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Obaaaaaa! Mais um video da minha última viagem pela Europa. No CqA TV de hoje, mostrei um pouquinho do nosso roteiro pela Inglaterra. Como contei aqui no blog, passei por Londres, Winchester, Stonehenge, Bath e York, e mostrei isso em vídeo para vocês!

Curtiram? Ficaram com água na boca e querendo conhecer todas essas cidades? Essa era a intenção do video. As dicas do que fazer, como chegar, onde ficar e etc vocês encontram nos posts de cada uma das cidades que visitei.

Não se esqueçam de curtir o canal (clicando aqui) e ficar por dentro de todas as novidades que estamos postando semanalmente por lá. Cliquem no sininho para receber o alerta sempre que tiver novas postagens por lá! =)

29
maio 2017

Dublin | Irlanda

dublin irlanda dicas coisas que amamos viagemMinha última parada nessa viagem pelo Reino Unido foi Dublin, na Irlanda. Inicialmente, meus planos eram ir para a cidade vivenciar e conhecer os famosos festejos de St. Patricks Day, mas com a descoberta da gravidez achei que seria confuso demais (e sofrido demais não poder beber na data).

Acabamos mudando as datas da viagem e tivemos a oportunidade de encerrar essa deliciosa jornada conhecendo um pouco mais da capital da Irlanda do Sul, seus (muitos) pubs, cervejas e povo alegre e simpático.

A cidade

Dublin é a capital e maior cidade da Irlanda. O nome em inglês deriva da palavra irlandesa “Dubhlinn“, que significa “Lago Negro”. Localiza-se na província de Leinster próxima ao ponto mediano da costa leste da Irlanda, sendo cortada pelo Rio Liffey e o centro da região de Dublin. Desde 1898 possui nível administrativo de condado (county-boroughs). Seus limites são os condados de Fingal a norte, Dublin meridional a sudoeste e Dun Laoghaire-Rathdown a sudeste. Tem uma população de 527.612 habitantes na cidade, e sua área metropolitana tem 1.804.156 habitantes.

dublin irlanda dicas coisas que amamos viagemFundada como um assentamento viking, foi o centro do Reino de Dublin e se tornou a principal cidade da Ilha após a invasão dos Normandos. A cidade cresceu de maneira rápida durante o século XVII; se tornou na época a segunda maior cidade do Império Britânico e a quinta maior da Europa. Dublin entrou em um período de estagnização após o Ato de União de 1800, mas continuou o centro econômico da Ilha. Após a Partição da Irlanda em 1922, virou a capital do Estado Livre Irlandês, e mais tarde, da República da Irlanda.

Dublin é reconhecida como uma cidade global, com um ranking “Alpha-“, colocando a cidade entre as 30 mais globalizadas do mundo. Atualmente é o principal centro histórico, cultural, econômico, industrial e educacional da Irlanda. Fonte: Wikipedia.

Como chegar

A Irlanda é uma ilha, portanto, para chegar lá, você basicamente precisa ir de avião. Existem navios e opções marítimas, mas certamente o avião é a mais rápida e barata delas.

Nós saímos de Glasgow em direção a Dublin e voamos de Air Lingus. Era a opção mais rápida e barata que encontramos, mas várias companhias aéreas fazem esse trajeto. Escolha a melhor opção para você, para seu roteiro e bolso. Os vôos saem da Europa inteira e são bem fartos. Se você estiver saindo do Brasil, grandes companhias como KLM, Air France e Lufthansa, por exemplo, também voam até lá, porém fazendo escala em suas cidades de origem.

Dica importante: Se você for fazer escala em Londres, deixe uma folga de 3h entre os vôos. O aeroporto é enorme e a chance do seu portão de embarque e desembarque ser afastado um do outro também. Previna-se!

dublin irlanda dicas coisas que amamos viagemComo se locomover por lá

Nós nos hospedamos bem no bafafá da cidade, então, pessoalmente consegui fazer quase tudo a pé por lá e foi ótimo. Quando precisamos pegamos um taxi e também funcionou super bem.

