01
ago 2018

Yummy Tip: Lasai

Fui ao Lasai comemorar 4 anos de casada na semana passada e não pude deixar de registrar pro blog como foi a nossa experiência gastronômica, em um dos poucos restaurantes cariocas com estrela Michelin.

Assumo que fui um pouco tensa. Restaurante “chique”, com estrela Michelin, sem o cardápio no site e sabidamente “caro”. Logo eu, com paladar infantil… medo! Mas esse medo foi por água abaixo no minuto que entrei no restaurante e os garçons vieram falar com a gente.

Na verdade, tudo começou um pouco antes. Quando fizemos a reserva pelo site, colocamos no campo de comentários as minhas muitas restrições alimentares (não chego a ser uma chata para comer, mas assumo que não curto muito os verdes e coloquei isso lá, aproveitei e coloquei também que tenho paladar infantil, vai que ajuda o pessoal né?). No dia de irmos ao restaurante eles ligaram para o meu marido para entender melhor minhas restrições, perguntar sobre o que de fato eu comia e não comia e se preparar.

Quando chegamos no Lasai, o garçom que nos atendeu não só já sabia nossos nomes, como havia decorados nossas restrições alimentares e preferências. MUITO LEGAL! Achei de uma delicadeza sem tamanho.

Ele nos apresentou o cardápio, que muda diariamente de acordo com o que tem de mais fresquinho nos fornecedores deles naquele dia, e nós optamos pelo menu degustação, chamado de “Festival” (R$345) por eles. Essa opção vem com 8 aperitivos, 1 entrada, 3 principais e 2 sobremesas. É comida para caramba. A outra opção é o “Não me conte histórias” (R$295) que é uma espécia de a la carte onde você escolhe uma entrada, um principal e uma sobremesa dentre as opções que eles te dão no cardápio.

Como falei pra vocês, eu não curto muito verdes e tenho paladar infantil, logo, estava tensa com a experiência. Mas eles entenderam tão bem o meu gosto, e acertaram em tudo tão perfeitamente, que não posso nem dizer que não foi incrível. Os aperitivos estavam deliciosos, pra mim veio: crocante de milho com queijo, cebola com amendoim, batata roxa com amendoim e empadinha de amendoa. Na segunda leva, tivemos: pãozinho com barriga de porco, gnocchi de legumes na manteiga de garrafa, “tartar selado” de peixe branco e pão no vapor com vagem. Beeeem gostoso!

A entrada foi uma das coisas que eu mais gostei: ovo cozinho em baixa temperatura com cogumelos salteados e caldo de frango. Estava surreal de bom. Acompanhava um pãozinho da casa para você passar no ovo! Yummy!

Começaram a chegar os principais… o primeiro foi um peixe com pupunha. Surreal, o peixe desmanchava na boca. O segundo foi uma carne de vaca com cenourinhas e pure de aimpim e o terceiro (que eu já não estava mais aguentando) foi um porco com mandioquinha frita. Tudo MUITO gostoso mesmo. Mas assumo que quando o porco chegou eu já estava bastante satisfeita. E ainda tinham duas sobremesas…

As sobremesas estavam de comer rezando. Uma pena eu não ter conseguido comer tudo! hahahah Por que estavam deliciosas. A primeira foi um sorvete de chocolate branco com goiabada e capim limão, e a segunda foi um petit gateau de chocolate com farofinha de chocolate branco. SURREAL!

Resumo da história: o restaurante surpreendeu por ter conseguido me agradar com todas as dificuldades que eu impus com tantas restrições alimentares. Me surpreendeu também pelo preço. Assumo que achei que seria bem mais caro. E o atendimento me deixou embasbacada. Todos muito gentis, simpáticos, prestativos e sabendo na ponta da língua tudo que eu e o Alexandre não comíamos!

Valeu MUITO a pena. Recomendo demais. Acho que quem quer ter uma experiência culinária diferente e valiosa, pode ir de olhos fechados lá. Vale o investimento, vale uma comemoração especial e vale pela comida deliciosa que você vai comer.

