19
abr 2017

CqA TV: Islândia

Aiiiiiiiiiiiii que delicia que é ver esse video e rever essa viagem! Como eu amei a Islândia, como amei conhecer esse lugar incrível e como eu queria voltar pra lá agora mesmo pra conhecer tudo que faltou, revisitar os lugares que eu adorei e aproveitar um pouquinho mais desse país que eu gostei tanto.

Acho que nesse video vocês conseguem ver um pouquinho do que vivemos nos 4 dias que passamos por lá. Os passeios que fizemos, os lugares que conhecemos, as emoções que sentimos… tudo!

Gostaram? Estão querendo conhecer a Islândia? Se ainda tem alguma dúvida, esse post vai ajudar vocês a definir isso. Acreditem, é um lugar que vale MUITO a pena e não pode ser deixado de lado. Vocês vão amar.

Se vocês gostaram desse video, não esqueçam de curtir no joinha e de se inscrever no canal. Se quiserem receber notificações de novos videos, basta clicar no sininho. Lembrem-se que quem tá inscrito, assiste sempre primeiro! =)

Contei pra vocês no video de compras da viagem que uma das aquisições que eu fiz na Europa foi o shampoo Oh So Straight, do Phil Smith. Já conhecia a marca e já tinha testado alguns produtos como o serum da mesma linha. Então, quando vi o shampoozinho na prateleira da Poundsland por míseros £1, não resisti! hahahaha

Tô usando o shampoo desde o momento em que comprei ele durante a viagem e já percebi algumas coisas nele: ele limpa muito bem apesar de não fazer muita espuma. O que pra mim é um ponto positivo e um ponto negativo. Ele não é o tipo de shampoo que hidrata o cabelo, mas ao mesmo tempo acho que nem é essa a função dele. E por último, acho que ele atua pouco no que ele se vende, que é “abaixando” os fios. Pessoalmente, sempre que uso tenho a sensação de que o meu cabelo ta menos liso que antes, sabem!? Fico com vários fios arrepiados e uma sensação meio de cabelo despenteado, sei lá.

No geral, não foi um shampoo que eu amei e eu não vou recomprar. Ele limpa bem, mas não faz o que promete. Não que seja um shampoo ruim, entendam, mas para o meu cabelo não funcionou tão bem. Então, não amei.

Onde comprei? Na Poundsland, mas achei pra vender aqui.
Quanto? Paguei £1, mas achei aqui por R$49,90.

17
abr 2017

York | Inglaterra

Hoje vamos falar da cidade que eu mais amei conhecer no Interior da Inglaterra: York. A cidadezinha me pegou de jeito. As pessoas são simpáticas, os restaurantes são gostosos, as ruas são lindinhas e agradáveis… sabe quando tudo conspira a favor? Então, pra York foi exatamente assim. Tudo perfeito.

Se você tem pouco tempo para conhecer o interior, se está em Edimburgo ou se quer escolher apenas um lugar para visitar, York pode ser a sua escolha ideia. Vá com tudo, você não vai se arrepender.

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A cidade

York é uma cidade histórica murada na confluência dos rios Ouse e Foss em North Yorkshire, na Inglaterra. É uma tradicional cidade do condado de Yorkshire, a qual dá o seu nome. Tem uma rica herança e tem servido de cenário para grandes eventos políticos na Inglaterra durante a maior parte de seus dois milênios de existência. Oferece uma grande variedade de atrações históricas, dos quais a Catedral de York é a mais proeminente, e uma variedade de atividades desportivas e culturais tornando-se um destino turístico popular para milhões de pessoas.

A cidade foi fundada pelos romanos como Eboraco em 71 d.C.. Tornou-se a capital da província romana da Britânia Inferior, e mais tarde dos reinos de Nortúmbria e Jórvík. Na Idade Média, York cresceu como um importante centro de comércio de lã e tornou-se a capital da província eclesiástica do norte da Igreja da Inglaterra, um papel que ela manteve.

No século XIX, Iorque tornou-se um centro da rede ferroviária e um centro de fabricação de produtos de confeitaria. Nas últimas décadas, a economia de Iorque passou a ser dominada por suas indústrias relacionadas com a estrada de ferro e confeitaria para aquela que presta serviços. A Universidade de Iorque e os serviços de saúde tornaram-se os principais empregadores, enquanto o turismo tornou-se um elemento importante da economia local.

A partir de 1996, o termo Cidade de Iorque descreve uma área da autoridade unitária que inclui áreas rurais, para além dos antigos limites da cidade. Em 2011, a área urbana tinha uma população de 153 717 habitantes, enquanto que em 2010 toda a autoridade unitária tinha uma população estimada em 202 400 pessoas. Fonte: Wikipedia.