Para ir e vir do aeroporto, utilizamos o taxi mesmo. Já tinha lido que era seguro e que os preços não eram absurdos. Concordo em gênero, número e grau. Valeu super a pena. Não me lembro exatamente o valor da corrida agora, mas acho que não passou de 30 euros para uma rota de mais ou menos 35 minutos (sem trânsito).

Onde se hospedar

Agora que vocês como eu achei importante estar bem localizado na cidade, chegou a hora de falar sobre a hospedagem por lá. Acho que essa é uma questão que muita gente levanta, pois o bafafá da cidade, pode ser uma ótima pedida ou a maior furada de todas. Por isso, fique atento as dicas daqui para escolher a sua hospedagem.

Optamos por ficar em Temple Area. É nessa área que a noite de Dublin rola solta. É nela também que se concentram 10 entre 10 pontos turísticos da cidade. Portanto, opções não faltam por lá. A questão mais importante é: como escolher bem o seu hotel.

dublin irlanda dicas coisas que amamos viagemdublin irlanda dicas coisas que amamos viagemdublin irlanda dicas coisas que amamos viagemFicamos no Temple Bar Hotel e eu gostei muito. O hotel era novinho, o nosso quarto era super amplo e como pedimos para ser silencioso, nos colocaram no último andar e não ouvimos nenhum barulho da rua, e olha que ficamos hospedados lá durante o final de semana. O café da manhã também era sensacional. Ficamos muito satisfeitos com a escolha.

Um dos pontos positivos desse hotel, que serve de dica para vocês que estão pretendendo viajar para Dublin é que ele fica no final da Fleet Street que é a rua dos bares e do badalo, então, ele fica mais afastado do barulho e da movimentação. O mesmo serve para o Fleet Street Hotel.

Se você quer ficar pertinho do agito mas não quer correr o risco de ser acordado a noite por bêbados gritando na rua, recomendo os hotéis que ficam do outro lado do Rio, em especial o Hilton – The Morrison Dublin e o Arlington. Se quiser um hotel bem luxuoso pertinho de tudo, escolha o Westin.

dublin irlanda dicas coisas que amamos viagemdublin irlanda dicas coisas que amamos viagemAgora, se a sua ideia é badalar, conhecer gente, ficar louco e beber todas, posso indicar de olhos fechados o The Norseman, que fica dentro do pub de mesmo nome. O hotel é bacaninha, fica no andar de cima e a recepção é junto do bar. Nada mal fazer check in e tomar uma cervejinha enquanto espera, né?!

O que fazer/Quanto tempo ficar

Acho que se você ficar 2 dias inteiros consegue ver bem o que a cidade tem para oferecer. De dia faz turismo, a noite bebe. Lembrando que se a ideia aqui é dormir tarde, acordar tarde e ficar de ressaca, acrescente um dia na sua estada pela cidade! hahahaha

  • Guiness Storehouse: Esse foi disparado o programa que eu mais gostei de fazer por lá. A ideia aqui é a mesma da Heineken Experience. Você conhecer a história da cerveja, saber como é feita a produção da bebida, a escolha dos ingredientes… A fábrica é incrível e a estrutura para receber os turistas também.  Ainda nesse passeio você tem direito a experimentar a cerveja com um especialista te mostrando o que é importante perceber na prova e depois, relaxar e beber de fato uma cerveja tirada por você mesmo em uma das chopeiras da cervejaria. Muito legal! Como de costume, no final, você vai passar por uma lojinha da Guiness onde vai enlouquecer e querer comprar tudo que vir pela frente. Um programa que vale super a pena fazer, mesmo para quem não é amante de cerveja.

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  • Castelo de Dublin: Antes de começar a imaginar um castelo daqueles de desenho animado, calma. O castelo de Dublin nada mais é do que um complexo governamental. No passado, ele foi sede do governo britânico no país. Pessoalmente, achei um pouco chato de visitar, gostei mais do jardim e da parte externa do Castelo, mas é aquele tipo de lugar que você tem que pelo menos dar uma passadinha para ver, sabe como é?!

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  • Catedral de St. Patricks: É um linda igreja que fica bem pertinho de tudo na cidade. Vale a visita. Se conseguir assista uma missa por lá, dizem que é lindíssima.

