Estive em Miami a pouco tempo e resolvi fazer um post diferente dos que eu costumo fazer por aqui. Selecionei alguns programas que são “fora da caixinha” que eu adorei fazer na cidade para compartilhar com vocês.

Sei que a maioria das pessoas pensa que Miami é um lugar apenas para praia, compras e bons restaurantes. Esse post é exatamente para ajudar a quebrar um pouquinho esse mito e dar sugestões de lugares novos, passeios atípicos e programas fora da rota super turística da cidade. Espero que vocês curtam! =)

1. Spa day no Mandarim Oriental: Está exausto das compras e precisando de um descanso? Esse é o programa perfeito para você. Minha recomendação aqui é: tire uma manhã ou tarde para curtir o delicioso Spa do Hotel Mandarin Oriental. Posso falar por experiência própria que você não vai se arrepender de fazer isso.

Você não precisa ser hóspede para utilizar o spa. Faça sua reserva com antecedência, escolha pelo site o protocolo que mais te agradar e relaxe. São várias opções de massagens, tratamentos e terapias. Pra todos os gostos, estilos e bolsos.

O spa é lindíssimo, o atendimento é daqueles de cair o queixo sabe? Desde a pessoa que te recebe no check in, até a forma como você é tratada antes do tratamento, na sala de espera… Juro que tô até agora encantada com o banheiro lindo (e delicioso) e com o roupão mais felpudo que eu já usei na vida! hahahahah

Ah! Pro programa ficar ainda mais completo, aproveite para terminar o programa fazer uma deliciosa refeição no La Mar, o restaurante peruano do hotel. Sou suspeita para falar porque amei muito e olha que sou meio fresca para comer hein! A comida é magnífica (sério!) e a vista é linda. Pra garantir, recomendo que você faça uma reserva. Eu fui almoçar e adorei, mas acho que no jantar deve ser incrível também.

2. Airboat Tour nos Everglades: Esse foi um dos programas que eu já estava planejando antes mesmo de decidir passar tantos dias em Miami. Queria conhecer os Everglades, me sentir na abertura de CSI Miami (#soudessas) e ver os tão falados jacarés da Florida pessoalmente.

Depois de verificar que o programa era super ok para grávidas (tem um pouquinho de emoção, mas não balança, não sacode e não me senti em risco em nenhum momento), agendei meu horário e comprei meus ingressos, tudo pelo site mesmo. Escolhi uma empresa que não fosse tão distante da cidade para garantir que não precisaríamos nos locomover tanto.

Encontramos com o pessoal do passeio em um posto de gasolina na estrada e de lá eles nos guiaram até o local onde começaria o passeio. O esquema é bem tranquilo, você entra no seu airboat e um guia/piloto sai em busca dos jacarés parando em locais estratégicos para você admirar e fotografar a fauna e flora local.

Os jacarés ficam bem perto do barco e dá um medinho porque eles te encaram mesmo, mas como eles entendem que aquele barco é um grande bicho, eles não fazem nada e não atacam. Pelo menos, nunca houve registro de ataque aos barcos.

O passeio é legal de fazer com crianças maiores. Bebês e crianças muito pequenas não são permitidas. Claro que tem que ter cuidado porque se cair na água, já era. Mas é um passeio tranquilo. Se achar que seu filho vai ter medo, fique no “andar de cima” das cadeiras pois elas ficam mais afastadas da água e dão uma sensação maior de segurança.

Lembre-se: Se for no verão, leve protetor solar, repelente e um chapéu/boné (que não voe quando o barco andar!). Se for no inverno, vá agasalhado pois o barco vai rapidinho e o vento é friozinho.

3. Pegar uma prainha em um Parque Estadual: Já que está em Miami, que tal conhecer um lugar diferente e fora do roteiro comum? E o melhor, conseguir ainda aproveitar uma prainha daqueles com areia branquinha, sem ondas e água cristalina. Nada mal né?

É exatamente isso que você vai encontrar na praia de Bill Bags, em Key Biscayne. A praia fica dentro do Bill Bags Cape Florida State Park, um parque estadual onde além de ir a praia você pode fazer trilhas, andar de bicicleta, fazer picnics e conhecer um dos faróis mais antigos da Florida.