Serviço:
Lasai
Rua Conde de Irajá, 191 – Botafogo
(21) 3449-1834
(21) 3449-1854
http://www.lasai.com.br/
Reservas pelo site.

Conhecer Niagara Falls nunca esteve na minha listas de prioridades, mas assumo que depois que estive em Foz do Iguaçu (e me apaixonei) o desejo de ver mais uma grandiosidade da natureza aumentou, e muito.

Com a nossa ida para o Canadá definida, resolvemos que iríamos a Niagara Falls, nem que fosse apenas para dar um check e conferir se o lugar era mesmo tão bonito como falavam. Ainda bem que fomos. É uma beleza totalmente diferente de Foz, aliás, isso vai virar post em breve, mas é muito lindo sim.

A CATARATA

As Cataratas do Niágara ficam exatamente na divisa entre os Estados Unidos e o Canadá. De um lado Ontario, do outro lado o estado de Nova York. A Catarata é composta por três grupos de cachoeiras: as canadenses, as americanas e o véu da noiva.

Apesar de não ser excepcionalmente alta, as Cataratas do Niágara são muito largas, sendo facilmente a mais volumosa queda d’ água localizada na América do Norte. Quando o volume de água é alto, cerca de 168 mil m³ de água cai das quedas cada minuto.

Uma curiosidade: Niágara significa trovoada das águas. E quem a nomeou assim, foram desbravadores europeus que estavam na região disputando terras com os índios.

COMO CHEGAR

Sem dúvidas a melhor forma de chegar a Niagara Falls, pelo lado canadense, é alugar um carro. Dessa forma você tem mais liberdade para ir e vir a hora que quiser, parar no caminho, conhecer outros lugares e claro, ter o seu tempo ali nas Cataratas. Sem dúvidas a opção mais rápida e prática. Foi como fizemos e foi bem tranquilo.

Saindo de Toronto você pode também ir de ônibus. As empresas Megabus e Greyhound levam até a cidade. O valor da passagem é em média CAD20, cada perna. Chegando na rodoviária você terá que fazer uma caminhada de mais ou menos 4km para chegar as cataratas ou pegar um taxi.

Contratar um shuttle também é uma boa opção. Eu indico a Diana, da Intermundo Canadá (+1 647 569 6560). Foi ela nos atendeu em Toronto, tem carro grande, fala português, tem cadeirinha para colocar no carro se você tiver um bebê e é um amor de pessoa.

ONDE FICAR

A minha melhor sugestão e recomendação para você é: hospede-se em Niagara on the Lake. A cidade fica a 20 minutos de Niagara Falls e é uma gracinha. Muito mais agradável para ficar. De qualquer forma, como sei que as vezes não conseguimos montar o nosso roteiro de viagem exatamente como queremos selecionei alguns hotéis nas duas cidades para você.

  • Niagara Falls

Aqui tem taaaanta opção de hotel, que achei melhor selecionar alguns de rede que eu conheço e que sei que são bons ou tem bom preço. Na hora de tomar a sua decisão acho que vale pensar da seguinte forma: prefiro ter vista (ou estar bem perto) da catarata e mais afastado um pouco da rua principal ou vice e versa? Tomando essa decisão você escolhe entre algum desses hotéis aqui.

Sheraton on the Falls | Best Western Fallsview | Radisson Fallsview | Holliday Inn | Hilton

Se por acaso nenhum desses hotéis te atender, você pode ver outras opções clicando aqui.

Foto da galeria desta acomodaçãoFoto da galeria desta acomodação

  • Niagara on the Lake

Riverbend Inn: Foi o hotel que nos hospedamos. Ele não fica exatamente no centrinho, mas é em uma vinícola e tem um restaurante delicioso com uma vista de cair o queixo.

Pillar and Post Inn and Spa: Ótima opção para quem vai no inverno pois o spa deles é uma delicia e eles são super bem localizados.