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  • Temple Bar: Essa é a região do agito. Além de passar por ela o tempo inteiro é por lá que você vai comer, é por lá que você vai sair, e principalmente beber. Então, não se preocupe, você vai conhece-la querendo ou não.

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  • Trinity College: Um dos pontos mais famosos da cidade. É uma universidade de 1592 com vários prédios históricos e jardins lindos. Se visitar, não deixe de conhecer a biblioteca. É um dos pontos altos do local.
  • Destilaria Old Jamenson: Se você não teve a oportunidade de conhecer nenhuma outra destilaria, essa pode ser a sua chance. Eu não tive tempo (nem paciência) pra ir pois já tinha ido a una destilaria na Escócia, então acabei pulando o programa.

Além desses pontos que são mais básicos você pode visitar o parlamento, os parques, o estádio de futebol e até mesmo a costa da cidade. Nós não fazíamos questão (e pegamos dias muito chuvosos por lá) então, acabamos nos concentrando nessa região do Temple Area e adoramos.

dublin irlanda dicas coisas que amamos viagemAh! A cidade oferece vários walking tour nessa área também. Escolha o seu e aproveite para conhecer mais a fundo esses pontos sem precisar contratar um guia privado para isso. Nós sempre fazemos e gostamos muito. Dessa vez só deixamos de lado por conta da chuva e porque eu já estava gravida demais para andar o ritmo do walking tour sem descanso. hehehehe

Onde comer

Fade St. Social – The Gastro Bar: Um dos restaurantes que mais gostei de conhecer na cidade. Ele fica fora do roteirinho turístico e quem nos indicou foi o concierge do hotel, quando ele percebeu que era exatamente o tipo de lugar que queríamos. Um restaurante cool porém nada turístico. O Fade Social é um restaurante de tapas irlandesas e é muito gostoso. Ele fica a mais ou menos 7 minutos de caminhada do Temple Bar. Ele fica na Fade Street.

The Church: Outro lugar muito bacana para comer por lá. Era uma antiga igreja (inclusive a igreja onde Arthur Guinness – fundador da Guinness Brewery – se casou com sua esposa) e hoje é um dos pubs mais famosos da cidade. O local também é um restaurante de primeira. Não deixe de fazer sua reserva para garantir que vai conseguir um lugar para comer. Ele fica na esquina da Mary Street com a Jervis Street.

dublin irlanda dicas coisas que amamos viagemElephant and Castle: Esse restaurante foi super indicado por vários locais. Apesar de ficar no coração do Temple Area, ele não é um restaurante muito turístico. Mas acredite, é super lotado. Seja pro almoço ou pro jantar, não deixe de fazer reserva se quiser conhece-lo. Gostamos muito da comida.

Então acho que é isso gente! Espero que vocês tenham gostado das dicas, e que curtam Dublin como eu curti. Sem dúvidas vou voltar a cidade para poder beber em todos os pubs pelos quais passei (e não bebi) e claro, pra conhecer um pouco mais daquilo que eu não tive a oportunidade de conhecer.

Essa é sempre a melhor desculpa para voltar a um lugar que a gente gosta né?!

24
abr 2017

Edimburgo | Escócia

edimburgo dicas escócia coisas que amamos Mais uma país na minha lista de países visitados… Eeeee! A Escócia foi um dos lugares que mais queríamos conhecer. Foram dias e dias planejando, pensando no roteiro, no que iríamos fazer, os lugares que queríamos visitar… Edimburgo foi nossa primeira parada e não poderia ter deixado melhor impressão.

A cidade é uma gracinha, cheia de atrações fofas, bons restaurantes, muitas lojas e aquele turismo alcóolico que a gente ama (mesmo grávida, adorei!). Uma bela mistura de cidade grande com pequena cidade do interior da Europa. Amo isso!

A cidade

Edimburgo é a capital da Escócia, no Reino Unido, com poderes próprios, situada na margem sul do estuário do rio Forth (Firth of Forth). É a capital escocesa desde 1492, sendo sede do parlamento escocês desde 1999. Segundo o census do ano 2011, a cidade conta com 495 360 habitantes, sendo a segunda cidade mais populosa da Escócia, depois de Glasgow, e a sétima mais populosa cidade do Reino Unido.