Para entrar no parque você pagar U$5 por carro e ganha um mapinha para percorrer tudo. Paramos bem em frente a praia e conseguimos ver a área de picnic (com churraqueiras disponíveis), os restaurantes, a praia e claro, o farol. O local é bem tranquilo e a praia é uma ótima opção para as crianças. Não tem onda, quase não venta e é um local onde é possível admirar tartarugas marinhas. Não tivemos essa sorte, mas isso deve acontecer com frequência pois há várias placas espalhadas pela praia. Achamos que o programa valeu para sair do basicão praia em South Beach e para conhecer mais a cidade.

Aliás, outra dica para complementar o programa é na volta da praia, almoçar no The Rusty Pelican. O local tem uma vista linda do skyline de Miami e a comida muito gostosa. Eles funcionam non stop desde as 11h, por isso, não se preocupe com a hora que vai chegar, mas lembre-se que nos finais de semana e a noite o local fica super lotado.

O que acharam? Programas legais e bem diferentões né? Pra todos os gostos e bolsos também. Se vocês tiverem dicas de outras coisas bacanas de se fazer por lá e que saiam do roteiro comum, deixem aqui nos comentários e vamos ajudar os viajantes a conhecer um outro lado de Miami, ainda pouco explorados pelos turistas.

Esse video é suuuuper especial pra mim e apesar de ser bem pessoal achei que valia compartilhar com vocês essa emoção que foi contar para os nossos amigos e familiares que eu estava grávida e que a Victoria estava chegando. Conseguimos gravar vários momentos, várias pessoas e como a gente contou pra todo mundo sobre a minha gravidez. Então, nesse video, reuni essas gravações pra que elas não se percam e para que a gente fique sempre com essa lembrança tão legal.

Edição: Julia Zettel (juliamzettel@gmail.com)

Só pra vocês entenderem: contamos para os nossos pais no Natal. Eu e o Alexandre temos pais separados, então, contamos para cada um deles separadamente. Esperamos o fim da troca de presentes e fingimos que tínhamos esquecido de um presente pra eles. Com os nossos amigos, contamos em partes também. Em duas situações eu fingi que íamos tirar uma foto e estava filmando a reação de todo mundo e na outra, reunimos vários amigos em casa e mostramos o vídeo da ultra. Foi muito legal!

Eu amei reunir tudo em um só lugar e guardar essa recordação (e choro todas as vezes que eu vejo! hahahah). Muito legal ver a reação das pessoas né? Se vocês gostaram, não esqueçam de curtir no joinha e de se inscrever no canal para assistir aos videos primeiro e ter acesso a conteúdo exclusivo. Cliquem no sininho para receber notificação sempre que tiver video novo!

Esse fim de semana fiz um programa que eu amo, mas que por algum motivo inexplicável não faço tanto quanto eu gostaria: tomar café da manhã em um lugar diferente. Como foi aniversário de uma amiga, ela escolheu ir no Empório Jardim que fica dentro do Instituo Moreira Sales, na Gávea.

Há muitos anos atrás eu tinha ido até o local passear e ver uma exposição, mas acho que na época nem tinha ainda a possibilidade de tomar café da manhã por lá. Chegamos relativamente cedo, 9h50, e o local abria às 10h. Como estávamos sem reserva foi o timing perfeito. Conseguimos mesa com tranquilidade. Mas a primeira dica já fica aqui: reservem antes de ir e peçam uma mesa na área externa que é muito mais agradável.

O Empório Jardim assumiu a cafeteria a pouco mais de 6 meses e na minha opinião já fez um ótimo trabalho. Achei o atendimento bacana e as comidas estavam deliciosas. Lá, funciona meio que em um esquema “cartela”. Você vai marcando o que você quer e eles vão trazendo conforme você solicita.

A variedade de comidinhas é enorme. Inclusive funciona bem para quem tem interesse em fazer um brunch por lá, por mais que as comidas sejam mais de café da manhã, no cardápio você encontra drinks mais suaves como mimosa e Aperol.

No geral achei um programa muito bacana e que vale a pena ir. Boa comida, ambiente agradável e preço justo. Não é o lugar mais barato do mundo, mas ainda assim 80% das coisas tem um preço honesto. Ah! Se você estiver com crianças e bebezinhos, vai adorar… o ambiente é super kids friendly e na área externa do café tem bastante espaço para estacionar seu carrinho de bebê e passear com seu filhote no meio das árvores do local.

