Antes de viajar pra Orlando procurei alguns desses posts na internet e achei pouca coisa com as informações que eu procurava. Queria saber como outros pais fizeram a viagem deles com os bebês, como eles viajaram para Orlando, como os pequenos puderam (ou não) curtir as coisas, como eles lidavam com os brinquedos, filas, jantares, desfiles… Enfim, queria entender e programar mentalmente a minha viagem, baseada na viagem dos outros. Mais a minha cara, impossível.

Chegou a hora da viagem e acabei vivendo as coisas do meu proprio jeito, e querem saber? Foi ótimo. Eu tinha pego algumas dicas na internet, sabia o que procurar, sabia onde encontrar o que eu poderia precisar e principalmente, estava preparada para viajar para a Disney com um bebê, sabendo de todas as mudanças que isso implicaria. Acreditem, entender isso é o principal para a sua viagem ser um sucesso.

Hospedagem: Escolher bem o lugar de dormir é fundamental. Nós estávamos em um grupo grande e optamos por alugar uma casa. Desde o primeiro momento pedi um bercinho pra ela e ela dormiu muito bem obrigada. Sem problema algum. Aliás, essa não precisa ser uma preocupação. Como Orlando é um destino para crianças, todos os hotéis e casas/apartamentos para alugar tem berço para disponibilizar. Outra vantagem da casa era ter uma lavanderia a nossa disposição para emergências e claro, a boa e velha cozinha. Como Vic ainda mamava no exclusivamente no peito, não precisamos para fazer comida, mas foi ótimo para esterelizar chupetas, lavar brinquedos… Se você estiver com pouca gente, Orlando oferece várias opções de hotéis no estilo flat com cozinha que podem ser ótimos também. Dá uma olhada aqui para achar o que melhor vai te atender.

Comida: Como disse, Victoria estava mamando no peito durante a viagem, então, não tive que me preocupar com isso. Mas fiquei atenta nos parques e vi que muitos deles tem opções de comidas saudáveis para vender, alguns restaurantes preparam refeições sem sal e mais com carinha de comidinha de bebê, e claro, você mesma pode fazer em casa e levar para o parque. Se quiser uma coisa mais prática, mercados como o Whole Foods, tem muitas opções orgânicas, sem conservantes e super práticas para os babies. (Fiz uma pesquisa e algumas das melhores marcas de papinhas orgânicas sem conservantes são: Earths Best, Plum Organics, Happy Tot, Peter Rabbit Organics, Sprout Organics e Ella´s Organics).

Os parques: Passar os dias nos parque é realmente cansativo, tanto para a gente quanto para os bebês. Então, optamos por ir bem cedinho e voltar para casa no horário que a Vic costuma dormir para seguirmos a rotininha dela da noite e não desandar com isso. Pra gente isso funcionou super bem, mas obviamente implicou em algumas coisas como: não jantamos fora nenhum dia (e ok pra gente!), não vimos nenhum show de fogos e o único parque que vimos iluminado a noite foi o Epcot. Vic dorme cedo, 19h30 em geral ela já está morta de sono, então, quando dava umas 18h30/19h, no máximo, saíamos do parque para casa. Além disso, tentamos seguir a rotina de sono dela durante o dia. Ela fazia as sonecas no carrinho (vou entrar nesse assunto já já) e nós fazíamos os nossos horários baseados nos horários dela. Com relação a brinquedos, honestamente, ela não aproveitou nada. O único brinquedo que ela foi mesmo foi um 4D do Sherek e não achou a menor graça. Mas, no dia que fomos ao Magic Kingdom, que provavelmente teria mais brinquedos pra ela, estava chovendo e muito frio. Então, não conseguimos curtir tanto. Optamos por não ir ao Bush Gardens pois sabíamos que ela não ia curtir praticamente nada e era longe de Orlando. Um desgaste desnecessário pra ela. Assistimos a um desfile na Universal e ela AMOU. Então, acho que se eu voltasse no tempo, me organizaria para assistir a todas as paradas dos parques. São muitas cores, músicas e movimentos e eles adoram.

Carrinho: Optamos por levar o nosso carrinho grande pra Disney mesmo sabendo que íamos comprar um pequenininho por lá. Isso, porque como passávamos o dia inteiro no parque, ela tirava as 3 sonecas do dia no carrinho, então queríamos que fosse o mais confortável possível pra ela. O lado ruim: nosso carrinho é grande e pesado, chato de carregar pra lá e pra cá. No aeroporto, tínhamos que tirar a roda dele pra ele passar no raio-X. Um saco! Ainda assim não nos arrependemos nem um pouco. Lá em Orlando compramos um carrinho pequeno, desse que entra no avião, mas nem abrimos. Deixamos fechadinho e ficamos usando o nosso grandão mesmo. No aeroporto usamos o carrinho até a porta do avião. Despachávamos lá na porta mesmo e pegavamos na porta quando o avião pousava.