Edimburgo é também uma das 32 Áreas de Conselho da Escócia, subdivisão administrativa similar aos estados brasileiros, desde 1996 quando este tipo de subdivisão foi atribuída para substituir os distritos e regiões que existiam desde 1975.

A cidade é dominada pelo Castelo de Edimburgo construído sobre uma rocha de origem vulcânica. Após a unificação do parlamento da Escócia com o da Inglaterra, Edimburgo perdeu sua importância política mas permaneceu um importante centro econômico e cultural. A cidade é mundialmente conhecida pelo Festival de Edimburgo que acontece durante três semanas no mês de agosto. A cidade ainda possui uma das mais prestigiadas universidades da Europa e do mundo, a Universidade de Edimburgo, pioneira na informática e gerenciamentos. Fonte: Wikipedia.edimburgo dicas escócia coisas que amamos

Como chegar

Chegar em Edimburgo é bem fácil, afinal, a cidade é a capital da Escócia então o que não faltam são boas opções de transporte para ir e vir. Infelizmente não há vôos diretos do Brasil para lá, mas você pode pegar vôos de companhias como Alitália, KLM, Ibéria, Air France… As lowcost também voam pra lá.

A cidade também tem uma malha ferroviária incrível e de trem você chega lá super rápido saindo de diversas cidades da Inglaterra, Paris e do interior da Escócia também. A RailEurope e a virgin trains são algumas das empresas de trem que levam até Edimburgo.

Se estiver de carro, como nós estávamos não se preocupe. As estradas para chegar até Edimburgo são ótimas e super bem sinalizadas. Como contei, alugamos um carro na RentCars com GPS e fomos dirigindo. Bem tranquilo. Quem quiser saber mais sobre como é dirigir na Inglaterra (na mão inglesa), clique aqui.

Como se locomover por lá

Ande, ande, ande e ande. A cidade é ótima para ser explorada a pé. São muitas ruelas, prédios históricos, bares e pubs, lojinhas, monumentos… muita coisa a ser descoberta. Portanto, se você foi de carro, estacione em algum lugar e caminhe.

Se precisar pegar algum tipo de transporte, peça um táxi/uber. Eles não são baratos mas funcionam bem por lá. O transporte público também é ótimo, mas é um pouco mais restrito e não são todos os meios que chegam na parte alta da cidade, por exemplo.

Onde ficar

Como vocês já estão carecas de saber, sou uma louca por localização quando o assunto é hospedagem em cidades em que você pode/consegue turistar a pé. Sempre achei que andando você conhece a cidade muito melhor, então, sou muito a favor de ficar hospedada em um local de fácil acesso e pertinho de tudo. Dessa vez não foi diferente.

edimburgo dicas escócia coisas que amamos edimburgo dicas escócia coisas que amamos Escolhemos ficar no The Scotsman Hotel, que fica hiper bem localizado, pertinho de tudo. O hotel tem uma história muito bacana, ele já foi a sede do jornal The Scotsman, um dos mais famosos da Escócia. Hoje é um hotel de 4 estrelas, confortável e luxuoso, com vista para o Castelo de Edimburgo e sobre a Estação de Waverley (ou seja, se você chegar de trem, mal vai precisar andar para chegar até o hotel!). Gostei muito do hotel. Achei o quarto e o banheiro bem amplos, o atendimento foi ótimo em toda a nossa estada e o café da manhã, um dos melhores que tivemos na viagem.

edimburgo dicas escócia coisas que amamos edimburgo dicas escócia coisas que amamos Fotos dos hotéis: Booking.com

O que eu percebi foi que ficar hospedado perto da High Street/Royal Mile é uma ótima pedida exatamente porque ali você está pertinho de tudo. Minha outras opções eram o Radisson Blu, que infelizmente estava lotado quando eu fiz minhas reservas e o Hilton Edimburgh Carlton. Todos ficam bem próximos uns dos outros.

