seguro viagem grávida coisas que amamos(Com 11 semanas em Varadero, Cuba)

Quem lê o blog há algum tempo já sabe que sou do time que faz campanha a favor da compra de seguro viagem. Já falei aqui diversas vezes sobre isso, já expliquei porque acho que o seguro do cartão de crédito não é a minha primeira opção e porque SEMPRE que eu viajo eu compro um seguro pra mim, pro Alexandre e agora pra Victoria.

Mas quando estava grávida essa minha preocupação aumentou. Na primeira viagem internacional que fiz, não tinha nem 12 semanas ainda, foi quando fui para Cuba. Então comecei a pesquisar sobre o seguros e a importância de se ter um seguro específico que cubra gestantes.

seguro viagem grávida coisas que amamos

(Com 20 semanas em Stonehenge, Inglaterra)

Vemos muitos seguros no mercado, mas nem sempre lemos as letrinhas pequenas do contrato e em muitos contratos você tem lá escrito que gestantes não tem cobertura. Por isso é importante sim, ler com calma o contrato e saber se o seguro que você está comprando cobre ou não gravidez.

Acabei fazendo três viagens internacionais durante a gravidez e em cada uma delas usei uma empresa diferente de seguros. Graças a Deus não precisei acionar nenhuma delas, mas em todas li o contrato e todas diziam especificamente até que semana a cobertura iria (alguns cobrem até a 34ª semana, outros apenas até a 28ª), que você deveria ter uma autorização médica para viajar (eu levei em todas as viagens uma autorização escrita em inglês pra não ter riscos) e etc.

seguro viagem grávida coisas que amamos(Com 28 semanas em Miami, EUA)

O blog tem parceria com a Real Seguros, e por isso, sempre fecho com eles. Uma coisa ótima é que eles comparam preços e coberturas de várias empresas do mercado, então, você consegue ver se cobre gravidez, quanto custa, quais despesas estão cobertas e etc. Se você ainda assim ficar insegura, é só tirar as dúvidas com um dos atendentes. Eles são super solícitos. Na viagem pra Cuba me ajudaram muito e me deram várias orientações.

Resumo: Acho fundamental sim uma grávida fazer um seguro viagem. Na hora de contratar o seu, é muito importante prestar atenção nas letras miúdas do contrato e ver o limite de semanas de gestação para a viagem e se tem alguma outra exigência da seguradora como autorização médica ou qualquer coisa do tipo.

Ok, talvez esse post devesse ser entitulado de “Alimentação do meu bebe nessa viagem”, por que vou falar específicamente de como fizemos com a comidinha da Victoria nessa ida ao Uruguai. Choveram perguntas sobre como a Vic comeu, o que ela comeu, como fizemos… Postei no stories o video dela comendo uma bananinha e muita gente ficou curiosa sobre como eu fiz. Pra vocês entenderem como funcionou pra mim nessa viagem, tenho que começar do início.

(Mamãe comendo and bebendo e a Vic olhando, porque já estava almoçada!)

Victoria tinha 7 meses e estava no início da introdução alimentar quando viajamos. A introdução dela foi lenta e gradual, como eu escolhi que seria. Ela se adaptou super bem as frutas e comeu todas que experimentou numa boa. Mas estava um pouco resistente as comidas salgadas. Ou seja, chorava, virava a cara, cuspia tudo, fazia escândalo e a grande maioria das vezes acabava não comendo. #hajapaciência

Seguindo a orientação da nutricionista e do pediatra, a comida da Victoria é feita no vapor, amassadinha no garfo e sem sal. Os temperos são naturais e de verdade como cebola, alho everdinhos. No momento da viagem, a Victoria ainda não jantava (atrasamos a introdução do jantar por causa da viagem) então a rotina alimentar dela estava assim:

7h30 – acorda e mama
9h30 – fruta
12h – almoça
15h – fruta
17h30 – mama
19h30 – mama e dorme

Bom, dado isso eu tinha que me organizar para ela comer 2 frutas por dia e almoçar. As frutas eram fáceis de resolver. Todo café da manhã de hotel tem frutas, então, ainda no Brasil, dei pra ela experimentar as frutas mais comuns de achar em hotel: banana, mamão, maçã, pera, melão e melancia.