Troca de Fraldas: Orlando é o lugar mais kids/baby friendly do mundo né minha gente, então, isso não precisa ser preocupação. Em todos os parques tem banheiro com trocadores e TODOS sem exceção tem um “baby care center”. Um espaço para você amamentar, trocar fraldas, dar banho, comidinha e claro, comprar algum item que você possa ter esquecido de levar para o parque como fraldas, lencinhos, pomada… Como fomos no inverno, usei algumas vezes para amamentar e troquei algumas fraldas super explosivas por lá também!

Baby Care Center: Todos os parques tem esse espaço. É muito legal você chegar e já identificar aonde fica o BCC do parque que você está. Você pode até não usar, mas o espaço está lá e é super disponível pra você. É tudo gratuito e pode ser uma mão na roda para uma emergência.

Roupas: Isso depende muito da época que você vai. Eu fui no inverno, então minha maior dica é: vista seu bebê em camadas e vá tirando a roupa aos poucos conforme a temperatura for mudando. Se for verão, capriche nas roupas fresquinhas e no protetor solar ou roupas com proteção UV. (Frescuras da minha parte: levei um frasquinho com o sabão liquido que eu costumo lavar a roupa da Victoria aqui no Brasil e levei aqueles sacos de proteção pra máquina de lavar. Então, tanto as roupas novas que eu comprei pra ela e quis usar lá quanto as coisas que eu precisei lavar, eu usei o sabão que eu já tinha com o saquinho da máquina!)

Mala: Bom, acho que isso não vale apenas para Orlando, mas para qualquer viagem com um bebê. Vic levou uma mala grande. Pois é… como ela ainda era muito pequenininha, levei tudo que eu achei que ela poderia precisar e mais um pouco. Sou dessas que acha que prevenir é melhor do que remediar. Levei lençol, toalha, 2 cobertores, muitas mudas de roupa, roupas para todos os tipos de temperatura, remédios para todas as doenças, todos os itens de higiene que já está acostumada, fraldas, fórmula (mesmo ela mamando só no peito, porque vai quer…) e alguns brinquedinhos.

Brinquedos nos parques: Se você está indo apenas com seu filho e mais uma pessoa não se preocupe. Vocês vão conseguir ir a todos os brinquedos numa boa. Todos os parques tem um esquema de “Baby Swap” que nada mais é do que um vai no brinquedo enquanto o outro fica com o bebê, e em seguida o que estava com o bebê vai no brinquedo sem precisar enfrentar a fila. Nos parques da Universal é tudo tão organizado que vários brinquedos tem até uma salinha de espera com sofá, ar condicionado e água para os pais que ficam aguardando. Na Disney, o pai que espera fica fora do brinquedo e ganha um ticket do fastpass para quando chegar a sua vez de se divertir. Se por acaso for um brinquedo onde todos vão, você pode estacionar o seu carrinho do lado de fora (nos lugares demarcados) e ficar tranquilo. Todo mundo faz isso. Nós fizemos isso diversas vezes e nada aconteceu. Outro país né pessoal…

Remédios: Conversei com o pediatra antes de viajar e fiz 2 necessaires de remédio. Uma que foi na mala de mão com as coisas que ela mais usa e poderia precisar em uma emergência e outra que foi despachada na mala com essas mesmas coisas (sim, levei remédios duplicados) + antibiótico, antiinflamatório, termômetro de testa (levei um tradicional e menor na mala de mão), e alguns itens que ela não precisaria a qualquer momento ou talvez nem usasse!

Carro: Alugar um carro em Orlando é fundamental, e quando você está com um bebê isso é ainda mais importante. Se você tem um bebêzinho você vai precisar de um bebe conforto para o carro. Se o seu filho é maiorzinho, peça a cadeirinha. Isso é lei nos Estados Unidos e é fundamental solicitar o bebê conforto ou cadeirinha no ato da sua reserva de carro. Nós reservamos aqui e pedimos o bebê conforto para a Vic sem problema nenhum. A instalação no carro é super fácil, feita apenas com o cinto de segurança. Mas se você tiver dúvida ou dificuldade, o pessoal da locadora te ajuda a instalar tudo certinho.

Outlets e shoppings: Os EUA são o paraíso das compras. Seja para os bebês, seja para os adultos. Victoria não tem muita paciência para ficar nos outlets e no shopping passeando e entrando e saindo de lojas. Acho que nenhum bebe tem. Mas conseguimos ir com ela ao shopping e ao outlet e claro, respeitar o tempo dela. Todos os outlets e shoppings que fomos tinham banheiro familiar, que foi ótimo para trocar fralda e até pra amamentar (muitos tinham cadeira de amamentação). Nenhum deles tinha muita estrutura de entretenimento para criança, mas na idade que ela viajou, bastava pegar no colo e dar uma passeada para ela se distrair.

Restaurantes: Nos parques todos os restaurantes tem estrutura para receber bebês e crianças. Tem cadeirinha, alguns preparam uma comidinha especial se você pedir, tem banheiro com fraldário e trocador ou seja, são super acessíveis. Fora dos parques isso é quase igual. A grande maioria é bem receptiva e estruturada para receber os bebês. Uma curiosidade e ponto para atenção: a grande maioria dos restaurantes, diferente aqui do Brasil, não permite que o carrinho fique estacionado ao lado da mesa. Pois é, como nós costumávamos almoçar na hora que a Vic dormia, tínhamos que pedir uma mesa especial, avisar que o carrinho ficaria ao lado da mesa e ainda assim aguentar alguns olhares tortos.