Uma opção mais em conta que também fica super bem localizada é o Ibis Centre Royal Mile. Fica a dica para quem vai passar pouco tempo ou quer gastar menos na hora de se hospedar.

O que fazer/Quanto tempo ficar

Acho que passar 2 dias inteiros são suficientes para você curtir a cidade, conhecer os principais pontos turísticos e passear, principalmente, pela parte antiga de lá. Foi exatamente o tempo que eu fiquei e não senti necessidade de prolongar esse período.

  • Castelo de Edimburgo: É um dos principais pontos da cidade, se não for o principal. Ele fica no alto da High Street, que é também o alto de um morro. Um ponto estratégico para um castelo/fortaleza. Lá dentro você encontra outras grandes atrações como o Palácio Real e o Scottish National Memorial. A entrada custa £16.50 para adultos e pode ser comprada lá mesmo, na hora. Minha única dica aqui é: não deixe para ir no castelo na última hora. Tentei 3x entrar e não consegui por conta do horário e do mal tempo. O vento e a chuva fizeram com que o castelo fosse fechado 12h do dia que eu ia visitá-lo.

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  • Leith: a região portuária de Edimburgo que de decadente passou a “cool”. Ela fica fora dao babafá turistico então vale para quem quer fugir um pouco, conhecer uma nova área e ver uma Edimburgo diferente. É por lá que fica também o Royal Yatch Britannia, barco da família real por muitos anos e que hoje, ancorado, funciona como museu.
  • Scotch Whisky Experience: Uma das coisas que eu mais gostei de fazer em Edimburgo mesmo sem poder beber. É uma mistura de brinquedo da Disney com visita a destilaria. Muito interessante. Fiz o tour mais básico, que é o Silver (custa £14.50 por pessoa) e achei que atendeu bastante as minhas necessidades de apenas saber um pouco mais sobre whisky. O tour contempla um passeio de barril de whisky (sim, isso mesmo!) + uma aulinha sobre a produção de whisky escocês + degustação (com copinho de brinde). Nesse passeio você conhece também a maior coleção de whiskies do mundo, que por acaso pertence a um brasileiro. Muito legal!

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  • Royal Mile: A Royal Mile é a rua mais famosa da cidade. Começa no Castelo de Edimburgo e vai passando por diversos pontos turísticos famosos.  Para quem está de apenas de passagem, a Royal Mile é o lugar mais recomendado para conhecer, pois é o coração da cidade e passeando por ali você se dá conta de que está mesmo em Edimburgo. Algumas das atrações da Royal Mile incluem o Scotch Whisky Experience, Writer’s Museum, Catedral de St. Giles e a Thistle Chapel…
  • Parlamento Escocês: Fica na ponta oposta ao Castelo de Edimburgo ainda na Royal Mile. Pode ser visitado pelo público em horários variados dependendo do dia. É possível ver a sala onde os ministros questionam o Primeiro Ministro e também fazer um tour guiado pelo prédio de projeto arquitetônico moderno.
  • Princess Street: Vale passear por lá, fazer compras e admirar a imponente Scott Monument e terá uma linda vista do castelo e dos jardins que “cortam” a cidade.

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  • Camera Obscura & World of Illusions: Um prédio com 6 andares super divertidos e cheios de ilusão de ótica. Custa £12.50 por adulto e o ingresso pode ser comprado na hora.
  • Grassmarket: uma região super viva, pertinho da Royal Mile e do Castelo, cheia de lojas, bares, restaurantes e gente nas ruas. Aos sábados, das 10h às 17h, acontece um mercado ao ar livre bem interessante.
  • Carlton Hill: Um outro morro que fica bem no centro de Edimburgo. É um lindo parque ótimo para fotografar a cidade do alto. Se estiver um dia de limpo e bonito vale ir no horário do pôr do sol.

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Onde comer

Passeamos muito pela cidade e tivemos a oportunidade de experimentar vários bares e restaurantes, mas alguns chamaram a nossa atenção. No entorno do Castelo, High Street e Royal Mile existem várias opções interessantes de restaurantes. Mas se você quiser fugir um pouco dos turistas, a George Street é uma boa pedida.

