Hoje vamos conversar sobre o que acontece com o sono do bebê no primeiro ano de vida. Quais são as transições? Quando posso estabelecer uma rotina? Como funciona a produção do hormônio do sono?

Estas e outras questões deixam as mães muito preocupadas e muito frustradas quando as
coisas não saem como esperado.

0 a 3 meses
Estas crianças não tem um padrão de sono. Mamam com bastante frequência porque tem uma
capacidade pequena de armazenar leite e dormem por muitas horas, chegam a fazer 18 horas
de sono dentro das 24 do dia, mas não dormem por muito tempo seguido.

O seu relógio biológico ainda não está regulado, portanto é muito importante ensinar a
diferente entre dia e noite trabalhando com sons e luminosidade e não se preocupe se a
criança precisar de muita ajuda para dormir.

Você até pode tentar colocar seu bebê sonolento no berço para que ele durma, mas pode ser
que ele tenha grande dificuldade. Não existe também um padrão para soneca. Elas podem durar de 30 minutos até 3 horas e você não saberá o que aconteceu para que ele esticasse ou não o sono. É normal. Muitos pediatras pedem para não deixar dormir por mais de 3 horas seguidas porque esse é o maior intervalo que ele pode ficar sem mamar.

Se possível, já inclua um ritual de sono desde os primeiros meses de vida do bebê. Isso vai
ajudar quando for possível estabelecer uma rotina mais regular.

4 a 6 meses
Bebês nesta idade já produzem hormônio de sono para dormir por mais horas. Geralmente
possuem horário regular para mamar e fazem 3 sonecas por dia. Uma de manhã, outra no
meio do dia e outra à tarde. A janela de sono na maioria das vezes é pequena de manhã e vai
aumentando com o passar das horas do dia.

Dormem de 12 a 16 horas (incluindo as sonecas). O tempo de sono no dia varia de 2 a 4 horas.
A soneca dura de 40 minutos até 2 horas e o tempo de sono depende da necessidade de cada
criança. Uma boa soneca tem em média de 60 a 90 minutos.

Já é possível ensinar o bebê a dormir. Se você ainda não fez isso, tente colocar o bebê no berço
ainda acordado, para que ele desenvolva o sono. Como a alimentação básica ainda é leite, é esperado que a criança mame 1 ou 2x de madrugada. Outros despertares podem ser habituais, e com uma aprendizagem de sono, eles podem desaparecer.

6 a 12 meses
A partir da introdução alimentar as crianças podem dormir apenas 2 sonecas por dia. Algumas
levam 3 cochilos até 8 meses, mas grande parte transita aos 6 ou 7 meses.

Nesta idade a maioria dos pediatras já indica que a criança não deve mais ser alimentada de
madrugada, desde que tenha uma boa aceitação dos sólidos e esteja dentro do esperado em
seu crescimento e desenvolvimento.

Entretanto algumas famílias mantém uma mamada de madrugada, que pode ser a mamada
dos sonhos (oferecida perto de 23h) ou no meio da madrugada se o bebê tiver algum
despertar. É esperado que a rotina da criança com horários de alimentação, higiene e cochilos se estabeleça bem nesta fase da vida.

Problemas de sono são muito comuns porque existe a regressão dos 6, dos 8 e dos 12 meses.
A mais forte é a dos 8 meses, quando além da regressão, existe também angústia de
separação, um pico de desenvolvimento e muitas vezes dentição. Esteja preparada. Fique
firma na forma como seu adormece e quais são as associações de sono que ele tem. É uma
etapa primordial para que seu bebê não carregue dificuldades de sono nos próximos anos.

12 a 18 meses
Nesta etapa é esperado que a criança transite para 1 soneca apenas por dia. A criança vai
começar a negar o sono do dia, e o melhor a fazer é adiantar um pouco o horário do almoço e
colocar a criança para dormir após a refeição. Dormem de 11 a 14 horas, incluindo a soneca, que vai variar de 1 a 2 horas por dia.