Seguro Viagem: Nem preciso dizer que isso é IMPRESCINDÍVEL né? Não tem como viajar pra nenhum lugar, com ou sem bebê sem ter seguro. E não me venha querendo dizer que vai usar o seguro do cartão tá?! Você está levando o seu bebê, a coisa mais preciosa da sua vida, não queria economizar R$100 com ele. Obrigada, de nada. Nós sempre fazemos seguro com a Real porque ela compara todos os preços e coberturas das melhores seguradoras do mercado. Uso eles há anos e gosto MUITO. Recomendo de verdade. Faça seu orçamento aqui.

Fotografia: Sou a louca da foto. Amo, tenho tripé, maquina DSLR, gopro, celular… levei tudo isso e no final das contas percebei que com um bebê isso acaba sendo um trambolho gigante e a gente quase não usa. Comprei o Memory Maker para os parques da Disney (falei sobre isso aqui) e acabei fazendo MUITAS fotos com o celular porque era mais prático. Acho que esse foi um dos maiores furos que demos, muita tralha pra pouca foto com a máquina grande.

DICAS FINAIS:

  • Leve um tapetinho, uma canga ou toalha para colocar no chão e deitar o seu bebê de vez em quando. As costas dele agradecem. Se ele já é maior e senta, o mesmo serve para você brincar um pouquinho e tirar ele do “ambiente” colo/carrinho um pouco.
  • Além da famosa Babies´r´us (que fechou), comprei várias coisas para Vic na Macrobaby. Achei uma loja ótima para bebês com preços super competitivos (e eles cobrem qualquer preço mais baixo que você encontrar), e as vendedoras falam português. Excelente para quem tem dificuldade com o inglês.
  • A viagem de avião não foi um bicho de 7 cabeças. Contei mais sobre ela e dei as dicas que funcionaram comigo nesse post aqui.
  • Não esqueça os acessórios do seu carrinho de bebê. Capa de chuva e mosquiteiro são importantes sim. Não deixe de fora.
  • Uma dica que eu sempre falo pras pessoas é: entenda que a viagem que você fazia antes de ter filho NUNCA vai ser igual a que você vai fazer depois dos filhos. Sabendo disso, você vai curtir muito e entender que as viagens mudam sim, e a gente também. E isso, é só uma questão de adaptação. Não espere ficar até altas horas no parque, ou dormir como se não houvesse amanhã. Seu filho não vai mudar só porque viajou. Tente manter a rotina dele como der e sem dúvidas, a sua viagem vai ser a melhor possível!
  • Aproveite! Você está em Orlando com o seu bebê!

Espero que vocês tenham gostado desse post, tenham tirado todas as dúvidas e claro, tenha deixado todos os corações mais tranquilos para a viagem. Acho que no final das contas é isso que a gente precisa né? Se tiverem qualquer dúvida, podem deixar no Facebook ou no instagram que eu respondo pra vocês! =)

Como vocês sabem, estive há pouco tempo na Walt Disney World, em Orlando, e uma das coisas que pesquisei muito antes de ir, foi a respeito do Memory Maker. Sou apaixonada por fotografia e queria muito ter bons registros desse momento. Primeira viagem da Vic, Disney – um lugar mágico, viagem em família… eu tinha mil motivos para registrar essa viagem mais do que tudo.

Pra quem não sabe, o Memory Maker é um pacote de fotos da Disney. Você tira fotos com os fotógrafos profissionais que estão espalhados pelos parques e pelo complexo Disney e depois tem acesso a todas elas. Além das fotos dos fotógrafos, você tem direito também a todas as fotos que forem tiradas nas atrações dos parques: fotos nos brinquedos, fotos com os personagens…

Optei por não comprar o Memory Maker antes de ir e ver se realmente ia valer a pena. Queria saber se as fotos ficariam boas, se eu ia querer compra-las, se o meu grupo ia querer parar para fotografar… no final das contas, acho que se você tem paciência para fotografar e gosta, vale a pena sim. As fotos ficam lindas, os fotógrafos são uns fofos (e ficam estrategicamente posicionados nos melhores lugares do parque para a foto ideal) e o pacote, no fim das contas vale muito a pena.

Comprando com antecedência de 3 dias do primeiro uso, o Memory Maker custa U$169. Se comprar no dia, lá no parque mesmo, pela internet ou depois que as fotos forem tiradas, ele custa U$199. Se considerarmos que cada foto custa em média U$20/U$25 com 8 a 10 fotos o pacote já vale a pena.

Uma outra coisa que achei muito legal é que todo mundo da mesma família pode dividir o preço do pacote de fotos. Quando você cria um login no app da Disney, você pode montar um grupo da sua família para que todas as fotos tiradas por todos sejam agrupadas naquele mesmo espaço e todo mundo possa ter acesso. Ou seja, se vocês se separarem no parque ou se a família for grande e não for todo mundo junto no brinquedo, não tem problema, todos terão as fotos disponibilizadas no mesmo espaço sem precisar pagar a mais por isso.