The Witchery by the Castle: o restaurante que mais gostamos. É bem pertinho do castelo, colado no Whisky Experience. A comida é deliciosa e o lugar é muito diferente. Se quiser comer por lá reserve com antecedência, mesmo se for almoçar. O local é super disputado e conseguir uma mesa em cima da hora é missão quase impossível.

Angels with Bagpipes: Outro restaurante em que comemos muito bem. O local é mais moderninho e a comida é cara, mas ainda assim vale a pena pois é tudo muito gostoso. Assim como o The Wichery fica na High Street.

Gusto: Esse foi muito recomendado pelos funcionários do nosso hotel. Gostamos do local, do cardápio e do ambiente, mas no dia que fomos (uma segunda feira eu acho) não tinha nem uma pessoa comendo por lá. Acabamos desistindo de ficar. Ele fica na George Street.

Newsroom: Entramos lá para tomar uns drinks. É um restaurante/bar bem animadinho, com DJ e gente jovem. Boa pedida para quem quer dar uma badaladinha no final de semana.

The Conan Doyle e Deacons Brodie Tavern: Dois pubs que conhecemos meio sem querer. Chegamos em Edimburgo no dia da final do campeonato de rugby, um dos esportes mais aclamados no país. Então, aproveitamos para conhecer alguns pubs e assistir aos jogos por lá. Esses estavam bem animados. O Brodie em especial estava lotado em todas as vezes que passamos por ele.

edimburgo dicas escócia coisas que amamos E assim terminam minhas dicas de Edimburgo. Espero que vocês tenham gostado e que tenham ficado com água na boca para conhecer esse país e essa cidade que é uma delicia. Assumo que foi um ótimo começo para a Escócia. Sai de lá querendo conhecer mais, querendo voltar e doida para explorar ainda mais esse país tão interessante

17
abr 2017

York | Inglaterra

Hoje vamos falar da cidade que eu mais amei conhecer no Interior da Inglaterra: York. A cidadezinha me pegou de jeito. As pessoas são simpáticas, os restaurantes são gostosos, as ruas são lindinhas e agradáveis… sabe quando tudo conspira a favor? Então, pra York foi exatamente assim. Tudo perfeito.

Se você tem pouco tempo para conhecer o interior, se está em Edimburgo ou se quer escolher apenas um lugar para visitar, York pode ser a sua escolha ideia. Vá com tudo, você não vai se arrepender.

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A cidade

York é uma cidade histórica murada na confluência dos rios Ouse e Foss em North Yorkshire, na Inglaterra. É uma tradicional cidade do condado de Yorkshire, a qual dá o seu nome. Tem uma rica herança e tem servido de cenário para grandes eventos políticos na Inglaterra durante a maior parte de seus dois milênios de existência. Oferece uma grande variedade de atrações históricas, dos quais a Catedral de York é a mais proeminente, e uma variedade de atividades desportivas e culturais tornando-se um destino turístico popular para milhões de pessoas.

A cidade foi fundada pelos romanos como Eboraco em 71 d.C.. Tornou-se a capital da província romana da Britânia Inferior, e mais tarde dos reinos de Nortúmbria e Jórvík. Na Idade Média, York cresceu como um importante centro de comércio de lã e tornou-se a capital da província eclesiástica do norte da Igreja da Inglaterra, um papel que ela manteve.

No século XIX, Iorque tornou-se um centro da rede ferroviária e um centro de fabricação de produtos de confeitaria. Nas últimas décadas, a economia de Iorque passou a ser dominada por suas indústrias relacionadas com a estrada de ferro e confeitaria para aquela que presta serviços. A Universidade de Iorque e os serviços de saúde tornaram-se os principais empregadores, enquanto o turismo tornou-se um elemento importante da economia local.

A partir de 1996, o termo Cidade de Iorque descreve uma área da autoridade unitária que inclui áreas rurais, para além dos antigos limites da cidade. Em 2011, a área urbana tinha uma população de 153 717 habitantes, enquanto que em 2010 toda a autoridade unitária tinha uma população estimada em 202 400 pessoas. Fonte: Wikipedia.