Empório Jardim no Instituto Moreira Sales
Rua Marquês de São Vicente, 476 – Gávea.
(21) 3284-7424
Estacionamento gratuito no local.
Das 10h às 20h.

Continuando os posts sobre a minha viagem pelo Reino Unido hoje vou contar para vocês como foi o meu passeio pelas Highlands e Inverness, que ficam no norte da Escócia. A ideia aqui é ajudar quem está pensando em fazer o mesmo roteiro ou um roteiro bem similar, por isso, vou tentar detalhar tudo ao máximo para que vocês não fiquem com dúvidas.

Highlands e Inverness

As Terras Altas, em inglês Highlands, são a zona montanhosa do norte da Escócia. A língua gaélica escocesa é atualmente falada apenas em algumas regiões das Terras Altas. Seu centro administrativo e capital é a cidade de Inverness. Politicamente, as Terras Altas caracterizavam-se até o século XVIII por um sistema feudal de famílias – os famosos clãs escoceses.

Antes do século XIX, havia grande concentração de habitantes; porém, a Revolução Industrial e outros eventos sócio-econômicos resultaram na migração dos habitantes dessa região para áreas urbanas. Atualmente, as Terras Altas têm grande escassez de habitantes.

O catolicismo permaneceu influente nessa zona ao longo da História da Escócia, que se notaram nos Levantes Jacobitas. Nas Terras Baixas, por outro lado, predomina o protestantismo. Fonte: Wikipedia.

Como chegar

A melhor forma de conhecer as Terras Altas e Inverness, na minha opinião é de carro. Foi exatamente assim que eu fiz e acho que foi perfeito. Você vai parando a cada paisagem linda que vê na estrada, faz as coisas no seu tempo e pode ir descobrindo lugares novos ao longo do caminho.

Saímos de Edimburgo de carro e seguimos em direção a Inverness com algumas paradas no caminho. Fizemos as seguintes paradas na ida: Castelo de Stirling, Lagos (paramos em vários no caminho), Falls of Dochart, Ben Nevis, Spinbridge (cidade para fotografar a montanha), Bridge of Oich (fraquinha!), Fort Williams, Castelo de Urquhart, Loch Ness e Inverness.

A nossa ideia foi conhecer, na ida, o lado direito do Trossachs National Park e, na volta, o lado esquerdo, fazendo um desvio por Skye e conhecendo o famoso Loch Lomond. Como voltamos até Glasgow, o roteiro fechou exatamente como queríamos.

Na volta as nossas paradas foram: Skye (paramos em muitos lugares para tirar foto, que lugar incrível), Eilean Donan Castle, Loch Lomond e Glasgow, nosso destino final.

As estradas na Escócia são ótimas e super bem sinalizadas. Como contei, alugamos um carro na RentCars com GPS e fomos dirigindo. Bem tranquilo. Quem quiser saber mais sobre como é dirigir na Inglaterra (na mão inglesa), clique aqui.

Se você não quiser dirigir existem várias opções de tour de um, dois ou mais dias que saem de Edimburgo e vão até Inverness parando por alguns desses pontos. Você encontra para vender na cidade com bastante facilidade ou, se preferir, pode agendar com antecedência para garantir seu lugar. Como fiz de carro, não tenho nenhuma indicação específica de agência que venda, mas mande um email para o seu hotel e peça ajuda a eles. Certamente eles saberão te indicar um bom local para você comprar/organizar seu tour até Inverness e Highlands.

Onde ficar?

A nossa ideia não era apenas fazer um bate e volta. Queríamos conhecer bem a região, passear por lá, entrar e sair dos castelos, ver o Lago Ness com calma e curtir aquele momento. Então, optamos por dormir duas noites em Inverness e acho que foi uma decisão super acertada para o nosso roteiro.

Ficamos no Brenchrew House, um hotel “castelinho” na beira do Lago Ness. Super romântico e delicinha. Gostei muito. O hotel não é novo, não é super moderno e não fica no centro de Inverness, mas foi perfeito para a ocasião. Pra quem está de carro, ele fica a apenas 10min do centro e como lá tem um restaurante maravilhoso, nem precisamos sair para jantar. Ficamos por lá as duas noites e foi ótimo.