Prince of Wales: Um dos hotéis mais procurados da cidade. Fica super bem localizado na esquina de maior movimento da cidade.

The Charles Hotel, Somerset e 124 Queen Hotel são outras ótimas opções super bem localizadas na cidade. Pertinho dos restaurantes, lojas e claro, do lago. Se quiser ver mais opções de hotéis, pousadas e apartamentos em Niagara on the Lake, clique aqui.

Foto da galeria desta acomodaçãoFoto da galeria desta acomodação

O QUE FAZER

Acho que aqui não preciso falar muito né? Você vai andar muuuuito pelo calçadão que beira as cataratas, tirar milhares de fotos, admirar os barquinhos que chegam super perto da queda d´água, passear, passear e passear. Esse é um programa pra fazer com calma, pra admirar a natureza. Se você, como eu, só vai passear pelo calçadão. Em uma manhã você consegue ir e vir com bastante calma, fazendo muitas fotos e parando para admirar a paisagem a cada passo.

Se você quer um pouco mais de emoção e está indo visitar as Cataratas no verão, pode fazer os passeios de barco. O Maid of Mist é o barco da empresa Hornblower que te leva bem pertinho das quedas e sai do lado canadense. Junto com seu ticket você ganha uma capa de chupa, que serve apenas para ilustrar porque mesmo com ela você vai sair completamente encharcado. Prepare-se. Ah! Se você costuma enjoar em barco, pense duas vezes. Li em todos os blogs que os barco balançam muito.

Outro programa super interessante para fazer por lá é o “Journey Behind de Falls“. O programa nada mais é do que passear por túneis construídos em 1846 e chegar a uma plataforma na parte inferior da Horseshoe Fall, a maior queda de Niágara.

Outro programa bastante procurado por lá é a Skylon Tower. Uma torre de observação com 160m e uma excelente vista para as Cataratas. Pessoalmente, achei ela um pouco detonada e não tive muito interesse em subir.

Last but not least… o sobrevôo de helicóptero. Eu achei o vôo suuuuper legal. Amo fazer esse tipo de programa que te dá uma perspectiva totalmente diferente do lugar. Ver as Cataratas do alto foi incrível. O vôo é bem rápido em 15 minutos você faz o passeio, e o piloto pode fazer com emoção se você (e as outras pessoas do vôo quiserem). No meu helicóptero tinham várias crianças que amaram isso.

Você pega o helicóptero na sede da Niagara Helicopters, a empresa oficial dos vôos na região. Ela fica a uns 15 minutos de carro da Catarata em si. O vôo começa ali, passa por cima da hidrelétrica, vai sobrevoando o rio até chegar em cima das Cataratas de fato. Ali o piloto voa em 8 para todo mundo do helicóptero tenha uma boa visão da Catarata. Bem legal!

DICAS

Uma das coisas que me falaram assim que eu estava chegando lá foi a respeito do estacionamento. Parar o carro por lá é super caro. O estacionamento “público” cobra mais ou menos CAD25 e os cassinos cobram CAD20. Ou seja, uma graninha alta. A dica é: procure pelo ihop que fica logo no alto da rua em que está a torre de observação e estacione lá gratuitamente. Em menos de 5 minutos você vai estar nas Cataratas e não vai precisar pagar uma fortuna para parar o carro.

Outra dica legal é sobre o horário de visitação. Quanto mais cedo você chegar, mais vazio vai estar e mais fácil vai ser fazer fotos sem ninguém por perto. O lado ruim disso? A luminosidade pode não ser a melhor. Quanto mais para o meio dia, mais verdinha fica a água pois o sol bate de cima na Catarata.

Se você só for andar pelo calçadão não se preocupe em levar roupa extra, por lá você não vai ficar tão molhado. Mas se resolver fazer os passeios de barco ou o que vai embaixo da queda d´água prepare-se para ficar encharcado e precisar trocar de roupa depois.