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Como chegar

Chegar a York saindo de Londres é bem tranquilo. De transporte público, a melhor opção para quem sai de Londres, é pegar um trem que o deixará na cidade em aproximadamente 2h.

Outra opção é pegar um tour saindo de Londres ou da cidade que você estiver. O que não faltam são opções desse tipo por lá. Existem diversos bate-volta que, inclusive, incluem a entrada na catedral e algumas outras atrações da cidade.

Se você estiver em Edimburgo e quiser cruzar a fronteira até York, são 4h de carro ou pode também vir de trem ou de ônibus. O que não faltam são opções de transporte público saindo das grandes cidades.

Nós estávamos de carro, então, foi bem tranquilo chegar. Saimos de Bath em direção a York. O GPS te direciona direitinho para a cidade e para quem estiver sem um GPS, não precisa se preocupar, existem milhares de placas no caminho indicando a direção correta.

Como contei, alugamos um carro na RentCars e fomos dirigindo. Quem quiser saber mais sobre como é dirigir na Inglaterra (na mão inglesa), clique aqui.

Onde ficar

Como costumo dizer por aqui a localização é um fato decisivo pra mim quando o assunto é hospedagem e dessa vez não foi diferente. Ficamos em um hotel super bacaninha em uma das principais ruas da cidade. Mas não entendam mal, isso é ótimo.

Nosso escolhido foi o Indigo York. Um hotel moderninho, bem localizada e com um café da manhã daqueles de cair o queixo. Como expliquei aqui, nessa viagem, valorizamos hotéis que tinham estacionamento ou algum tipo de facilidade nesse sentido. O que era o caso desse. Mas eles nos surpreenderam. O quarto era uma delicia, super bem decorado, com banheiro amplo, mimos como kit kat liberado no quarto (uepaaa!!!), água fresquinha… realmente o hotel ganhou nosso coração.

Pesquisamos outras boas opções na região como os luxuosos: The Grand Hotel and Spa e o Judges Lodging – a Thwaites Inn of Character. São, como todos os outros, super bem localizados e mais caros e luxuosos. Além deles vimos algumas opções tão boas quanto porém um pouco mais acessíveis:  Park inn by Radisson, Best Western Dean Court Hotel e Best Western Monkbar Hotel (outra ótima opção na cidade!).

O que fazer/Quanto tempo ficar

Assim como em Bath, passei um dia inteiro por lá. Cheguei no final de um dia, passei o dia seguinte inteiro e fui embora na manhã do outro dia. Assumo que poderia ter ficado mais. Não porque havia muito mais para conhecer, mas porque a cidade é uma delicia e vale a pena “gastar” seu tempo por lá. Hoje, se refizesse meu roteiro, talvez eu colocasse 2 dias inteiros por lá ou pelo menos 1 dia e meio.

Como de costume, acordamos preparados para fazer um walking tour na cidade. Sabia que tinha muita coisa linda para ver e que a cidade era cheia de história. Então, aproveitei o primeiro horário do walking tour (tem as 10h15 e as 11h e dura mais ou menos 2h o passeio) para conhecer melhor a cidade, a muralha, a catedral e seus cantinhos escondidos.

york inglaterra europa o que fazer onde ficar dicasSe você vai passar um ou mais dias por lá, talvez seja interessante comprar o YorkPass. Eu e o Alexandre usamos lá e foi ótimo. Além das entradas gratuitas em diversas atrações, ele também dá descontos em lojas, restaurantes, bares e etc. Vale muito a pena! Ele custa £38 e se paga rapidamente se você visitar 2 ou 3 atrações da cidade.

Outra coisa que eu acho bem legal é você passar no centro de informações turísticas da cidade. Além de poder comprar o seu YorkPass por lá, você consegue mais dicas e informações sobre as atrações, vê se a cidade está recebendo algum evento ou se está comemorando alguma ocasião especial e ainda consegue cupons de descontos para bares e restaurantes, que disponibilizam seus flyers por lá.

