Esse fim de semana resolvi fazer um programa diferente e ir conhecer a Ilha da Gigóia. Pra quem não é do Rio, essa é uma pequena ilha que fica no Canal da Barra da Tijuca. Hoje, moram aproximadamente 3 mil pessoas na ilha, que pode ser percorrida em uma caminhada de mais ou menos 25 minutos.

Pra chegar na Ilha é necessário fazer uma travessia de balsa (R$2/pessoa). Os barcos partem de um pequeno pier em uma ruela entre o prédio da Unimed e o posto Shell (na Avenida Armando Lombardi), no início da Barra da Tijuca. Quem for de metrô pode descer na estação Jardim Oceânico e atravessar a rua para chegar ao pier. (A dica aqui é estacionar o carro no shopping Barra Point!)

Se você quiser que o barqueiro te leve a algum outro ponto da Ilha da Gigoia ou da Ilha Primeira (que é logo depois) você precisa falar com ele para ele te informar o valor da “corrida” e te deixar no pier mais próximo. Foi o que fizemos. Pedimos para o barqueiro nos levar até o Bar do Cícero que era nossa escolha para o almoço.

Chegamos cedo por lá pois o restaurante costuma lotar. Pegamos uma mesa na beira da água e começamos a curtir o programa. Pedimos uma porção de pastel de camarão, que estava divino. Terminamos com uma moqueca de peixe que também estava deliciosa. O prato é bem farto e servia 3 pessoas tranquilamente. Achei o Bar do Cícero com excelente custo x benefício. Inclusive é uma boa opção para quem quer comer um bom prato de frutos do mar sem gastar muito.

Lá na Ilha da Gigoia você ainda encontra outras opções bem conhecidas de restaurantes como o Laguna, o Venne e o Bistrô Gigoia. O ideal é sempre chegar cedo ou ligar para fazer reserva e garantir seu lugar.

Quem quiser um final de semana off e bem fora do tradicional, pode se hospedar por lá. A ilha oferece algumas opções de hospedagem bacaninhas pros hospedes relaxarem e descansarem fugindo do padrão: Pousada da Gigóia, Pousada Ilha Maravilha, Pousada Oásis do Barral, Pousada Barra Eco BoutiquePousadinha da Barra.

O local não oferece grandes atrativos além de relaxar e passear meio sem rumo pelas ruelas. Mas quem quiser, pode negociar com o barqueiro um passeio pelas ilhas do entorno. Esse programa custa em geral R$20/pessoa e leva aproximadamente uns 40 minutos. Dependendo do percurso você consegue ver diversas aves e até jacarés.

O programa é super legal para fazer com família, amigos e claro, com crianças e bebês. Nós fomos com o nosso carrinho que fechar pequenininho e foi super tranquilo. A Vic aproveitou muito e adorou o passeio de balsa.

Hoje vamos conversar sobre o que acontece com o sono do bebê no primeiro ano de vida. Quais são as transições? Quando posso estabelecer uma rotina? Como funciona a produção do hormônio do sono?

Estas e outras questões deixam as mães muito preocupadas e muito frustradas quando as
coisas não saem como esperado.

0 a 3 meses
Estas crianças não tem um padrão de sono. Mamam com bastante frequência porque tem uma
capacidade pequena de armazenar leite e dormem por muitas horas, chegam a fazer 18 horas
de sono dentro das 24 do dia, mas não dormem por muito tempo seguido.

O seu relógio biológico ainda não está regulado, portanto é muito importante ensinar a
diferente entre dia e noite trabalhando com sons e luminosidade e não se preocupe se a
criança precisar de muita ajuda para dormir.

Você até pode tentar colocar seu bebê sonolento no berço para que ele durma, mas pode ser
que ele tenha grande dificuldade. Não existe também um padrão para soneca. Elas podem durar de 30 minutos até 3 horas e você não saberá o que aconteceu para que ele esticasse ou não o sono. É normal. Muitos pediatras pedem para não deixar dormir por mais de 3 horas seguidas porque esse é o maior intervalo que ele pode ficar sem mamar.

Se possível, já inclua um ritual de sono desde os primeiros meses de vida do bebê. Isso vai
ajudar quando for possível estabelecer uma rotina mais regular.