A partir dos 18 meses a criança levará essa rotina de um cochilo até perto dos 3 anos, porém
existem crianças que dormem até 5 anos de idade. Isso vai depender da necessidade de sono
de cada um. Falando do tempo de sono, dos 3 aos 5 anos, a criança deve dormir de 10 a 13
horas por dia, incluindo ou não um sono durante o dia.

Lembrem-se sempre que esta é uma cronologia baseada no que grande parte das crianças
fazem, porém, cada bebê é único e tem suas necessidades próprias. Se seu filho por exemplo
tiver 18 meses e ainda dormir 2 vezes por dia e além disso ter uma boa noite de sono, fique
tranquila. Como eu sempre digo, no sono não há exatamente o certo e o errado, mas sim o
que funciona para a sua família, para a logística da sua casa e para o perfil do seu bebê.

Sonecas curtas podem ser extremamente frustrantes e exaustivos:

– Geralmente levam a um sono noturno mais picado;

– Os pais e/ou cuidadores não conseguem respirar durante o dia (é o tempo todo tentando colocar o bebê para dormir ou acalmando uma criança irritada);

– Fica muito difícil sair de casa porque sempre está no horário do “próximo cochilo”;

– Vira praticamente uma obsessão – todos querem descobrir o motivo, o que aconteceu no dia em que a soneca foi maior, se existe padrão, enfim… muito difícil.

Mudar um padrão de soneca de um bebê pode ser um grande desafio então não é incomum ouvir pessoas falando “meu filho não precisa dormir durante o dia, ele dorme bem de noite”. Embora isso possa ser verdade se seu filho já tiver mais de 3 anos, antes desse prazo, é altamente improvável.

E quanto uma soneca precisa durar?

Uma soneca deve ter de 40 a 120 minutos. É isso mesmo! Uma grande variação!

É importante que a criança faça ao menos um ciclo de sono, ou seja, estes 40 minutos. Tudo o que variar dentro deste tempo é de bebê para bebê. Alguns têm a necessidade de dormir bastante, outros ficam bem com esse tempo de sono, então o que é mais importante é averiguar o comportamento da criança. Se dormir 40 minutos e estiver bem, sorrindo, brincando, interagindo, aguenta bem até a próxima soneca e se alimenta adequadamente, é porque o tempo de sono do dia que ela precisa é esse.

Também é bom não deixar que uma soneca passe de 2 horas para não prejudicar os outros cochilos nem o sono da noite.

Resultado de imagem para sono do bebeEntão você só pode ter certeza que seu bebê faz sonecas curtas em 2 situações: ele dorme menos de 40 minutos em cada cochilo ou ele até chega a esse tempo de sono, mas apresenta um comportamento irritadiço, apresenta sinais de sono claros o dia todo e só fica melhor quando consegue dormir um pouco mais.

E quais são as possíveis causas das sonecas curtas?

– Associações de sono: assim como de noite, crianças que não dormem sozinhas podem ter sonecas curtas se não forem extremamente estimuladas. Exemplo: crianças que dormem apenas embaladas no colo ou mamando não sustentam o sono quando estão no berço (sem estes estímulos);

– Criança está muito cansada ou não está preparada para dormir. Nunca é demais lembrar que criança não chora apenas quando está com sono. As janelas de sono devem ser respeitadas para que seu filho esteja preparado para dormir;

– Ambiente. Apesar de muitas pessoas falarem que criança precisa dormir durante o dia no claro e com os barulhos normais da casa, algumas são mais sensíveis e precisam de um ambiente mais escurinho e com pouco ou nenhum barulho;

– Maturidade cerebral. Esse ponto é principalmente para recém-nascidos. Algumas crianças ainda não têm maturidade cerebral para dormir por muito tempo, então se um bebê tem 9 meses e não sustenta um ciclo de sono, isso é um problema, porém um recém-nascido pode ter maturidade para conseguir dormir só por 20 minutos.

– Micro sonecas. Esse ponto sai um pouco do controle, mas se você é uma pessoa que precisa colocar seu filho no carro por alguns minutos (por exemplo para levar o irmão na escola ou levar o bebê para algum lugar) ou se a criança faz cochilos de 5/10 minutos quando mama, a chance de ter sonecas curtas aumenta. O corpo da criança acaba acostumando com sonos curtos durante o dia.