Você quer comprar mas não sabe como? Calma que eu te ajudo!

A primeira coisa que você deve fazer é tentar finalizar a compra pelo site. Eu passei dias e dias tentando e não consegui. Por isso, recomendo que se você também não conseguir pelo site, o aplicativo da Disney é a solução.

Para finalizar a compra você precisa estar logado no aplicativo Disney Experience e ter um cartão de crédito internacional em mãos.

A partir daí é super simples. O aplicativo é bem intuitivo e fácil de finalizar a compra.

Mas como funciona na hora?

É bem simples. Toda vez que você tirar uma foto ou sair de um brinquedo que tenha foto você vai registrar sua magic band ou seu ingresso numa maquininha disponível. Seja com os fotógrafos, seja na saída do brinquedo.

Você, e todos os membros do seu grupo, podem fazer isso em todos os brinquedos que em foto e com os fotógrafos. No final, todas as fotos ficarão agrupadas no item photos do site ou do app e todo mundo do grupo terá acesso.

E como as fotos chegam até mim?

Para fazer o download das fotos você deve estar com o memory maker comprado.  Seja isso feito antes ou depois de usá-lo.

Se você preferir fazer como eu fiz, olhar as fotos antes de comprar o memory maker, saiba que você terá acesso as fotos, porém, elas estarão lotadas de marca d´água da Disney e você não vai conseguir salvar nenhuma delas.

No final das contas, achei que vale muito a pena e sem dúvidas, na minha próxima viagem para lá vou comprar novamente, mas dessa vez, vou comprar com antecedência e economizar U$30.

Há alguns anos tenho cultivado o vício hábito de viajar no final do ano, entre Natal e Reveillon. Então, consegui reunir alguns destinos bem bacanas para quem quer passar a virada fora do Brasil, e claro, algumas dicas para cada um desses casos.

Sei que falar sobre reveillon em agosto pode parecer precoce, mas acreditem, não é! Se você pretende viajar pra curtir essa data, pode começar a pensar no seu destino e organizar sua viagem.

Mas antes de começar a falar sobre isso, acho importante esclarecer uma coisa… cada país tem uma cultura diferente, por isso, as festas e comemorações são bem diferentes umas das outras. Nem sempre as pessoas se vestem de branco, a comida não precisa ser super específica, nem todo mundo pula onda ou joga lentilha pro alto… O primeiro passo para um bom reveillon fora do Brasil é entender que cada lugar é diferente do outro e isso faz da virada tão especial. Sabendo disso, você já está preparado para curtir muito a sua viagem da virada.

Paris | 2011

Sabe um sonho antigo, Paris no reveillon era isso pra mim. Sempre quis conhecer a cidade luz na virada do ano. O frio não me importava, os dias cinzas e curtos também não. Eu queria ver uma Champs Elisee lotada de gente, explodindo em fogos, com muito champagne francesa estourando… #fail. Paris no reveillon não é nada disso gente. hahahaha Eu amei minha virada, não entendam mal, mas não teve absolutamente nada disso que eu falei. As ruas fecham e lotam, mas não tem queima de fogos nem na Champs Elisee nem em nenhum lugar próximo (pelo menos não teve no ano que eu fui) e as bebidas alcoólicas são proibidas na rua. E acreditem, eu ate levei uma garrafa de champagne e consegui beber um pouquinho burlando a regra e a blitz de policiais que estavam revistando todo mundo. Comecei minha virada na rua e terminei em uma festa super bacana do Buddha Bar. Valeu a pena!

Onde ficar: Royal Phare, Madelaine Haussmann e Les Jardins du Marais.
(Na Champs Elysee um pouco antes da virada!)

Las Vegas | 2012

Depois de não conseguir tudo que eu imaginava em Paris, resolvi experimentar Vegas, a cidade que nunca dorme. Aqui, assim como em Paris, não vi queima de fogos e pra falar a verdade, nem sei se tem/teve, acho que sim. Apesar da Strip fechar para os carros e os pedestres tomarem conta, fica meio muvucado demais, por isso, optamos por ir para uma festa em uma boate. Foi divertido, afinal, estavamos em Vegas baby! A maior dica aqui é: avalie as opções e compre seu ingresso da festa de reveillon com muita antecedência. Eles esgotam rápido e ficam cada vez mais caros. Se você não é do tipo party rock, não se preocupe, Vegas também oferece opções mais calmas, como jantares deliciosos em seus muitos restaurantes.

Onde ficar: Bellagio, MGM, Vdara e Venetian.

(Na boate Pure… um pouco antes da meia noite e um pouco depois de vários drinks! hahaha)

Veja o post completo aqui.