4 a 6 meses
Bebês nesta idade já produzem hormônio de sono para dormir por mais horas. Geralmente
possuem horário regular para mamar e fazem 3 sonecas por dia. Uma de manhã, outra no
meio do dia e outra à tarde. A janela de sono na maioria das vezes é pequena de manhã e vai
aumentando com o passar das horas do dia.

Dormem de 12 a 16 horas (incluindo as sonecas). O tempo de sono no dia varia de 2 a 4 horas.
A soneca dura de 40 minutos até 2 horas e o tempo de sono depende da necessidade de cada
criança. Uma boa soneca tem em média de 60 a 90 minutos.

Já é possível ensinar o bebê a dormir. Se você ainda não fez isso, tente colocar o bebê no berço
ainda acordado, para que ele desenvolva o sono. Como a alimentação básica ainda é leite, é esperado que a criança mame 1 ou 2x de madrugada. Outros despertares podem ser habituais, e com uma aprendizagem de sono, eles podem desaparecer.

6 a 12 meses
A partir da introdução alimentar as crianças podem dormir apenas 2 sonecas por dia. Algumas
levam 3 cochilos até 8 meses, mas grande parte transita aos 6 ou 7 meses.

Nesta idade a maioria dos pediatras já indica que a criança não deve mais ser alimentada de
madrugada, desde que tenha uma boa aceitação dos sólidos e esteja dentro do esperado em
seu crescimento e desenvolvimento.

Entretanto algumas famílias mantém uma mamada de madrugada, que pode ser a mamada
dos sonhos (oferecida perto de 23h) ou no meio da madrugada se o bebê tiver algum
despertar. É esperado que a rotina da criança com horários de alimentação, higiene e cochilos se estabeleça bem nesta fase da vida.

Problemas de sono são muito comuns porque existe a regressão dos 6, dos 8 e dos 12 meses.
A mais forte é a dos 8 meses, quando além da regressão, existe também angústia de
separação, um pico de desenvolvimento e muitas vezes dentição. Esteja preparada. Fique
firma na forma como seu adormece e quais são as associações de sono que ele tem. É uma
etapa primordial para que seu bebê não carregue dificuldades de sono nos próximos anos.

12 a 18 meses
Nesta etapa é esperado que a criança transite para 1 soneca apenas por dia. A criança vai
começar a negar o sono do dia, e o melhor a fazer é adiantar um pouco o horário do almoço e
colocar a criança para dormir após a refeição. Dormem de 11 a 14 horas, incluindo a soneca, que vai variar de 1 a 2 horas por dia.

A partir dos 18 meses a criança levará essa rotina de um cochilo até perto dos 3 anos, porém
existem crianças que dormem até 5 anos de idade. Isso vai depender da necessidade de sono
de cada um. Falando do tempo de sono, dos 3 aos 5 anos, a criança deve dormir de 10 a 13
horas por dia, incluindo ou não um sono durante o dia.

Lembrem-se sempre que esta é uma cronologia baseada no que grande parte das crianças
fazem, porém, cada bebê é único e tem suas necessidades próprias. Se seu filho por exemplo
tiver 18 meses e ainda dormir 2 vezes por dia e além disso ter uma boa noite de sono, fique
tranquila. Como eu sempre digo, no sono não há exatamente o certo e o errado, mas sim o
que funciona para a sua família, para a logística da sua casa e para o perfil do seu bebê.

No último final de semana tive a oportunidade de, finalmente, conhecer o AquaRio – o Aquário Marinho do Rio, inaugurado em novembro de 2016. Eu estava muito animada desde o dia em que visitamos o aquário de Toronto e a Victoria ficou enlouquecida com o programa. Então, não pensei duas vezes em prestigiar, na minha cidade, o mesmo tipo de entretenimento pra ela.

Com 26 mil m² de área construída e 4,5 milhões de litros de água salgada (o mesmo que duas piscinas olímpicas de água), o AquaRio é, hoje, o maior Aquário Marinho da América do Sul e tem 8 mil animais de 350 espécies diferentes em exposição. São ao todo 28 tanques, sendo três deles, de toque para que os visitantes possam interagir com os animais.Compramos os ingressos pela internet e essa já é uma boa dica. Comprando antecipado na internet você paga mais barato (no site tem vários descontos como parcerias com bancos, descontos para moradores do Rio…) e não precisa entrar em nenhuma fila para trocar. É só apresentar o ingressos no celular e pronto.