– Inconsistência / Rotina. Se você colocar seu filho para dormir cada dia em um horário, ele provavelmente vai ter mais dificuldade para entrar no sono. Se um dia ou outro seu filho não apresentar sinais de sono e já passou 30 minutos do horário, tente a soneca de toda forma.

E o que fazer para quebrar o hábito das sonecas curtas?

Resultado de imagem para sono do bebeMesmo que você já tenha cuidado de todos os itens acima e também verificado qualquer causa fisiológica (como refluxo, gases, otites, etc) você ainda pode continuar com sonecas com sonecas curtas porque bebês possuem hábitos enraizados neles e o ciclo sono-vigília durante o dia pode continuar insatisfatório. Então o que você pode fazer?

Uma das alternativas é calcular o horário que seu filho acorda e mexer nele 5 ou 10 minutos antes desse horário. É só ajeitar no berço, dar um carinho, algo rápido, para quebrar esse ciclo de sono. Faça isso de 5 a 7 dias consecutivos para ver foi possível quebrar o padrão de sono/despertar que ele adquiriu.

Outra dica especialmente para os bebês que acordam, mas não choram. Deixe o bebê no berço. Na penumbra, com o ruído branco ligado (se usar) pelo tempo correto da soneca. A chance dele voltar a dormir depois de dias fazendo isso, é bastante grande.

Como última dica você pode tentar pegar o seu filho no colo antes que ele acorde para tentar esticar esse sono, mesmo que no colo, também por 5 a 7 dias para tentar quebrar o padrão de dormir tão pouco.

Lembro também que nem sempre a soneca curta é um grande problema. Em alguns casos, como por exemplo nas transições, a soneca costuma ficar mais curta naturalmente, mas a criança não muda o comportamento. Para bebês que dormem por exemplo 3x por dia (geralmente de 4 a 7 meses), a última soneca costuma ser curta, de 30 minutos, e está ok ser dessa forma. Na verdade esse último sono vai desaparecer logo e neste período ele funciona para recarregar o bebê para que ele não chegue tão cansado no sono da noite.

Normalmente mãe já sente culpa por tudo. Se a criança mama muito, se mama pouco, se
chora, se dorme pouco ou demais, enfim, esse desejo de atender todas as necessidades da
criança prontamente é algo corriqueiro, que acontece com muitas famílias. Mas será que esse
ímpeto de resolver o choro do bebê rapidamente não cria hábitos que depois são difíceis de
mudar?

Acordar muito de madrugada, ter o sono interrompido diversas vezes é muito difícil. Para uma
mãe que cuida de um bebê o dia todo ou precisa trabalhar no dia seguinte isso pode ser
devastador. Mas tem algo que assombra as madrugadas mal dormidas destas mães que
amamentam: se eu negar o peito, estou deixando meu bebê passar fome? Como avaliar?
No post de hoje, vou passar 3 dicas valiosas para que vocês identifiquem se o despertar do seu
bebê acontece por fome ou hábito. Na maioria das vezes, se a criança acorda muito de
madrugada, é sim por hábito, e não por fome.

– A primeira dica é entender os intervalos de fome do seu filho. Se é uma criança que mama de
3 em 3 horas durante o dia, tem mais de 4 meses e está ganhando peso e se desenvolvendo
adequadamente, o intervalo das mamadas de madrugada pode ser de 3 horas ou mais! Se o
seu filho mama mais de madrugada do que de dia, ele certamente está usando o mamar como
um conforto para manter o sono. Neste caso, tente manter um intervalo de 3 ou 4 horas e nos
outros despertares atenda o seu bebê com carinho e conforto, não com o seio.

– Perceba a forma como seu filho adormece. Se ele precisa mamar até dormir no começo da
noite, chances são de ele precisar do peito de madrugada só para adormecer em eventuais
despertares. Alguns despertares são comuns (exemplo: 00h, 02h, 04h e 05h da manhã) e
nestes despertares a criança precisa mamar. Comece a colocar o seu bebê acordado no berço
e esse padrão certamente vai alterar!