Punta Cana | 2013

Quer coisa melhor do que passar a virada do ano de frente para aquele mar azul lindo de morrer? Em Punta Cana é assim. Fui em família e optamos por ficar na festa do nosso hotel. Como era de se esperar, uma festa simples e sem muito luxo, porém com um jantar delicioso, fogos e animação. Para os mais jovens e animados (not me!), tinham outras opções como curtir as festas e shows em outros hotéis como o Hard Rock, por exemplo. No meio da noite, nós acabamos saindo da festa do nosso hotel e indo pela areia para a festa do Paradisus, nosso hotel vizinho, que estava suuuper animada. Esse esquema reveillon na praia é maravilhoso né? Sempre uma boa opção para quem quer aproveitar a viagem da virada para relaxar.

Onde ficar: Barcelo Bavaro, Bavaro Princess, Hard Rock e Paradisus.

(Não achei fotos da noite do reveillon… por algum motivo que devo agradecer a Deus! hahah)

Veja o post completo aqui.

Porto | 2014

Acho que já deu pra perceber que eu curto muito viajar no Reveillon nem que seja para curtir um friozinho né?! Primeiro Paris, depois Vegas e agora Porto, em Portugal. A virada do ano no Porto me lembrou muito Copacabana. Passamos a virada de fato na praça principal da cidade, onde há uma grande concentração de pessoas, queima de fogos, shows… bem muvuca e ao mesmo tempo bem legal. Diferente de todos os outros reveillons que já passei fora do Brasil. Um pouco depois da meia noite e meia, fomos caminhando para a beira do Douro, onde estava acontecendo uma festa de reveillon. Compramos os ingressos um dia antes, no próprio lugar da festa e foi ótimo. Boa bebida, gente bacana (de todas as idades), musica animada… Valeu super a pena!

Onde ficar: Pestana, Hotel Teatro, Porto River e Invicta Ribeira Boat Hotel.

(Na festa de reveillon que fomos em um casarão na margem do Douro)

Veja o post completo aqui.

Varadero | 2016

O reveillon em Varadero foi bem similar ao reveillon de Punta Cana. Sabe aquela festona de hotel, com comida internacional e música latina? Então… Enquanto no Brasil temos o costume de passar a virada com o pé na areia e pulando ondas, por lá, eles organizaram uma super festa na beira da piscina. Não teve queima de fogos, mas teve DJ, show, banda, contagem regressiva… foi super animado. Para os que gostam de música latina, a noite deve ter sido perfeita. Para a gente terminou cedo pois voltamos para o Brasil no dia seguinte e queríamos acordar cedo para aproveitar um pouco mais da praia antes de partir. Ainda assim curti bastante. A dica aqui é reservar com a maior antecedência possível a sua ceia do reveillon em um dos restaurantes que o hotel oferece, assim, garante um bom jantar num horário que seja bacana para você. (Como tem muitos europeus por lá, eles costumam fazer um jantar às 18h30 e outro às 20h30).(Logo depois de meia noite, na beira da piscina do hotel, onde estava acontecendo a festa da virada!)

Veja o post completo aqui.

Bom, esses foram alguns lugares pelo mundo em que já passei o reveillón. Não necessariamente são lugares de festa, mas são lugares legais para ir com os amigos, família, para descansar ou para curtir. Cada um com suas particularidades e seu estilo.

Acho que Miami dispensa apresentações né? Quem não conhece a cidade, pelo menos já ouviu falar nela, em suas praias, baladas, restaurantes e claro, nas (muitas) boas compras que ela oferece.

Vocês que já me acompanham aqui sabem que estive por lá para fazer as comprinhas do enxoval da Victoria, mas aproveitei a minha estada para conhecer melhor a cidade, seus programas culturais e pegar várias dicas para vocês. Vamos lá?

A cidade

Miami  é uma cidade localizada no estado americano da Flórida, no condado de Miami-Dade, do qual é sede. É a segunda cidade mais populosa da Flórida, depois de Jacksonville, e a 44ª do país.

A atual cidade tem origem numa povoação criada no fim do século XIX, que prosperou com o caminho-de-ferro e o porto. Miami é também conhecida por ter uma grande comunidade de exilados cubanos, principalmente concentrados na Little Havana.

Miami é um centro turístico, sendo uma das cidades mais visitadas por turistas nos Estados Unidos, por causa de seu clima quente durante o ano inteiro, e pelas suas praias. A cidade é uma das mais frequentadas pelos snow birds (termo usado para descrever os habitantes da região norte dos Estados Unidos, que passam o inverno nos Estados do Sul, em especial, a Flórida, para fugirem da neve e ao frio). O turismo tornou-se uma importante fonte de renda de Miami a partir da década de 1920, e é atualmente a principal fonte de renda da cidade.

São falados comumente na cidade, além do inglês, o espanhol, devido à quantidade de hispano-americanos (de origem cubana, porto-riquenha, mexicana e de outros países da América Central) morando em Miami. A região também conta com uma colônia judaica numerosa.

Nos arredores da cidade está o Aeroporto Internacional de Miami, que é o segundo aeroporto mais movimentado do estado, atrás apenas do Aeroporto Internacional de Orlando. Este aeroporto está em tempos atuais em reformas, o que possibilitará a operação de grandes jatos, como o A380, da Airbus e outros grandes aviões.

Muitos imigrantes ficam em Miami, ou pelo menos desembarcam de suas viagens imigrantes por Miami, por causa de sua proximidade com a América Central, e também pela cidade situar-se no litoral, facilitando assim o acesso aos Estados Unidos através do litoral. Fonte: Wikipedia.