Quem preferir ficar no centro de Inverness, na cidade mesmo, pode dar uma olhada no Mercure e no Best Western, que são de rede internacional e ficam super bem localizados, pertinho do Rio, do Castelo de Inverness, das lojinhas e restaurantes.

O que fazer

Como eu falei ali encima, no caminho de Edimburgo até Inverness você vai passando e parando por diversos pontos de interesse. Citei alguns deles aqui em cima e vou detalhar alguns outros por aqui para que vocês tenham uma noção bem ampla de quanta coisa linda vão ver por lá…

Exemplo da placa marrom com símbolo azul que mostra os pontos de interesse do caminho!

Uma dica legal é ficar atento a essas placas marrons com simbolo azulzinho. Elas mostram os pontos turísticos da região, do caminho pelo qual vocês estão passando e claro, indicam o caminho exato para chegar nos lugares. Foi assim que descobrimos algumas das nossas paradas. Valeu a pena!

  • Lagos: No caminho até Inverness encontramos vários lagos e paramos em vários deles. Não tenho o nome de todos, mas sigam as placas e se acharem que vale uma paradinha rápida, não pensem duas vezes.Sem dúvidas o Lago Ness foi o mais importante e marcante deles, mas não menospreze os outros por causa disso. Você pode encontrar lindas paisagens e tirar fotos incríveis. O Loch Lomond é o maior do país, demos uma paradinha nele na volta também.

  • Stirling Castle: O castelo que fica a poucos minutos de Edimburgo é uma gracinha e pode ser visitado não só por quem está fazendo esse caminho mas também por quem não quer se afastar muito da cidade e pretende só fazer um bate e volta em algum local próximo. Optamos por não entrar no castelo, mas tiramos algumas fotos bonitas do alto do morro onde ele fica e do lado de fora, claro.

  • Falls of Dochart: Uma das nossas descobertas no caminho. Vimos a plaquinha indicando e fomos atrás. Adoramos o lugar. Fica bem na entrada de uma cidadezinha fofa, tem aquela paisagem de cinema com uma montanha nevada no fundo e é uma gracinha. Valeu a paradinha rápida para tirar fotos bem lindas.

  • Ben Nevis: É uma das montanhas mais famosas da Escócia (se não for A mais famosa) e o ponto mais alto do Reino Unido. Além de ser uma local lindo, é uma região muito explorada por alpinistas, trakkers e aventureiros que gostam de fazer caminhadas. É um ótimo ponto para observar alguns animais também. Foi nessa região que vimos alces, veadinhos e muitos coelhos.
  • Spinbridge: Não pense que é uma ponte no meio do caminho. Spinbridge é uma cidadezinha que fica super bem posicionada para quem quiser fotografar o Ben Nevis (ou fazer base para fazer os trekkings e esquiar no inverno). É lá que fica o Commando Memorial, que tem um mirante que vai te proporcionar lindas fotos da montanha. #ficaadica
  • Bridge of Oich: Uma ponte que aparece em muuuuitos sites de dicas da Escócia. Especialmente achei ela bem fraquinha, mas se você quiser dar uma parada rápida para conhecer, ela fica coladinha na estrada. Não vai ser difícil de identificar.

  • Fort Williams: É a segunda maior cidade das terras altas escocesas. Não paramos na cidade, mas pode ser uma parada interessante para quem estiver fazendo a viagem com mais tempo e calma. A 30 minutos dali fica o Castelo Walker, que me pareceu bem bonito (e fotogênico, claro!).
  • Castelo de Urquhart: Um dos castelos que mais gostei de visitar. Na verdade, hoje, só existem as ruínas do castelo, que fica na beirinha do Lago Ness. Vale muito a pena entrar para conhecer. Além de fotos lindas, você chega a toca a água do lago, conhece a história super diferente desse castelo e entende o porque de só ver as ruínas dele hoje.

  • Lago Ness: Consegui aproveitar muito a vista do lago, pois o hotel ficava bem na margem dele e no dia que visitei o Castelo de Urquhart chegamos a ir na beirinha. Mas pra quem é curioso e quer saber mais sobre o lago, suas histórias e lendas e claro, entender tudo sobre o famoso monstro, o que não faltam são opções por lá. No caminho entre o castelo e Inverness você vai passar pelo centro de visitação do Lago Ness. Lá, você pode ver o museu e saber mais sobre o lago mais famoso do mundo. Se preferir, existem vários passeios de barco em que é possível navegar pelo lago.