Logo no lobby do prédio que antes abrigou o Frigorífico do Rio de Janeiro, fica uma ossada de uma baleia jubarte, encalhada na Praia da Macumba em 2014. O “esqueleto” tem 13 metros de comprimento e 47 toneladas e fica pendurado no teto de pé direito altíssimo.

O passeio começa pelo terceiro andar do prédio e logo de cara você se depara com animais mais “perigosos” como arraias, peixe elétrico, moreias, águas vivas e etc. Em seguida passa pelo tanque do Nemo (um dos mais disputados do passeio), caranguejos, lagostas, peixes coloridos e outros animais menos assustadores.

Todos os corredores são bem escuros para destacar ainda mais os tanques e os animais que habitam ali. Portanto, se você vai com o seu pequeno, vale explicar isso antes de entrar para que ele não se assuste. Vimos algumas crianças com medo dos corredores e outras com medo dos bichos “sairem” do aquário…

O grande destaque do passeio, ma minha opinião, é o Tanque Oceânico, o maior de todos. Você começa vendo ele de cima e tem até uma arquibancada para você sentar e ficar ali admirando os tubarões, arraias e peixes variados que passam pra lá e pra cá.

(DICA: As primeiras “janelas” desse tanque ficam suuuuper disputadas porque as pessoas chegam e não sabem que o tanque é imenso e continua. Por isso, recomendo que você ande até a ultima janela, ela está sempre vazia e você vai conseguir curtir muito mais a experiência sem milhares de pessoas te empurrando em volta.)

É dentro desse aquário que fica o “tunel de vidro”. Você anda por ele como se estivesse no meio dos animais. É super interessante (e super lotado também). Se quiser uma boa foto, tenha paciência e fique ai algum tempo esperando esvaziar.

E quando você pensa que acabou, chegam os tanques de toque. Sem dúvidas, uma das experiências que as crianças maiores mais amam. Acabamos não indo em nenhum pois as filas estavam enormes, mas vimos que tinham pequenas arraias, ouriços e estrelas do mar. Só fique atento ao horário de funcionamento, pois esses tanques tem horário diferenciado para que os animais não se estressem.

Não preciso nem dizer que as crianças amaram, né? Elas são bem pequenas mas mesmo assim conseguiram aproveitar e curtiram muito o programa. No geral eu achei tudo bem organizado e arrumado, mas fomos em um dia que estava muito cheio. Talvez em algum dia de semana seja melhor.

Pra quem conhece outros aquários mundo afora, talvez não ache esse grandes coisas, mas pessoalmente o programa super válido para levar as crianças. E quero muito repetir o passeio com a Vic daqui a 1 ano mais ou menos e de repente fazer alguma outra experiência como a Visita aos Bastidores, e no futuro quem sabe ela se anima para fazer a experiência de dormir no aquário.

COMO CHEGAR

O local tem estacionamento (sujeito a disponibilidade) para quem estiver de carro. As tarifas variam de preço para o período de 4h: Visitantes Associados do AquaRio: R$25,00* – A cada 30min. adicionais + R$5,00 | Visitantes com Ingressos do AquaRio: R$38,00* – A cada 30min. adicionais + R$10,00 | Rotativos comuns: R$70,00 – A cada 30min. adicionais + R$10,00. A entrada do estacionamento é pela via de serviço ao lado da praça Muhammad Ali, logo após saída do túnel 450 anos, no Porto Maravilha.

Pessoalmente acho interessante ir de VLT e combinar esse passeio com outros programas na região. Embarque na linha 1, sentido Rodoviária/Praia Formosa e desça na estação Utopia/AquaRio. Você pode estacionar seu carro na Marina da Gloria ou no Santos Dumond, pegar o VLT e ir até lá passeando, parando nos museus e nos murais do Kobra.

SERVIÇO E PREÇOS

O AquaRio fica na Praça Muhammed Ali, na Gamboa, Centro do Rio.
Funciona todos os dias das 10h às 18h, com a última entrada às 17h.

Recomendo comprar os ingressos, com antecedência pelo site oficial.
As tarifas (em setembro de 2018) são:

  • Tarifa normal: R$100
  • Brasileiros e cidadãos do Mercosul: R$80 (mediante comprovação com documento)
  • Cariocas: R$60 (mediante comprovante de residência)
  • Idosos e Estudantes: R$50 (mediante comprovação)
  • Crianças de 3 a 11 anos: R$50 (mediante comprovação)
  • Bebê até 3 anos: Não pagam

Visitamos o AquáRio em agosto de 2018. Victoria tinha 13 meses.