As comidas sim eram uma questão pra mim. Eu pensei em trazer papinhas prontas dos EUA para ela comer, pensei em ficar em hotéis com cozinha ou alugar apartamentos para poder fazer alguma coisa para ela lá, mas tudo me parecia ou muito desconfortável ou muito nada a ver com o que a gente pretendia. Até que pensei no Empório da Papinha. (Não, isso não é publi)

Eles fazem papinhas fresquinhas, orgânicas, sem conservantes e com comida de verdade. Pra 6/7 meses eles vendem cremes e sopas, como a Vic começou a introdução já com alimentos amassadinhos, optei por comprar as sopas com pedacinhos para 8+.

Quando liguei para fazer a compra, informei que estava indo viajar para o Uruguai e eles foram super eficientes na embalagem das papinhas. Colocaram tudo em um isopor com gelo seco (para ficarem congeladas por até 24h), lacraram o isopor e pelo lado de fora colocaram um aviso em espanhol que aquilo era comida de bebe, liberado pela Anvisa… Esse isopor foi dentro da mala, despachado junto com ela. Chegando lá só precisamos colocar pra congelar novamente.

Todo dia de manhã nós escolhíamos uma papinha, pedíamos para alguém na cozinha do hotel esquentar e colocávamos no potinho térmico. Quando era hora do almoço dela, era só preparar ela pra comer e pronto. No dia seguinte, a mesma coisa.

“Mas Nathalia, que coisa pouco prática. No Uruguai também tem bebês em fase de introdução alimentar, era mais fácil comprar alguma coisa por lá.” Verdade, talvez fosse mesmo, mas eu optei por fazer uma coisa que eu acredito que era o melhor pra ela. Ela estava com dificuldade no início da introdução, não queria comer, já tinha provado as papinhas e tinha gostado. Sem falar no fato de serem orgânicas, fresquinhas, sem conservantes… seguindo a linha que eu aplico e casa. Eu podia comprar alguma coisa lá, provavelmente ia ser mais prático sim, mas não era o que eu considerava a melhor opção pra ela naquele momento. Ponto final.

(Lanchando uma batatinha doce no dia que chegamos do Brasil. #musafitness)

Então, foi basicamente assim que funcionamos durante os 8 dias de viagem. Levei 9 papinhas + 2 papinhas de manga (fruta que eu sabia que não seria fácil de encontrar lá e que ela ama) no isopor, despachamos dentro da mala, mantivemos congelado mesmo mudando de hotel (levamos de um pro outro dentro do isopor com gelo normal).

DICAS:

  • Vale levar um pouco de detergente e uma esponjinha pra lavar os itens da comidinha deles no hotel;
  • Leve mais de um potinho térmico, as vezes a frutinha precisa ficar geladinha também;
  • Não esqueça o pratinho e talheres próprios;
  • Nos usávamos uma pastilha de esterilização ou pedíamos pro pessoal da cozinha do hotel jogar o uma água fervendo nas coisas de vez em quando, para dar aquela limpada mais profunda;
  • Uma lancheirinha térmica também é bem vinda pra carregar as coisas;
  • Eu levei um babador lavável e vários babadores descartáveis que são ótimos pra dar comidinha na rua, porque eles ficam imundos ai você joga fora e pronto. (Achei pra vender aqui)

Como falei, foi assim que eu fiz. Que funcionou pra mim. Não significa que seja a melhor forma, a forma mais prática ou a melhor forma pra você. É apenas a minha experiência que eu resolvi compartilhar depois de receber algumas perguntas sobre o assunto.

Colonia del Sacramento foi uma parada na nossa slow travel para fazer exatamente com que a viagem fosse mais tranquila e calma. Enquanto 90% das pessoas que visitam a cidadezinha fazem um bate e volta de Buenos Aires ou de Montevidéu, nós optamos por passar a noite lá e conhecer um pouco mais do que ela tem a oferecer.

A cidade tem origem na antiga cidade de Colônia do Santíssimo Sacramento, fundada em 22 de janeiro de 1680 por Manuel Lobo, então Governador da Capitania Real do Rio de Janeiro, a mando do Império Português no século XVII. A área onde localiza-se a fundação portuguesa hoje faz parte do Centro Histórico (também conhecido como cidade antiga) e é reconhecido pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade.