  • Inverness: A capital das terras altas escocesas não poderia ficar de fora do nosso roteiro. Como contei, nos hospedamos em um hotelzinho mais afastado do centro, mas isso não nos impediu de conhecer um pouquinho a cidade. Por lá, além da tradicional catedral que fica na beira do Rio, você vai encontrar também o Castelo de Inverness. Quando chegamos para visitar já estava fechado, mas me pareceu muito simpático. A cidade não é grande, portanto, não espere mil e um atrativos. O Caledonian Canal também fica por lá e é uma gracinha. Por último, recomendo o museu da cidade para quem realmente quer saber mais sobre a região.

  • Destilaria Tomatin: Aproveitamos que tínhamos tempo na região e fomos conhecer uma destilaria de whisky. A Tomatin era a que ficava mais perto de Inverness (mais ou menos 30 minutos do centro) e já tinham nos falado que os whiskys de lá eram gostosos. Então, juntamo o útil ao agradável e fomos conhecer todo o processo de fabricação dos famosos whiskys escoceses.

  • Skye: Eu pouco conheci Skye, mas sou capaz de fazer um discurso de horas falando para você abrir mão de outras coisas na sua viagem para incluir Skye no seu roteiro. Infelizmente tive pouco tempo para ir até lá e me arrependo muito por isso. Vou voltar a Escócia e 99% da minha vontade de fazer isso é por Skye. A “ilha” é um dos lugares mais lindos que eu vi por lá, por isso, tenho certeza de que você não vai se arrepender de visitar. Organize-se para dormir pelo menos uma noite lá, assim você conseguirá ir até o final do território da ilha, ver as falésias (Neist Point Lighthouse), mais castelos lindos (Duvengon Castle), lagos e mais lagos misturados a lindas paisagens.
  • Eilean Donan Castle: Sem sombra de dúvidas foi o castelo mais lindo que eu vi. Entendam, ele não é lindo por dentro, inclusive, nem recomendo a visita por dentro dele, mas por fora ele é de cair o queixo. Tudo é lindo. Ele é fotogênico, está bem posicionado no lago, tem um ponte daquelas de filme e orna com a paisagem. Não deixem de visitá-lo. Ele fica na entrada de Skye, um pouco fora de mão pra quem vai a Inverness apenas, mas sem dúvidas vale a pena.

Onde comer?

Não tenho muitas dicas sobre esse assunto na região, pois como contei para vocês optei por jantar as duas noites que passei por lá no hotel, pois a comida era maravilhosa. Inclusive, taí uma coisa que eu recomendo bastante. Se vocês tiverem a oportunidade de comer lá, não percam, o restaurante é realmente uma delícia. Façam reserva e aproveitem. Ah! Melhor ainda, vejam se eles servem almoço. Comer ali olhando pro lago é ainda mais bonito.

No entanto, antes de ir recebi e pesquisei algumas indicações de lugares bacanas para comer por lá e vou repassar pra vocês: The Mustarde Seed, The Joy of Taste, Culloden House e RocPool.

Compras

Bom, pra ser beeeeem honesta, a Escócia está longe de ser o melhor lugar do mundo para compras. Mas Inverness por ser uma “cidade grande” tem lojas como todas as outras. Por lá encontrei uma Poundland (aquele em que qualquer coisa custa 1 pound), shopping com as lojas fast fashion que a gente já conhece e algumas lojas de venda de whisky.

Inclusive a minha maior recomendação é que vocês comprem whisky nessa região. Os preços são bons e a variedade é enorme. Compramos os nossos na destilaria Tomatin, que visitamos, pois tinha o preço melhor que o das lojas que vimos.

Para souvenirs da região, além das lojinhas típicas do centro de Inverness, você pode procurar itens bacaninhas e diferentes no Centro de Informações do Lago Ness. Lá tem imãs fofos, pelúcias do monstrinhos e até pijaminhas infantis temáticos. Uma graça!

Acho que é isso, consegui resumir um pouco de como foram meus dias pelas Highlands escocesas.