Niagara on the Lake foi uma grata surpresa na nossa viagem. Sabíamos que a cidade era simpática, sabíamos que era pertinho de Niagara Falls e sabíamos que as vinícolas eram um grande atrativo da região, mas não fazíamos ideia de que íamos nos apaixonar tanto.

A cidade, que já foi a capital da colônia inglesa no Canadá lá em 1792, fica na beira do Rio Niágara e do Lago Ontário (o mesmo que banha Toronto) e hoje tem aproximadamente 13 mil habitantes. Grande parte do seu desenvolvimento e da sua economia é vinda do turismo, afinal, a cidade leva o nome das Cataratas mais famosas da América do Norte e ainda é vizinha delas. Não tinha como ser diferente.

COMO CHEGAR

A melhor forma de visitar Niagara on the Lake é sem dúvidas de carro. A cidade fica a mais ou menos 1h30 de distância de Toronto, em uma estrada boa e super bem sinalizada.

Estar de carro lá é a melhor opção. As vinícolas ficam distantes umas das outras e por isso, ter liberdade é uma ótima pedida. Sem falar, que de carro fica muito mais fácil de conjugar a viagem com uma visita a Niagara Falls, por exemplo.

Nós saímos do Brasil com um carro alugado (alugamos aqui) e foi a melhor coisa, pois em cima da hora além dos carros ficarem mais caros já não tinham muitas opções. Um casal de amigos nossos, quase não conseguiu alugar pra nos encontrar lá.

Se você não quiser alugar carro, é possível contratar um transfer para fazer o programa com você. Falei sobre isso aqui, no post sobre Niagara Falls.

Infelizmente não há ônibus direto. Para ir de transporte público você deve pegar um ônibus até Niagara Falls e de lá um taxi para Niagara on the Lake. Esse taxi vai custar aproximadamente CAD50. Ou seja, já tá quase valendo a pena alugar o carro, não é mesmo?

ONDE FICAR

Eu tive uma experiência de hospedagem tão bacana que estou inclinada (pela primeira vez na história do blog hahahaha) a recomendar um hotel que não seja no bafafá. Explico: optamos por ficar em um vinícola ao invés de ficar na cidade. Sabíamos que com a Vic, acabaríamos não curtindo a vida noturna de Niagara on the Lake, então optamos por um hotel que era a 5 minutos de carro do centrinho e AMAMOS.

Ficamos no Riverbend Inn & Vineyard, um hotel-vinícola super gostoso. Ele tem uma decoração mais retrô, quartos amplos e um restaurante maravilhoso, com uma vista lindíssima do pôr do sol. Foi excepcional!

Quando estávamos lá vimos algumas outras opções bem interessantes:

  • Prince of Wales: Super bem localizado, no coração da cidade. Um dos hotéis mais renomados da cidade. A poucos passos da “praia”, de frente para o parque e do lados de várias lojas e restaurantes. (RESERVE AQUI)
  • 124 Queen Hotel e Spa: Boa opção para quem vai em família. Além de ser suuuuuper na muvuca (no ótimo sentido) tem opções de quartos com vários ambientes e quartos com cozinha também. (RESERVE AQUI)
  • Pillar and Post Inn: Outra opção super bacaninha na cidade. Tem um spa delicioso e apesar de não ser no centrinho fica a poucos minutos de caminhada da rua principal. (RESERVE AQUI)
  • Sommerset: Uma opção mais requintada e de frente para o Lago. Pra quem quer relaxar e curtir uma vista é uma ótima opção. (RESERVE AQUI)

O QUE FAZER

Acho que a melhor sugestão que eu posso dar sobre o que fazer em Niagara on the Lake é relaxar e curtir a cidadezinha. Ela é daquelas cidades de filme sabe? Toooooda florida, com uma ruazinha fofa, cheia de restaurantezinhos, comércio e um “calçadão” na beira do lago onde você pode passear e até dar um mergulho (se não tiver medo de água fria).

Na Queen St, a rua principal, você vai encontrar o Prince of Wales Hotel, o hotel vitoriano mais chique da cidade. Ele já hospedou até a Rainha Elisabeth II. Quase em frente a ele, do outro lado da rua, tem a Niagara Apothecary Museum, uma autêntica farmácia do século 19 que hoje funciona como museu.