Como chegar

Do Brasil para Miami existem diversos vôos diretos o que facilita muito a ida dos brasileiros para lá. A Latam é uma das companhias mais usadas para o trecho pois sai de quase todas os estados do país. A Azul, também voa sem escalas para Miami saindo de Campinas (o que é ótimo pois em geral os vôos tem um preço excelente!). Outra cia aérea que faz o trajeto é a TAP através de suas parceiras e a Avianca também com uma curta escala em Bogotá. Além dessas, você pode voar para Miami com as companhias aéreas americanas que vem ao Brasil como a American Ailines, Delta e United.

Se você quiser economizar, pode procurar um vôo para Fortlauderdale, por exemplo. A cidade fica a apenas 20 minutos de Miami e costuma ter vôos mais baratos pois o aeroporto é um pouco menor e menos conhecido. Você pode procurar passagens pelo Voopter.

Seguro viagem

Os Estados Unidos não exigem que o turista tenha um seguro saúde na hora de ingressar no país. Porém, como já falamos diversas vezes por aqui acho extremamente importante estar assegurado quando viajamos.

Eu sempre recomendo que vocês façam um orçamento com o comparador de preços e coberturas da Real. Sempre fecho com eles pois é fácil de encontrar o melhor seguro pra mim sem pagar caro por isso. Eles são parceiros do blog e eu sempre utilizei os serviços e nunca tive problemas.

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Clima

Um dos grandes atrativos de Miami é certamente seu clima ameno. A cidade não tem um inverno muito rigoroso o que faz dela uma ótima opção para quase todo o ano. Enquanto no verão as temperaturas sobem e podem chegar a 35ºC, a chance de chuvas aumenta. Já no inverno os termômetro baixam um pouco as temperaturas que alcançam 14ºC e a cidade fica mais cara e mais movimentada (por conta das festas de fim de ano).

Lembre-se que Miami fica na rota de furacões e vira e mexe é afetada por essas tormentas. Os meses de junho a novembro são os meses conhecidos por isso, setembro principalmente.

Eu fui no final de abril e início de maio e achei tudo ótimo: temperatura super agradável, cidade cheia no limite (sem perrengues para ir ao shopping ou a restaurantes) e apenas com 2 horinhas de chuva em 10 dias que estive por lá. Deu pra curtir a praia e fazer os programas sem nenhum problema.

Como se locomover

Miami é uma cidade onde as coisas ficam muito espalhadas umas das outras, por isso, estar de carro é fundamental. O transporte público lá não é dos mais acessíveis e você vai sentir falta de ir e vir com liberdade se não estiver dirigindo.

Eu costumo alugar meus carro com a RentCars e nunca tive problemas. Dessa vez também foi ótimo, principalmente por que tínhamos diversas questões com o carro dado que íamos fazer o enxoval, estar com muitas malas e teríamos dois motoristas diferentes em 10 dias de viagem. Sem problema algum. Tudo perfeito!

Outra opção é usar o uber. O aplicativo é super utilizado pelos moradores e é também uma boa opção para quem quer beber ou dar uma volta na cidade sem precisar se preocupar com a direção ou estacionamento do carro.

Se você tem dúvidas sobre a carteira internacional de habilitação, clique aqui para ver o post completo explicando tudo sobre ela.

Onde ficar

Miami é uma cidade grande e como falei as atrações, hotéis e shoppings ficam bem espalhados. Na minha opinião, se você está indo pela primeira vez para a cidade Miami Beach é o melhor lugar para se hospedar. Aliás, se você não está indo pela primeira vez mas quer curtir a cidade em si, continua achando Miami Beach uma ótima opção.

Outro bairro que tem crescido muito no quesito hospedagem é a região de Brickel, que na teoria, é uma região mais comercial. Mas de uns anos para cá tem se tornado uma excelente opção de bairro para se hospedar também.

Mandarin Oriental

Vou começar falando desse hotel maravilhoso que eu visitei quando estive por lá. O Mandarin Oriental é daqueles hotéis de cair o queixo, sabe? Lindo, luxuoso, confortável e bem localizado. Não tem como ser melhor. Ele fica na Região de Brickel, mais especificamente na Ilha de Brickell Key com vista para a baía de Biscayne.

Não cheguei a conhecer os quartos, mas posso garantir que a área de lazer já vale a sua estada por lá. A piscina com borda infinita é deliciosa, assim como os tratamentos do Spa, que é uma coisa de outro mundo. Falei sobre ele aqui.

Pelo que pesquisei os quartos são muito confortáveis também, todos bem amplos, com varanda e ótima infraestrutura. Os restaurantes do hotel são bem interessantes também. Além do La Mar by Gastón Acurio, um peruanos incrível, eles também tem o Azul que serve uma espécie de fusão entre comida asiática e francesa e o MO Bar + Louge, que oferece drinks e pratos mais leves aos visitantes. Reserve aqui!