– Outra dica importante: o tempo da mamada. Todas as crianças têm um ritmo e certamente
você sabe qual é o do seu filho. Se ele ficar “mamindo”, ou seja, de dia mama em 20 minutos e
de madrugada fica 1 hora mamando e dormindo ao mesmo tempo, algo está errado. Se isso
acontecer, tire o peito da boquinha da criança assim que a sucção diminuir, assim ele terá que
se confortar de outra forma para continuar dormindo. Ele pode reclamar no início, mas depois
de um tempo de tentativa, ele acabará aceitando.

Apesar de existirem outras associações de sono como colo ou chupeta, esta de precisar mamar
para manter o sono é a mais comum. Isso acontece porque grande parte das mães resolve a
necessidade da criança sempre alimentando. Obviamente o peito é um local de conforto, de
aconchego e muitas vezes é o caminho mais rápido para a criança voltar a dormir. Apesar
disso, algumas crianças chegam a precisar desse conforto 6, 7, 8x por noite para manter o
sono, deixando a mãe completamente exausta.

Aprender a dormir não é sinônimo de desmame, nem de deixar chorando até dormir por
exaustão. Dá para ensinar um bebê a dormir sem mamar e desenvolver outras ferramentas de
conforto que irão auxiliar demais a ligar os ciclos de sono. Lembre sempre que a criança tem
despertares frequentes de madrugada. Isso faz parte do seu desenvolvimento e uma
aprendizagem de sono envolve ensinar o que a criança deve fazer nestes despertares, e não
fazer com que ela não acorde. Por isso, não é por fome que um bebê acorda diversas vezes.

Com paciência e uma reflexão sobre os hábitos da criança, você vai conseguir detectar se seu
filho precisa mamar ou se ele tem dificuldade no sono.

Ensinar uma criança a dormir pode dar muito trabalho, mas os resultados no desenvolvimento
e crescimento dessa criança são excelentes, além de algo muito importante também – o
descanso de toda família.

Recebi um convite muito especial da Nathalia para falar aqui com as leitoras do Coisas que
Amamos sobre o sono do bebê, que é um desafio para muitas famílias, especialmente quando
as crianças tem de 0 a 24 meses.

Então nesse post quero deixar 10 dicas que podem ajudar demais no sono das crianças.
Muitas delas são “batidas”, mas eu trabalho com isso há 5 anos e vejo que nem sempre o que
é as pessoas praticam o que se ouve (mesmo que repetidas vezes), ou seja, o senso comum,
muitas vezes não é a prática comum. Então, que tal tentar?

  • Tenha uma rotina. Eu sei que muitas pessoas não querem ficar escravas do relógio, mas
    crianças precisam de uma rotina. Uma quebra ou outra no fim de semana não deve prejudicar muito o sono do seu bebê, mas no dia a dia, a criança precisa ter horário para acordar, fazer atividades, ter seu tempo de higiene, comer, fazer sonecas e ter hora para dormir. Se você é de uma família que não gosta muito de ter horário para tudo, tenha uma regularidade, ou seja, a rotina vai seguir de acordo com o horário que a criança acorda, ao invés de seguir o relógio.
  • Tenha um ritual de sono consistente. A criança precisa entender que a hora do sono chegou. Então todos os dias, antes de dormir, faça sempre as mesmas coisas com ela. Estas coisas devem ser atividades em que a criança interaja com a mãe, pai ou cuidador. Exemplo: banho, massagem, troca, história, limpeza de boquinha, oração, boa noite para os brinquedos e cama. A sequência deve ser sempre a mesma, assim a criança chegará na hora de dormir muito mais calma e relaxada para entrar no sono.
  • Verifique sempre se o sono do dia está adequado. Dormir pouco durante o dia é ruim para a criança, porque ela vai chegar muito cansada no fim do dia, pode produzir cortisol (hormônio de vigília para se manter acordada) e será mais resistente para entrar no sono. Porém se a criança dormir demais durante o dia, ela também não estará cansada o suficiente e portanto não estará preparada para dormir. Então pense na idade do seu filho e quantas sonecas por dia são necessárias para a idade dele.
  • Preste muita atenção ao tempo que o bebê fica acordado. Se a criança começa a apresentar sinais de sono 2 horas depois que ela acorda, provavelmente essa é a janela adequada para você ter durante o dia. Segurar a criança acordada a qualquer custo para que ela durma melhor é um caminho inverso para alcançar esse objetivo. Uma criança muito cansada e estressada pode entrar em efeito vulcânico, ou seja, ela não vai dormir e ficará extremamente irritada, o que irá prejudicar ainda mais a entrada no sono. Respeite sempre o tempo que seu filho consegue ficar acordado.
  • Fique atenta à luminosidade e barulho. Algumas crianças conseguem dormir em qualquer ambiente, é verdade. Entretanto muitas outras precisam estar em um ambiente adequado para o sono, ou seja, livre de luz e com pouco ou nenhum barulho. Se seu filho não consegue dormir, verifique estes pontos e deixe o ambiente o mais escuro possível. Se você morar em um lugar barulhento, tente colocar um ruído branco para abafar os sons externos.