Como chegar?

Colonia del Sacramento fica a mais ou menos 180km de Montevidéu, isso dá aproximadamente 2h de carro. Nós alugamos um carro e viajamos de Montevidéu até lá e foi ótimo. As estradas são boas, bem sinalizadas e seguras. Como a Victoria estava com a gente, pedimos um bebê conforto no ato do aluguel e foi tranquilíssimo fazer a viagem.

Outra opção é ir de ônibus ou passeios turísticos. Tem muitas agências que vendem passeios de um dia para Colonia com saídas de Montevidéu. Em geral você sai cedinho da capital uruguaia e volta no final do dia.

Uma outra pedida é chegar em Colônia de barco. A cidade fica a apenas 1h de barco rápido saindo de Buenos Aires. Sim, é mais perto da capital argentina do que da uruguaia. As empresas que fazem esse transporte de barco são: Buquebus, Seacat ou Colônia Express. Se for apenas passar o dia, procure a opção daytrip no site para ver se o preço fica mais em conta.

Lembre-se que se vier de Buenos Aires, você terá que fazer imigração na ida e na volta, por isso, organize-se para “perder” esse tempo e chegue pelo menos 1h antes do horário de saída do seu barco.

Quanto tempo ficar

Esse é um assunto meio polêmico. A cidade antiga, que é a parte mais visitada pelos turistas, é bem pequenininha. Em um dia você consegue ver tudo com calma, fazer fotos e comer em algum restaurante gostoso. Por isso tanta gente faz bate e volta para lá.

Eu optei por passar a noite pois estava a caminho de Carmelo e porque queria ver o tão famoso por do sôl da cidade. Não me arrependo nem um pouco. Acabei ficando um dia inteiro também. Cheguei por volta das 11h de um dia e sai às 12h do outro dia. Por isso, minha recomendação é de passar a noite por lá, se for possível. A cidade fica mais vazia, você vê aquele por do sol lindíssimo, vê a cidade antiga a noite, iluminada… é bem bonito.

Seguro Viagem

Para entrar no Uruguai você não é obrigado a apresentar nenhuma comprovação de que tem um seguro de viagem, como é feito na Europa. Porém, como sempre falo por aqui independente de onde você vá, na minha opinião, é imprescindível ter um seguro. É o famoso “Vai que…”. Muita gente usa o do cartão de crédito e eu já falei sobre os prós e os contras aqui.

Hoje em dia, recomendo e uso esse site aqui, que é um comparador de preços e coberturas. Já há alguns anos fecho com eles (inclusive faço os seguros da Victoria) e estou muito satisfeita. Agora, eles são parceiros do blog, então, confio ainda mais.

coisas que amamos comissão real seguros

Moeda/Câmbio

A moeda no Uruguai é o peso uruguaio. Recomendo que vocês troquem pouco dinheiro, pois, por incrível que pareça você não vai usar tanto a moeda corrente. Essa foi uma dica do concierge do nosso hotel em Montevidéu e foi realmente uma barbada!

Assim como na capital pagávamos com cartão de crédito nos restaurantes para ter a devolução de 22% do imposto. E lá como ficamos super bem localizados, só andamos a pé.

Em alguns lugares de Colônia você também consegue usar o peso argentino. Como a cidadezinha é muito frequentada por turistas que vem da capital do país vizinho, algumas lojinhas mais turísticas aceitam a moeda argentina.

Onde ficar

Como essa foi a nossa primeira viagem com a Victoria optei por hotéis confortáveis e bem localizados. Achei que isso era bem importante para a nossa “qualidade de vida” na viagem e acertei na mosca. Ficamos no Radisson Colonia del Sacramento e foi ótimo. Ele fica fora da cidade antiga, mas super pertinho, e na beira do Rio.

Os quartos são super amplos, o café da manhã é ótimo e super variado (o que foi fundamental para a gente pois pegávamos várias frutinhas para a Vic comer!) e claro, tem uma estrutura boa com restaurante, piscinas (uma aquecida coberta e uma com borda infinita na beira do rio), sala de jogos para criança e até mesmo um cassino. Honestamente, acho que ficaria lá novamente mesmo sem a Vic. hahahaha Gostei bastante do hotel.