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Como chegar

Chegar a York saindo de Londres é bem tranquilo. De transporte público, a melhor opção para quem sai de Londres, é pegar um trem que o deixará na cidade em aproximadamente 2h.

Outra opção é pegar um tour saindo de Londres ou da cidade que você estiver. O que não faltam são opções desse tipo por lá. Existem diversos bate-volta que, inclusive, incluem a entrada na catedral e algumas outras atrações da cidade.

Se você estiver em Edimburgo e quiser cruzar a fronteira até York, são 4h de carro ou pode também vir de trem ou de ônibus. O que não faltam são opções de transporte público saindo das grandes cidades.

Nós estávamos de carro, então, foi bem tranquilo chegar. Saimos de Bath em direção a York. O GPS te direciona direitinho para a cidade e para quem estiver sem um GPS, não precisa se preocupar, existem milhares de placas no caminho indicando a direção correta.

Como contei, alugamos um carro na RentCars e fomos dirigindo. Quem quiser saber mais sobre como é dirigir na Inglaterra (na mão inglesa), clique aqui.

Onde ficar

Como costumo dizer por aqui a localização é um fato decisivo pra mim quando o assunto é hospedagem e dessa vez não foi diferente. Ficamos em um hotel super bacaninha em uma das principais ruas da cidade. Mas não entendam mal, isso é ótimo.

Nosso escolhido foi o Indigo York. Um hotel moderninho, bem localizada e com um café da manhã daqueles de cair o queixo. Como expliquei aqui, nessa viagem, valorizamos hotéis que tinham estacionamento ou algum tipo de facilidade nesse sentido. O que era o caso desse. Mas eles nos surpreenderam. O quarto era uma delicia, super bem decorado, com banheiro amplo, mimos como kit kat liberado no quarto (uepaaa!!!), água fresquinha… realmente o hotel ganhou nosso coração.

Pesquisamos outras boas opções na região como os luxuosos: The Grand Hotel and Spa e o Judges Lodging – a Thwaites Inn of Character. São, como todos os outros, super bem localizados e mais caros e luxuosos. Além deles vimos algumas opções tão boas quanto porém um pouco mais acessíveis:  Park inn by Radisson, Best Western Dean Court Hotel e Best Western Monkbar Hotel (outra ótima opção na cidade!).

O que fazer/Quanto tempo ficar

Assim como em Bath, passei um dia inteiro por lá. Cheguei no final de um dia, passei o dia seguinte inteiro e fui embora na manhã do outro dia. Assumo que poderia ter ficado mais. Não porque havia muito mais para conhecer, mas porque a cidade é uma delicia e vale a pena “gastar” seu tempo por lá. Hoje, se refizesse meu roteiro, talvez eu colocasse 2 dias inteiros por lá ou pelo menos 1 dia e meio.

Como de costume, acordamos preparados para fazer um walking tour na cidade. Sabia que tinha muita coisa linda para ver e que a cidade era cheia de história. Então, aproveitei o primeiro horário do walking tour (tem as 10h15 e as 11h e dura mais ou menos 2h o passeio) para conhecer melhor a cidade, a muralha, a catedral e seus cantinhos escondidos.

york inglaterra europa o que fazer onde ficar dicasSe você vai passar um ou mais dias por lá, talvez seja interessante comprar o YorkPass. Eu e o Alexandre usamos lá e foi ótimo. Além das entradas gratuitas em diversas atrações, ele também dá descontos em lojas, restaurantes, bares e etc. Vale muito a pena! Ele custa £38 e se paga rapidamente se você visitar 2 ou 3 atrações da cidade.

Outra coisa que eu acho bem legal é você passar no centro de informações turísticas da cidade. Além de poder comprar o seu YorkPass por lá, você consegue mais dicas e informações sobre as atrações, vê se a cidade está recebendo algum evento ou se está comemorando alguma ocasião especial e ainda consegue cupons de descontos para bares e restaurantes, que disponibilizam seus flyers por lá.

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  • York Minster: é a maior construção gótica da Grã-Bretanha, que levou 250 anos para ficar pronta – e que é um dos principais ícones da cidade. A visita é imperdível. A catedral é lindíssima por dentro e seus vitrais chamam atenção.
  • Castle Howard: é a propriedade privada da família “Howard”, que resolveu fazer da casa uma atração turística e abriu para o público o espaço que um dia pertenceu aos seus ancentrais. Pagando a entrada inteira pode-se visitar o interior da casa – que ainda preserva os móveis e detalhes de quando ainda era habitada.

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  • Cliffords Tower: A torre do antigo castelo que foi destruído. A torre em si não tem nada demais, porém, a vista lá do alto é magnífica. Você consegue ver toda a cidade, as torres da catedral… vale a pena pelas lindas fotos
  • York Castle Museus: Um museu que fica bem em frente a Cliffords Tower e faz parte do castelo que existia ali no passado. É interessante ver como tudo era e ver a parte mais moderninha onde eles mostram brinquedos antigos, carruagens, cidades e etc. As crianças vão a loucura.