Outro programa super tradicional por lá é o passeio de charrete. Nós não fizemos mas é um passeio super procurado (principalmente no verão) e costuma até ter filas.

Além disso, a cidade é lotada de vinícolas então, nada melhor do que separar um tempinho para conhecer a joia da casa não é mesmo? Visitei duas vinícolas por lá e vou falar um pouquinho sobre elas para vocês.

Two Sisters: A mais bonita que fomos, na minha opinião. Fizemos degustação, conhecemos a área mas infelizmente não conseguimos almoçar por lá. Quem quiser experimentar o restaurante recomendo que faça reserva com antecedência, pois ele é um dos mais famosos da cidade e é super disputado. Se for no verão peça uma mesa na varanda com vista para as parreiras é lindo. Ah! Os vinhos são beeeem gostosos.

Peller Estates: Acho que é a mais famosa vinícola da região. Seus vinhos são deliciosos e já são importados mundo afora. O restaurante dessa vinícola é um pouco mais requintado (e consequentemente caro), mas nem por isso fica vazio. Reserve com antecedência se quiser comer por lá. Nos fizemos um wine tasting e comemos uma tábua de queijos no bar da vinícola e foi ótimo.

Last, but not least… um programa que tem que fazer por lá é passear de carro pela Niagara Parkway, uma estradinha linda que liga Niagara on the Lake a Niagara Falls. Esse programa funciona melhor se você estiver de carro, mas se estiver a pé (e com disposição) pode alugar uma bicicleta e fazer o trecho pedalando. Quase toda a estrada tem uma bela ciclovia para os ciclistas passearem.

ONDE COMER

Nós fizemos todas as refeições de um dia inteiro por lá, então conseguimos experimentar alguns restaurantes para dar as dicas por aqui. Mas não se preocupe com isso, na Queen St., o que não faltam são opções simpáticas de restaurantes e bistrô para você comer bem.

  • Riverbend Inn: O restaurante do nosso hotel foi o maior achado dessa viagem. Pegamos uma mesa na varanda, com vista para o pôr do sol, a coisa mais linda do mundo. Obvio que a comida também estava maravilhosa, mas sabe quando o ambiente é tão perfeito que já vale? Nesse restaurante foi assim.

  • The Epicurean: Sentamos nessa restaurante num fim de tarde para tomar um vinho e comer uma tábua de frios enquanto as pessoas passavam pra lá e pra cá na rua do nosso lado. Muito gostoso.
  • Treadwell Cousine: Outra opção bem gostosa de restaurante por lá. Foi onde almoçamos depois da tentativa frustrada de ir no restaurante da Two Sisters.
  • Sorveteria Cows: Essa dica nem é de restaurante, mas é de sobremesa IMPERDÍVEL. A Cows é a sorveteria mais famosa da cidade e tem sorvetes divinos. Faça uma parada ali para experimentar pelo menos um sabor.

COMPRAS

Na Queen St. você vai encontrar muitas lojinhas interessantes. A que mais chamou a minha atenção foi a loja de Natal. Uma loja enoooorme só com itens natalinos e que funciona o ano inteiro. Fiquei apaixonada e com vontade de comprar a loja inteira.

Logo ali do lado, tem uma loja de doces diferentes e com edição especial, super bacana. E umas lojas de sabonetes artesanais e perfumes deliciosas.

Mas se você quer compra mesmo, calma que por lá você também encontra. Não exatamente lá, mas no caminho. Entre Toronto e Niagara fica o Outlet Collection at Niagara, um daqueles shoppings abertos cheeeeio de lojas a preços excelentes. Quando nós fomos, estava valendo mais a pena fazer compras nesse outlet do que nos EUA. Os preços estavam iguais, sendo o dolar canadense estava mais barato que o americano quando eu viajei. Ou seja, valeu super a pena!

Enfim… a cidade é uma delicia e super charmosinha. Se você está planejando ir a Toronto não pode deixar de dar um pulo em Niagara on the Lake, mesmo que faça isso combinando sua visita com Niagara Falls ou que faça em um bate e volta de Toronto (apesar de achar que vale a pena passar uma noite por lá, viu!?). Tenho certeza que você não vai se arrepender da visita e vai voltar encantado com a cidadezinha.

Para ler mais posts sobre o Canadá clique abaixo:

Viajamos em junho de 2018. Victoria tinha 11 meses.