Foto da galeria desta acomodaçãoFoto da galeria desta acomodação

Na minha opinião, sem dúvidas os melhores lugares para se hospedar em Colônia são próximos a cidade antiga. Por isso, nem cogitei sair muito dessa área. Outra opção que eu vi lá que achei bem legal foi o Charco Hotel. Ele fica dentro da cidade murada e é bem luxuoso e moderninho. A Pousada Boutique Las Terrazas é outra boa opção próxima ao centrinho. A Posada Don Antonio é mais simples e consequentemente mais baratinha, mas não menos simpática.

Quem preferir pode também alugar um apartamentinho. Achei a Casa Francis uma excelente opção nesse sentido. Linda, bem localizada, moderna e com uma vista de camarote para o pôr do sol.

A minha última dica é: se você estiver de carro e quiser ficar em um super hotel pagando um pouco mais barato. Recomendo muito o Spa Hotel La Reserve. Ele fica a 2km da cidade murada, mas é um super hotelzão delicioso, com spa e com preço ótimo por ser mais afastado da cidade.O que fazer

Bom, como eu falei, o big deal de Colonia del Sacramento é a cidade antiga, murada. Então, basicamente você vai bater perna por ali. Andar, andar, andar, tirar fotos, parar para um drink, andar mais…

  • Farol: É um dos pontos mais famosos da cidade. Você pode subir até lá em cima para ver Colonia do alto.
  • Portão da Cidadela: É portão que fica na entrada da cidade antiga/murada.

  • Muro: Bem ao lado do portão ainda resiste uma parte do muro que um dia envolveu a cidade antiga. Nesse trecho é possível subir no muro, tirar umas fotos e ver a cidade lá de cima.
  • Calle de los Suspiros: Um ruazinha famosa por ser o local por onde os escravos passavam suspirando antes de serem executados.

  • El Drugstore: Um bar/restaurante diferentão e super famosinho por lá. Pelo que dizem o ambiente é beeem melhor do que a comida. Vale para sentar e tomar um drink.
  • Basílica del Santíssimo Sacramento: considerada a igreja mais antiga do Uruguai.
  • Portinho (ou Porto de Iates): Não é de ondem partem os barcos para Buenos Aires, é um “pier” com alguns banquinho e uma linda vista para o pôr do sol.
  • Cassino: O maior cassino da cidade fica coladinho no Radisson e super pertinho da cidade velha.

Onde comer

Ficamos pouco tempo na cidade para recomendar muitas opções, mas almoçamos no restaurante do Hotel Charco, o Charco Bistrô e adoramos. Ambiente super agradável e comida deliciosa. Vale muito a pena.

Como falei acima, o El Drugstore é bem famosinho mas muita gente diz que a comida não está boa, por isso, recomendo sentar lá para tomar uns drinks e ver o tempo passar.

O famoso chivito numa versão meio chique no Charco Bistrô

Vai com crianças?

A Victoria é um bebê e por isso os lugares que visitamos não fez tanta diferença pra ela, mas a grande dica para quem vai a Colonia del Sacramento com os muito pequenininhos é: andar por lá com carrinho pode ser bem complicado, opte pelo canguru pois as ruas são cheias de pedras e bastante esburacadas. Isso vai ser beastante desconfortável para o seu bebê e trágico para o carrinho.

Outra informação importante é: os cassinos não aceitam menores de 18 anos, nem mesmo se eles forem bebês pequenininhos ou crianças de colo, sem idade para entender do que aquele ambiente se trata. Eles pedem documentação para qualquer pessoa que entre no cassino e possa parecer ser menor de idade.

Pra mim, Colonia del Sacramento surpreendeu muito positivamente. Estava com pouca expectativa da cidade, até por que a maioria das pessoas que visita passa apenas algumas horas e acho que perde uma das coisas mais lindas que vimos por lá, que foi o pôr do sol.