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  • The Shambles: Ruazinha fofa cheia de lojinhas, chocolaterias e restaurantes.
  • Jorvik Viking Centre: Entramos nesse espaço porque estavamos com nossos passes e porque queríamos entender melhor a história Viking na cidade. Não achei nada demais, e não acho que vale pagar pra entrar, mas se você tiver tempo ou estiver com crianças talvez seja interessante.

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  • Museum Gardens: Nossa primeira parada no walking tour foram os jardins do Yorkshire Museum e da Biblioteca. O lugar é lindo. É lá que fica a Abadia de Santa Maria, outro ponto lindo e muito fotogênico na cidade.
  • York Brewery: A cevejaria da cidade não pode ficar de fora de quem vai conhecer York. Quando chegamos ela já estava fechada, mas ainda assim, me pareceu ser super bacaninha e valer a visita.

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  • Muralhas: Outro programa que eu adorei fazer foi passear pelas muralhas da cidade. Elas dão a volta em todo o centrinho e são super gracinha. Você passa por trás da catedral, vê a cidade por outro ângulo e ainda faz um passeio diferente. Ah! A entrada nas muralhas é gratuita!

Onde comer

Comemos muito bem em York. A cidade é lotada de bons restaurantes, pubs, bares, cantinhos secretos e boa comida. Vou indicar alguns lugares que fomos e que estava incrível:

  • Blue Bicycle: Restaurante difícil de conseguir lugar. Reserve com antecedência se fizer questão de conhecer. Além dos horários super restritos de expediente o local é muito procurado.
  • Ambiente Tapas: Fica coladinho no Blue Bicycle e é uma ótima opção para quem quer beliscar e tomar uns drinks. Atenção especial ao croquete de jamón que é de cair o queixo.
  • Côte Brasserie: Restaurante delicioso que jantamos na nossa última noite por lá. Boa comida, ambiente bacana e preço honesto.
  • House of Trembling Madness: Um dos pubs mais legais que fomos. Foi indicação de um casal de amigos (Tks Dani e Gus!) e é muito bacana. Ele fica no 2º andar de uma loja de cervejas e é bem pequenininho. Prepare-se para dividir mesa com outras pessoas e para beber cervejas incríveis.
  • The Old White Swan: Outro pub muito famoso na cidade, principalmente para os locais. A noite tem música ao vivo e o local fica lotado.  Chegue cedo ou se quiser ficar perto da banda, reserve sua mesa com antecedência.

Amei, amei, amei York. Taí um lugar que eu gostaria de voltar um dia. Achei a cidade incrível, com um clima delicioso e senti falta de passear mais, conhecer mais, entrar mais nas ruelas, nas lojinhas, ver as feiras…

Se você puder incluir apenas uma cidade no interior da Inglaterra no seu roteiro, eu digo com toda certeza pra você incluir York. Foi a minha preferida e ganhou meu coração.

Se você tiver interesse pode acessar o site VisitYork para ter acesso a outras informações sobre a cidade, dicas, atrações diferenciadas… e pode seguir o perfil da cidade no instagram @visityork para ver as fotos da cidade e já começar a entrar no clima.

Special thanks to VisitYork team for all their support and for helping us organize the perfect time in the city.

Um pouco antes de engravidar assumo que já vinha olhando perfis de decoração infantil, roupinhas e coisas do tipo. Sou virginiana e o fato de ser super organizada me permite fazer essas coisas com certa antecedência e “licença poética” para não parecer maluca (o mesmo aconteceu com o casamento! hahahaha). Então, assim que descobri que era menina e tive o aval para começar a organizar tudo do quarto, não pensei duas vezes e coloquei a mão na massa.

Cheguei a orçar alguns arquitetos para me ajudarem, mas acabei optando por fazer sozinha mesmo. Além de economizar, achei que eu daria conta do recado dado que eu quarto que eu estava planejando não era tão difícil de fazer e eu podia realmente me inspirar na internet.

Foi exatamente assim que eu fiz. Achei um quarto na internet que eu me apaixonei perdidamente. Foi amor a primeira vista e de lá pra cá eu estou fazendo TUDO sozinha. Sozinha com o Alexandre, claro, mas sem a ajuda de profissionais. E sabe de uma coisa… so far, so good. Está tudo funcionando muito bem. Por isso, vim aqui dar umas dicas para vocês que pretendem fazer o quartinho do seu bebê sozinhas também.

Inspire-se: Ache um estilo, uma foto, uma paleta de cores ou alguma coisa que sirva de inspiração para você. Isso é fundamental para que o quarto não vire um carnaval e você consiga seguir uma linha de pensamento e decoração coerente. Os sites de decoração infantil, o instagram e o Pinterest são ótimas fontes para essa sua pesquisa. Eu sigo vários perfis pra ter ideias e me inspirar e acho super válido.