Se você tiver tempo de sobra passeio um pouco pela cidade de Niagara Falls. Sim, apesar desse ser o nome da Catarata é também o nome da cidade. Lá é uma cidade com vida noturna, cassinos, restaurantes e muito turismo. Mas se você estiver com o tempinho contado, faça suas fotos e corra para Niagara on the Lake, você vai se apaixonar.

Para ler mais posts sobre o Canadá clique abaixo:

Quem é leitor das antigas aqui o blog talvez já saiba dessa história. Talvez já tenha lido meu breve relato sobre esse “causo”. Mas nunca fui mais a fundo com isso. Até hoje.

Senti vontade de falar mais sobre o que me aconteceu, porque não é todo dia que temos uma história dessas pra contar. E também porque por mais incomum que isso seja, esse relato pode ajudar algum de vcs em uma situação parecida. (Espero que não, mas…)

o que fazer quando picada por um escorpiãoNa ambulância, a caminho do hospital. A cidade não tem táxis e esse foi o único transporte que conseguimos para ir para o hospital. Nessa hora já estava um pouco mais tranquila apesar da dor.

Há 3 anos atrás resolvi passar o carnaval na Amazônia com um grupo de amigos. Escolhemos um hotel bem legal, mais chiquezinho porque apesar de estar na Amazônia ninguém ali queria passar perrengue. Chegamos lá e o quarto era um sonho… lindo, super bem decorado, charmoso… tudo que tínhamos imaginado e mais um pouco.

O encantamento começou a acabar no primeiro banho. O chuveiro, que fica no meio do quarto (sem porta ou cortina), tinha um piso por onde escorria a água. Por esse mesmo piso, subiam varias mini pererecas. Era um inferno na hora de dormir. Colocamos varias toalhas molhadas no chão pra elas não subirem e entrarem no quarto.

Depois de 2 noite e muitos bichos no quarto (apesar da tela), fomos dormir cedo pois no dia seguinte tínhamos um passeio na hora do nascer do sol. No meio da noite eu senti a picada. Na verdade, estava dormindo e senti alguma coisa andando em mim e dei um tapa imediatamente. Foi nessa hora que ele me picou, bem mão entre o dedão e o indicador. A dor na hora foi beeem grande, mas assumo que o susto de ver que tinha sido picada por um escorpião foi ainda maior.

Fiquei muito nervosa, mas consegui sair do quarto pra chamar um funcionário do hotel enquanto meu marido ficava de olho no escorpião. Depois de matar o bicho é que a situação começou a complicar pois a dor da mordida começou a se tornar uma fornecia muito forte que foi tomando conta de todo o meu braço. Colocamos ele num pote pra levar pro hospital e ligamos pra uma amiga médica que estava viajando com a gente.

o que fazer quando picada por um escorpiãoNo dia seguinte de manhã logo após a minha alta, pensando em como ir para o hotel.

Na mesma hora fomos pro hospital público da cidade. Estávamos em Novo Airão, uma micro cidade na Amazônia. Chegando lá, achei que seria uma coisa corriqueira e todos soubessem lidar com a situação, só que não! Para o meu espanto eu virei atração turística do hospital e uma enfermeira chamava a outra e a outra pra ver “uma menina que foi picada por um escorpião”.

O plantonista cubano, por sua vez, deixou claro que nunca tinha tratado um caso de picada de animal peçonhento pois isso não acontecia muito em seu país e ele estava a pouco tempo no Brasil. Dado esse cenário comecei a entrar levemente em pânico.

Nesse meio tempo meu marido e a amiga médica (que foram comigo para o hospital), acharam um cartaz igual aqueles de trabalho de escola, feito na cartolina com as indicações do que fazer em caso de picada de escorpião, cobra, aranha… analisamos o bicho que eu levei com o cartaz e identificamos o tipo de escopião e como proceder. Graças a Deus minha picada foi leve e eu não precisei de soro/antídoto pra mordida. Mas tive que ficar em observação até as 7h da manhã no hospital, e nesse horário só fui liberada porque eu disse que a minha amiga médica ia tomar conta de mim! Hahahahahaha

Ou seja, tenso! Com relação a picada e dor, passei quase 1 semana sem sentir a mão e 3 dias sem conseguir mexer o dedão e o indicador. Foi bem ruim.

o que fazer quando picada por um escorpiãoO “bichinho”. Ele devia ter uns 12cm de ponta a ponta. Nojento e assustador.