Achei a cidade muito simpática, muito graciosa e muito interessante de conhecer. Essa coisa de andar, se perder e se achar é muito gostoso. Vale sim, fazer o bate e volta, mas se você tiver a possibilidade  de dormir ao menos uma noite por lá tenho certeza que você não vai se arrepender.

Se quiserem saber mais sobre  a minha viagem pelo país:
Leia aqui sobre Montevidéu
– Leia aqui sobre Carmelo e Carmelo Resort and Spa – A Hyatt Hotel.

Viajamos no Carnaval de 2018. Victoria tinha 7 meses.

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Como vocês sabem, estive há pouco tempo na Walt Disney World, em Orlando, e uma das coisas que pesquisei muito antes de ir, foi a respeito do Memory Maker. Sou apaixonada por fotografia e queria muito ter bons registros desse momento. Primeira viagem da Vic, Disney – um lugar mágico, viagem em família… eu tinha mil motivos para registrar essa viagem mais do que tudo.

Pra quem não sabe, o Memory Maker é um pacote de fotos da Disney. Você tira fotos com os fotógrafos profissionais que estão espalhados pelos parques e pelo complexo Disney e depois tem acesso a todas elas. Além das fotos dos fotógrafos, você tem direito também a todas as fotos que forem tiradas nas atrações dos parques: fotos nos brinquedos, fotos com os personagens…

Optei por não comprar o Memory Maker antes de ir e ver se realmente ia valer a pena. Queria saber se as fotos ficariam boas, se eu ia querer compra-las, se o meu grupo ia querer parar para fotografar… no final das contas, acho que se você tem paciência para fotografar e gosta, vale a pena sim. As fotos ficam lindas, os fotógrafos são uns fofos (e ficam estrategicamente posicionados nos melhores lugares do parque para a foto ideal) e o pacote, no fim das contas vale muito a pena.

Comprando com antecedência de 3 dias do primeiro uso, o Memory Maker custa U$169. Se comprar no dia, lá no parque mesmo, pela internet ou depois que as fotos forem tiradas, ele custa U$199. Se considerarmos que cada foto custa em média U$20/U$25 com 8 a 10 fotos o pacote já vale a pena.

Uma outra coisa que achei muito legal é que todo mundo da mesma família pode dividir o preço do pacote de fotos. Quando você cria um login no app da Disney, você pode montar um grupo da sua família para que todas as fotos tiradas por todos sejam agrupadas naquele mesmo espaço e todo mundo possa ter acesso. Ou seja, se vocês se separarem no parque ou se a família for grande e não for todo mundo junto no brinquedo, não tem problema, todos terão as fotos disponibilizadas no mesmo espaço sem precisar pagar a mais por isso.

Você quer comprar mas não sabe como? Calma que eu te ajudo!

A primeira coisa que você deve fazer é tentar finalizar a compra pelo site. Eu passei dias e dias tentando e não consegui. Por isso, recomendo que se você também não conseguir pelo site, o aplicativo da Disney é a solução.

Para finalizar a compra você precisa estar logado no aplicativo Disney Experience e ter um cartão de crédito internacional em mãos.

A partir daí é super simples. O aplicativo é bem intuitivo e fácil de finalizar a compra.

Mas como funciona na hora?

É bem simples. Toda vez que você tirar uma foto ou sair de um brinquedo que tenha foto você vai registrar sua magic band ou seu ingresso numa maquininha disponível. Seja com os fotógrafos, seja na saída do brinquedo.

Você, e todos os membros do seu grupo, podem fazer isso em todos os brinquedos que em foto e com os fotógrafos. No final, todas as fotos ficarão agrupadas no item photos do site ou do app e todo mundo do grupo terá acesso.

E como as fotos chegam até mim?

Para fazer o download das fotos você deve estar com o memory maker comprado.  Seja isso feito antes ou depois de usá-lo.

Se você preferir fazer como eu fiz, olhar as fotos antes de comprar o memory maker, saiba que você terá acesso as fotos, porém, elas estarão lotadas de marca d´água da Disney e você não vai conseguir salvar nenhuma delas.

No final das contas, achei que vale muito a pena e sem dúvidas, na minha próxima viagem para lá vou comprar novamente, mas dessa vez, vou comprar com antecedência e economizar U$30.