidade da imagem dela não é das melhores, não exija dela fotos sensacionais. Se quer fotos boas, capriche na máquina que vai usar para tirar essas fotos.

(Uma boa máquina faz toda diferença nas fotos! Pense nisso e faça seu investimento.)

Vários equipamentos: Essa é uma técnica que eu pessoalmente uso e gosto muito. Faço a mesma foto com vários equipamentos diferentes. Gopro, celular, câmera… as vezes uma dessas máquinas capta melhor a luz ou o ângulo da foto e faz aquela foto sensacional. Gopro, por exemplo, tira excelentes fotos contra a luz, a máquina DSLR desfoca o fundo e dá aquele ar profissional, o celular faz a selfie perfeita…

Com essas dicas você com certeza vai conseguir a sua foto perfeita. Lembre-se disso e claro, compartilhe o post com seus amigos de viagem, afinal, todo mundo quer a foto ideal né?!

Nessa minha última viagem para o Canadá, recebi algumas perguntas sobre as maquiagens que eu estava usando. Apesar de ter sido uma viagem de muito pouca produção, no dia a dia costumo usar meia dúzia de produtos que não troco por nada e acho que são uma mão na roda na hora de viajar.

Pensando nisso, tirei uma foto (já me adianto pedindo desculpas pela qualidade) no quarto do meu hotel em Calgary das makes que levei e do que eu uso em viagens. Foi uma necessaire bem prática, pequena e com itens que são básicos pra mim.

Os itens que compões a minha necessaire basicona de make para viagens são:
(da esquerda para a direita, começando pela fileira de baixo)

  • BB Cream com proteção solar La Roche Posey
  • Protetor solar em pó/pincel Peter Thomas Roth
  • Paleta de sombras Urban Nude da Nº21
  • Corretivo MAC
  • Sombra Kid MAC
  • Pincel de sombra travel size MAC
  • Pincel de blush travel size Bobbie Brown
  • Curvex Shu Uemura
  • Corretivo Dermablend
  • Máscara Miss Manga Maybelline
  • Batons Brave, Rebel e All Fired Up MAC
  • Bastão iluminador e contorno da MAC
  • Lápis Lancome
  • Delineador Kat Von D
  • Blush MAC
  • Duo Blush e Contorno NARS
  • Espelho travel size NARS

Tirando a base da The Ordinary e o BB Cream da MAC, que foram compras da viagem que já estavam na necessaire, todo o resto é o que eu considero como básicos de viagem.

Na realidade, o que eu uso sempre é o bb cream com proteção solar, o pó protetor, o corretivo, a sombra solta da MAC, o rimel e o blush. O resto é para uma eventual saída ou para um dia que você quer caprichar mais. Por exemplo: gosto de usar o delineador em um dia de chuva ou em algum dia em que sei que vou ficar muito indoor pois sei que não vou usar muito óculos de sol.

São produtos de boa qualidade, que funcionam em diversas situações, não pesam muito e não ocupam espaço demais. Sem falar que, eles juntos, fazem a maquiagem que eu curto usar no dia a dia.