Achei que o hotel fez pouco caso e não deu muita assistência, tampouco se desculpou oficialmente. A noite seguinte foi horrível pois não consegui dormir nada com medo de outro escorpião e pra piorar apareceu uma aranha gigante na parede. Ok que ela ficou na mesma posição toda a noite, mas mesmo assim foi bem ruim.

O que eu aprendi com isso? 1. Seguro viagem é fundamental em qualquer circunstância, em qualquer viagem e para qualquer destino. 2. Shit happens. Por isso é bom estar preparado e não deixar que isso acabe com a viagem. 3. Em caso de picada de animais peçonhentos, leve o bicho para o hospital e vá o mais rápido possível.

E esse foi o caso do dia em que fui mordida por um escorpião. Na melhor das hipóteses, que foi o meu caso, você vai ter história para contar, relembrar e compartilhar. Espero que nunca aconteça com vocês, mas se acontecer… já sabem o que fazer!

02
jul 2018

Yummy Tip: Le Blond

Há algumas semanas eu estava tentando conhecer o mais novo empreendimento do chef global Claude Troigos, o Le Blond.

A casa que abriu no final do Leblon tem filas homéricas na porta desde o dia da inauguração, independente da hora ou dia da semana. Por conta disso nunca tinha conseguido ir conhecer.

Mas esse final de semana tomamos coragem, nós preparamos psicologicamente para a fila que pegaríamos e fomos até lá. Cheguei às 21h do sábado, e tinham 14 mesas na minha frente. Tudo bem. Segui o melhor esquema que pude pensar: coloquei o nome na lista e fui pra Dias Ferreira fazer hora até ser chamada. Em 1h20 nos sentamos.

O restaurante é simpático, com uma decoração que me remeteu aos bistrôs franceses (apesar de achar que a ideia deles nem é essa) e não muito grande.

Começamos o jantar com algumas entradas que o garçom recomendou: ovo poche Paul Bocuse, bruschetta de Parma e picles e bonbons de Brie. Achamos todos gostosos, mas nada excepcional.

Para o prato principal, o pessoal da mesa não foi muito criativo. Três pessoas pediram o peixe com banana caramelizada e purê de baroa, e eu pedi o risoto de camarão trufado. Tudo bem gostoso. Inclusive esses pratos também são servidor no Chez Claude. Aliás, vários dos pratos de lá são.

Para terminar a orgia alimentar pedimos o Petit Gateau de Doce de leite com queijo canastra. De-li-ci-o-so! Comemos dois. Hahahahahaha Tudo isso regado a vinho, claro. Levamos 2 garrafas e pagamos R$42 pela taxa de rolha. Achei honesto.

No geral achei o restaurante gostoso. Não amei, mas achei bom. O atendimento foi excelente, a comida é gostosa e o preço é o que se espera de um restaurante no Leblon que leva a marca/nome do Claude. O ponto negativo na minha opinião: o restaurante é realmente muito barulhento. Fomos tarde, já não estava mega lotado e ainda assim tínhamos que falar alto (em uma mesa redonda de 4 pessoas) para conseguir nos ouvir. Chato isso né?

Resumindo: achei bom, apesar de barulhento. Iria novamente mas pessoalmente achei a experiência de ir no Chez Claude bem melhor. Portanto, se eu tivesse que escolher entre eles (e digo escolher pq os dois são perto, do mesmo chef, com comida parecida, mesmo estilo e preços iguais) ia optar pelo Chez Claude.

Serviço:

Le Blond
Av. Ataulfo de Paiva, 1321 – Leblon
Tel.: (21) 3322-1440
Não aceita reserva