COMO Metropolitan Miami Beach

Uma das minhas opções preferidas em Miami Beach. Ele fica ao mesmo tempo perto e longe do agito e tem ótimo custo x benefício para o hotel que é o serviço que oferece. O hotel, que fica a beira mar, oferece todas as comodidades de um hotel de luxo com um preço um pouco mais acessível.

Ele está a poucos minutos da Lincon Road e a apenas 15km do aeroporto. Seus quartos são amplos e tem decoração vintage, uma das marcas registradas do hotel. Além de tudo isso conta com ótimas piscinas, serviço de praia e claro bons restaurantes. Reserve aqui!

The National, Stiles Hotel e Daddy´O

Esses são algumas outras opções de hotéis um pouco mais baratas, menos luxuosas mas ainda assim bem localizados (em Miami Beach) e com boa estrutura para os turistas. Cada um com seu benefício como estar a uma quadra da praia, ter shuttle para o shopping na porta, aceitar animais de estimação, contar com estacionamento e etc.

O que fazer

Mostrei aqui alguns programas diferentes para se fazer em Miami, acho que além das compras Miami tem muito a oferecer, mas claro, não é sempre que podemos fugir dos programas tradicionais nas cidade, por isso, selecionei algumas coisas que considero imperdíveis pra você fazer quando estiver por lá.

  • Design District: Surgiu recentemente na cidade e ganhou uma enorme notoriedade tanto para os turistas, que vão lá fotografar os famosos Wynnwood Walls, como também para os locais, dado que a região era meio abandonada e agora foi toda revitalizada e hoje conta com galerias de arte, lojas de luxo e bons restaurantes.Quem gosta de arte não pode deixar de ir conhecer e bater perna por lá. Durante a semana e aos sábados as lojas e galerias ficam abertas e é possível entrar e sair delas, vendo as obras, conhecendo os autores e vivendo um pouco uns dos bairros mais “cools” de Miami.É também lá que ficam os famosos muros de Wynwood onde os turistas fazem aquelas fotos super tradicionais nas paredes coloridas.

  • Ocean Drive/Art Deco District: Uma das ruas mais famosas da cidade não pode ficar de fora do seu roteiro. Vale passear por ali, conhecer um pouco a região, ver os prédios iguais em estilinho Art Deco. Acho bem fofo. Se não quiser perder muito tempo por ai, passe de carro devagarinho. A rua está sempre engarrafada e você vai conseguir sentir o clima e ver um pouquinho da famosa Ocean Drive.
  • Lincon Road: Outra rua imperdível no seu roteiro. Essa pode até entrar no roteiro de compras pois além dos muitos restaurantes, ela também é lotada de lojas. Como é uma rua peatonal (fechada para carros) você vai poder passear tranquilamente por ali, escolher um lugar para sentar, tomar um drink e ver o movimento das pessoas na rua.
  • Everglades: Contei sobre o passeio a Everglades aqui. Adorei ter feito isso, foi uma experiência super diferente do tradicional e muito bacana. Fizemos um tour de airboat pela região e foi ótimo. Vimos muitos jacarés super de pertinho, bem mais do que eu vi quando fui a Amazônia, por exemplo. Valeu muito a pena.

  • Coconut Grove: Nessa viagem para Miami não estive em Coconut Grove, mas na minha última estada por lá tive a oportunidade de conhecer esse bairro e adorei. É tudo super lindinho, com bares, restaurantes, lojinhas… bem fofo. Vale a visita.
  • Key Biscayne: A ilhota de Key Biscayne fica do ladinho de Miami Beach e Brickel e é um passeio super bacana e diferente na cidade. Você pode passar o dia na praia, nos restaurantes, lojinhas ou apenas da um pulo para admirar o skyline de Miami. Para saber mais, veja aqui.

  • Florida Keys: Certamente você já ouviu falar em Key West, mas talvez nem saiba que a cidadezinha mais ao sul da Flórida faz parte dos famosos Keys. O arquipélago é composto por diversas ilhas e uma estrada lotada de pontes incrivelmente linda (e gigantesca) que faz a conexão entre essas ilhotinhas: a Overseas Highway.Se você pretende ir a Key West, recomendo que vá com algum tempo. Diria para passar pelo menos duas noites por lá para conseguir aproveitar o que a região tem de melhor. Além de conhecer a cidade, você vai parando no caminho em diversos locais interessantes, vai curtindo a estrada e claro, mergulhando nas muitas praias de água turquesa que vai encontrar pelo caminho.Em Key West, aproveite para passar um dia na cidade, curtir seu hotel, os restaurantes e pontos turísticos dali e o outro separe para conhecer o Dry Tortugas National Park. Um passeio lindo onde você vai poder visitar um forte abandonado e se encantar com a vida marinha da região em um dos muitos mergulhos de snorkel que você vai fazer por lá.Sugestão de hotéis em Key West: Casa Marina, Hyatt Centric, Margaritta Ville e La Concha.

Onde comer

Ahhhhhhhhhh! Como temos opções boas para comer em Miami. Assumo que me surpreendi com as ótimas opções de restaurante que experimentei nessa viagem. Preparem-se para comer MUITO bem e gastar uma graninha também, afinal, tudo que é bom tem um preço.