Estude: Você quer uma coisa diferenciada? Quer seguir uma linha de “criação”/decoração no quarto? Então leia muito sobre isso e estude o assunto. Por exemplo, hoje é muito fácil encontrar diversas informações sobre o quartinho Montessoriano. Mas se você não quer esse tipo de quarto para o seu filho, então, leia sobre como você quer montar, o que faz questão que tenha no quarto, se curte feng shui procure saber como aplicar, se tem um quartinho pequeno veja como aproveitar melhor os espaços…

Escute o relato de outras mães: Veja o que realmente é importante ter no quarto. Pergunte, tire dúvidas, fale sobre produtos e marcas, veja se aquela cadeira linda de amamentação com encosto baixo vale realmente a pena, se o trocador dentro do armário é uma boa ideia, se é importante colocar ou não blackout no quarto… Parecem coisas bobas, mas você não é a primeira mãe no mundo. Suas amigas que já são mães já passaram por isso, já se deslumbraram com a decoração do primeiro filho e certamente já compraram coisas úteis e coisas inúteis para os quartos dos seus filhos. Elas vão poder ajudar.

Faça um projeto: Ideias na cabeça? Hora de colocar em prática. Tire todas as medidas do quarto (tamanho das paredes, alturas, janela, armários…) e anote tudo. É disso que você vai precisar na hora de encomendar os móveis e começar a decorar tudo. Tem alguns sites como o Floorplanner em que você consegue montar o seu projeto online. Esse é o site que eu estou usando e tem sido uma mão na roda pra mim. Com ele a gente consegue visualizar a disposição dos móveis, ver se cabem da forma como a gente imaginou, se as distâncias são boas e ainda consegue ver tudo em 3D depois. Bem legal.

Pesquise: Algumas lojas te ajudam a montar um projeto, outras apenas te vendem os móveis, algumas outras conseguem fazer tudo sob medida… nessa hora você tem que pesquisar e ver o que é bom pra você. Compare preços, pesquise modelos, medidas e veja o que funciona para você. Hoje existem modelos de berço que viram cama, outros que são tudo em um (o famoso berção, que já vem com trocador, berço e cama auxiliar), outros que viram casinha e escrivaninha. Ah! Aproveitem as promoções de início e meio de ano, em geral os preços caem bastante e vale super a pena.

Não deixe para última hora: Sei que no início é tudo novidade e a gente fica atordoado com tantas funções e atividades relacionadas a gravidez e ao bebê. Mas acredite, não deixe para resolver tudo na última hora. No final, você já vai estar mais cansada, com barrigão, pés inchados, disposição quase zero… além disso, muitas dessas lojas levam quase 2 meses para entregar os móveis, ou seja, você vai precisar calcular esse tempo de entrega na hora de pensar na organização de tudo. Sem falar que você não vai querer ficar nos 45 do segundo tempo tendo que se estressar com loja de móveis, marceneiro, papel de parede e coisas do tipo né?! Lembre-se de sempre calcular um pequeno atraso em todos os serviços que você contratar, afinal, nunca se sabe o que pode acontecer.

Hora de decorar: O “grosso” já está decidido? Móveis comprados, armário escolhido, papel de parede aplicado?! É hora de brincar de casinha e começar a decorar de fato. Siga a dica da paleta de cores para não deixar que o quarto vire um carnaval. Pesquise itens bacanas na internet, em sites de decoração e em revistas, isso vai te ajudar a ter ideias e se inspirar. Se o quartinho tem um tema, melhor ainda. Sites como Elo7 e Etsy tem muitos objetos fofos e exclusivos de decoração. Se você preferir, existem shopping especializados em crianças e bebes com muitas lojas que também vendem essas coisas.

Faxina geral: Depois de tudo montado e pronto, faça uma faxina daquelas super pesadas no quarto. Dentro dos armários, paredes, teto, luminárias, cortinas, janelas, ar condicionado e tudo mais que possa ter algum tipo de contaminação. Afinal, um bebezinho quase indefeso está chegando para morar nesse ambiente e toda limpeza e cuidado é pouco.

Pronto, agora acho que vocês estão super prontos para receber esse baby que vem por ai. Pessoalmente, estou achando bem mais fácil e prazeroso do que eu imaginava. Estou curtindo muito montar o quartinho, escolher pessoalmente item por item para colocar lá e começar a ver tudo se realizando. Não fiz um quarto de cinema e honestamente, nem era essa minha intenção, fiz um quarto simples, mas que está ficando exatamente como eu queria. Estou adorando o resultado e estou muito satisfeita comigo mesma e com a minha habilidade de ser “wanna be arquiteta e design de interiores” hahahaha.