  • Cuidado com a exposição da criança aos eletrônicos. Se seu filho gosta de ver desenhos, o ideal é que os aparelhos eletrônicos sejam desligados pelo menos 1 hora antes do sono. Não recomendo usar TV, Ipad, celular ou qualquer outro aparelho dentro do ritual de sono porque a luz azul que sai desses aparelhos pode antagonizar os efeitos da melatonina (hormônio do sono).
  • Tome cuidado com as formas de acalmar seu filho. Crianças não choram por um único motivo, então se seu filho não dorme e chora muito, algo está errado. Procure verificar os horários, quando comeu (pode ser fome), se há algo incomodando (se ele se contorce), se a fralda está suja ou se pode existir algum motivo para o choro. Lembre que as associações de sono são geralmente criadas quando a criança é acalentada sempre da mesma maneira. Um bom exemplo são as crianças que são acalentadas no peito em todas as situações, mesmo as que estão alimentadas (que mamaram em um intervalo curto). Neste caso, a criança pode precisar do seio diversas vezes a noite, apenas para relaxar. O mesmo pode acontecer com o colo ou com a chupeta.
  • Fique de olho na temperatura. Se o bebê estiver com frio ou calor, esse certamente será um motivo para atrapalhar o sono. Lembramos que para bebês pequenos, até um ano, a temperatura deve ser regulada por roupas e não com cobertores.
  • Visite regularmente o pediatra. Uma dificuldade comportamental com o sono é bastante comum. Mais de 90% dos problemas de sono das crianças são comportamentais, mas existem alguns fatores fisiológicos como apneia, sonambulismo, terror noturno, síndrome das pernas inquietas, alergias alimentares, deficiência de ferro entre outros, que podem prejudicar o sono da criança. O acompanhamento do médico é essencial para você entender a dificuldade da criança e atender a necessidade exata do seu filho.
  • Por fim, nossa dica mais valiosa – ensine seu filho a dormir sozinho! É muito importante que a partir dos 4 meses, os pais comecem um processo para ensinar o bebê a dormir sem ajuda. Uma criança que entra no sono sozinha, tem certamente muito mais qualidade de sono na madrugada e nas sonecas do que a que precisa ter seu sono induzido de alguma forma. Você pode começar devagar, diminuindo os estímulos, fazendo mudanças semanais, mas tente colocar seu filho sonolento no berço e parar de fazer a “parte dele” para entrar no sono. Na tentativa de ajudar, os pais acabam bloqueando uma oportunidade de a criança desenvolver habilidades de auto conforto, e isso faz com que ela precise de auxílio de madrugada para manter o sono. Existem diversos métodos de aprendizagem. Você pode escolher um que seja adequado para sua família e seguir o plano. Isso fará bem para o sono da criança e para o descanso adequado de toda família!

Obrigada Michele! Amei o post e acho sim que ele vai ajudar muita gente, assim como me ajudou e ajudou a Victoria! =) Quem quiser saber um pouco mais da minha experiência do sono com a Victoria, contei como foi o início do treinamento lá nos destaques do Instagram!

Fotos: Nanda Castello Fotografia