  • Casa Tua: Acho que esse foi o restaurante que eu mais gostei dessa minha temporada em Miami. Um italiano escondidinho e delicioso pertinho da Lincon Road. Pedimos uma burrata de entrada que estava ótima e para o prato principal optei por uma massa trufada que estava dos deuses. O lugar é muito romantiquinho e é necessário fazer reserva. Site oficial.

  • Juvia: Restaurante super badaladinho que fica no alto de um dos primeiros prédios da Lincon Road. Se tiver a oportunidade faça sua reserva para um horário em que você consiga aproveitar a vista, mas que não perca o pôr do sol e a noite por lá. Com o escurecer o restaurante vai ficando badaladinho, com DJ, gente dançando… muito legal. Não esqueça de fazer sua reserva. Site oficial.

  • La Mar by Gastón Acurio: Já falei um pouquinho desse restaurante por aqui, mas acho que ele foi uma das maiores surpresas da viagem pra mim. Não sou muito de comidas exóticas e estava tensar de comer em um restaurante peruano. Quanto bobeira! O restaurante é incrível, a comida é deliciosa e o fato de ser peruano só interfere se você quiser dessa forma. Foi um almoço fenomenal, com uma vista linda e com alguns dos melhores pratos que pude experimentar na viagem. Site oficial.

 

  • Seaspice: Outra opção bem bacana em Miami. Optamos por deixar esse restaurante para ser o último da viagem para fechar com chave de ouro e acertamos na mosca. Almoçamos lá no dia de voltar para o Brasil e foi uma ótima pedida. Ambiente super gostoso, frutos do mar fresquinhos e um mix de agito e calmaria que é a cara de Miami. Site Oficial.

  • Cecconis: Fomos ao Cecconis experimentar o famoso brunch de domingo oferecido por lá. A comida, como era de se esperar estava excepcional. Comemos muito bem. Foi caro, mas foi uma ótima pedida. Se você estiver por lá aos domingos, não perca a oportunidade de experimentar o brunch deles. Site Oficial.

  • Prime 112: Um restaurantão de carne em South Miami Beach de colocar qualquer argentino no chinelo. Pedimos uma carne super gostosa com purê de batata com alho e aspargos e de sobremesa, deixamos espaço para os famosos “Oreos Fritos”. Bem gostoso.

  • Burger Fi: Essa é uma dica dos locais. Recebi a recomendação de uma pessoa que mora lá e outras várias que já moraram: “Troquem o Shake Shack pelo Burger Fi e vocês não vão se arrepender”. Quase dito e feito, não chegamos a trocar. Fomos nos dois e realmente amamos o Burger Fi. Recomendo muito o hamburguer chamado The CEO. É dos deuses. Muito delicioso.

  • Cheesecake Factory: Acho que essa dica talvez nem merecesse estar aqui pois muita gente já conhece, mas como eu não conheci e amei, resolvi recomendar. Estive lá em 3 dias da viagem e adorei todas as vezes. Os pratos são bem grandes e super tranquilos de serem divididos, inclusive, recomendo muito que você faça isso para poder deixar um espacinho para o gran finale: o cheesecake. Nós comemos de Oreo todas as vezes e eu amei! Estava incrível. Site Oficial.

Se você tem dúvidas de como fazer reservas para os restaurantes usando o Open Table (site que administra as reservas dos restaurantes), clique aqui. Expliquei como ele funciona há um tempo atrás.

Compras

Por mais que a gente negue ou resista (pelo menos um pouquinho), Miami é sim o paraíso das compras. Por isso, fiz um roteirinho aqui para os amantes dos shoppings e das boas compras nos Estados Unidos.

Se vocês estão procurando as pechinchas não importa o sacrifício os melhores lugares são os outlets do Sawgrass Mills (fica a uns 40 minutos de Miami Beach) e o Dolphin Mall. Lá vocês vão encontrar as principais lojas dos Estados Unidos com muitos descontos bacanas. Uma boa dica aqui é comprar o cupom de descontos do Sawgrass quando chegar lá. O boletinho custa U$10 e dá descontos variados em quase todas as lojas do outlet. Vale super a pena. Outra barbada por lá é a Saks 5th Avenue Off. Pra quem quer comprar peças de marca e pagar mais barato, vale dar uma passada lá. Eles tem bolsas de grife, vestidos de festa, calças jeans, óculos de sol… tudo com ótimos descontos.

Se a sua ideia é passear por um lugar agradável, com lojas bacanas e bons restaurantes, você não pode deixar de ir ao Bal Harbour e ao Shops at Merrick Park. Esse segundo por sinal, foi o meu shopping preferido de todos. Adorei a estrutura, os restaurante e claro, as lojas. Por lá encontrei uma das únicas Pottery Barn Kids de Miami, acreditam?! No Bal Harbour vocês vão encontrar as lojas de luxo todas reunidas em um só local.

Ufa! Acho que é isso. Aqui dá pra vocês terem uma boa noção do que fazer, onde ir, melhores restaurantes e etc. Miami é uma cidade gostosa e passear por lá, curtir as praias e as boas compras é sempre um prazer.