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  • York Minster: é a maior construção gótica da Grã-Bretanha, que levou 250 anos para ficar pronta – e que é um dos principais ícones da cidade. A visita é imperdível. A catedral é lindíssima por dentro e seus vitrais chamam atenção.
  • Castle Howard: é a propriedade privada da família “Howard”, que resolveu fazer da casa uma atração turística e abriu para o público o espaço que um dia pertenceu aos seus ancentrais. Pagando a entrada inteira pode-se visitar o interior da casa – que ainda preserva os móveis e detalhes de quando ainda era habitada.

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  • Cliffords Tower: A torre do antigo castelo que foi destruído. A torre em si não tem nada demais, porém, a vista lá do alto é magnífica. Você consegue ver toda a cidade, as torres da catedral… vale a pena pelas lindas fotos
  • York Castle Museus: Um museu que fica bem em frente a Cliffords Tower e faz parte do castelo que existia ali no passado. É interessante ver como tudo era e ver a parte mais moderninha onde eles mostram brinquedos antigos, carruagens, cidades e etc. As crianças vão a loucura.

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  • The Shambles: Ruazinha fofa cheia de lojinhas, chocolaterias e restaurantes.
  • Jorvik Viking Centre: Entramos nesse espaço porque estavamos com nossos passes e porque queríamos entender melhor a história Viking na cidade. Não achei nada demais, e não acho que vale pagar pra entrar, mas se você tiver tempo ou estiver com crianças talvez seja interessante.

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  • Museum Gardens: Nossa primeira parada no walking tour foram os jardins do Yorkshire Museum e da Biblioteca. O lugar é lindo. É lá que fica a Abadia de Santa Maria, outro ponto lindo e muito fotogênico na cidade.
  • York Brewery: A cevejaria da cidade não pode ficar de fora de quem vai conhecer York. Quando chegamos ela já estava fechada, mas ainda assim, me pareceu ser super bacaninha e valer a visita.

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  • Muralhas: Outro programa que eu adorei fazer foi passear pelas muralhas da cidade. Elas dão a volta em todo o centrinho e são super gracinha. Você passa por trás da catedral, vê a cidade por outro ângulo e ainda faz um passeio diferente. Ah! A entrada nas muralhas é gratuita!

Onde comer

Comemos muito bem em York. A cidade é lotada de bons restaurantes, pubs, bares, cantinhos secretos e boa comida. Vou indicar alguns lugares que fomos e que estava incrível:

  • Blue Bicycle: Restaurante difícil de conseguir lugar. Reserve com antecedência se fizer questão de conhecer. Além dos horários super restritos de expediente o local é muito procurado.
  • Ambiente Tapas: Fica coladinho no Blue Bicycle e é uma ótima opção para quem quer beliscar e tomar uns drinks. Atenção especial ao croquete de jamón que é de cair o queixo.
  • Côte Brasserie: Restaurante delicioso que jantamos na nossa última noite por lá. Boa comida, ambiente bacana e preço honesto.
  • House of Trembling Madness: Um dos pubs mais legais que fomos. Foi indicação de um casal de amigos (Tks Dani e Gus!) e é muito bacana. Ele fica no 2º andar de uma loja de cervejas e é bem pequenininho. Prepare-se para dividir mesa com outras pessoas e para beber cervejas incríveis.
  • The Old White Swan: Outro pub muito famoso na cidade, principalmente para os locais. A noite tem música ao vivo e o local fica lotado.  Chegue cedo ou se quiser ficar perto da banda, reserve sua mesa com antecedência.

Amei, amei, amei York. Taí um lugar que eu gostaria de voltar um dia. Achei a cidade incrível, com um clima delicioso e senti falta de passear mais, conhecer mais, entrar mais nas ruelas, nas lojinhas, ver as feiras…

Se você puder incluir apenas uma cidade no interior da Inglaterra no seu roteiro, eu digo com toda certeza pra você incluir York. Foi a minha preferida e ganhou meu coração.

Se você tiver interesse pode acessar o site VisitYork para ter acesso a outras informações sobre a cidade, dicas, atrações diferenciadas… e pode seguir o perfil da cidade no instagram @visityork para ver as fotos da cidade e já começar a entrar no clima.

Special thanks to VisitYork team for all their support and for helping us organize the perfect time in the city.