Contei pra vocês aqui no blog sobre os creminhos que eu estou usando agora na gravidez e sobre os cuidados que eu estou tendo com a minha pele durante esse período e uma coisa legal é que tenho tido a oportunidade de testar e experimentar vários cremes relacionados ao assunto.

Um pouco antes de viajar, meu Mustela acabou e eu resolvi usar um creminho que ganhei da minha dermato, Dr. Vanessa Metz: o Umiditá Gestante. Foi praticamente amor a primeira passada. O creme tem um cheiro super suave e desliza maravilhosamente bem. Quer coisa melhor?

O que a marca fala: “UMIDITÁ® GESTANTE é um hidratante funcional desenvolvido para uso durante a gestação, período em que a pele sofre rápido estiramento e pode apresentar estrias.  UMIDITÁ® GESTANTE contém em sua formulação componentes lipídicos semelhantes aos da pele, que atuam preservando a umidade e restaurando a barreira cutânea na medida em que a pele se modifica durante a gravidez.   Sua formulação é fácil de espalhar, formando um filme uniforme que mantém uma hidratação prolongada. UMIDITÁ® GESTANTE contém ainda em sua formulação a vitamina E, que atua como antioxidante, e a alantoína, que atua na renovação celular. O uso diário de UMIDITÁ® GESTANTE melhora a elasticidade e a textura da pele, atuando como adjuvante na prevenção de estrias. UMIDITÁ® GESTANTE é hipoalergênico”

Querem saber uma outra coisa que eu adoro nele? Eu costumo usar pela manhã e quando tomo banho a noite, sinto que o hidratante ainda está lá sabe? Tipo, fica realmente atuando o dia inteiro no meu corpo. Eu passo nos seios, barriga, ancas, costas e quadril, e acho que um pouco só do produto rende bastante. Acho excelente isso.

Agora que a minha barriga está bem grandinha e cresce a cada dia, tenho que ficar muito atenta com isso. Então, adorei conhecer mais um creme para ajudar a manter o corpitcho em dia e sem marcas.

Ah! Tô usando o de pernas e pés cansados também, mas como tem pouco tempo que comecei a usar ainda não posso falar nada sobre ele. Se vocês quiserem, mais pra frente faço resenha. Me contem aqui!

Onde comprar? Aqui (super promo!), aqui e aqui.
Quanto? De R$60, na promoção, até R$131.

como usar bem o foco da sua máquina camilla cheade coisas que amamosPode apostar que em quase 100% das vezes que olhou uma foto você reparou primeiro onde tinha foco (se não ficou por ali um bom tempo olhando e depois foi procurar outras informações na imagem). Pois o ponto de foco é muito importante, mais importante ainda é fotografar consciente, almejando que a foto seja vista de acordo com a mensagem que queira passar.

É extremamente importante saber avaliar e mudar o seu ponto focal na fotografia, porque isso permite que você escolha o que está em foco e não a sua câmera.

como usar bem o foco da sua máquina camilla cheade coisas que amamos como usar bem o foco da sua máquina camilla cheade coisas que amamosA ideia não é mudar completamente para o foco manual. Eu, por exemplo, tiro fotos no foco automático, mas é legal saber escolher o seu ponto focal, e você pode fazer isso no foco automático. Lembrando que, dependendo do equipamento, a mudança do foco manual para o foco automático (e vice-versa) se faz ou no menu de configurações da câmera ou em um botãozinho na própria lente.

Para direcionar o seu ponto focal, coloque o “quadrado” ou “ponto” de foco no local escolhido para dar maior destaque. Pense na mensagem que quer passar, para que quem veja posteriormente a sua foto identifique imediatamente o que você quis comunicar. A dica para não perder o foco é ser capaz de ficar parado logo depois que definir o foco. A depender da abertura do diafragma o foco lentamente diminui quando você se afasta ou se aproxima de seu ponto focal.

como usar bem o foco da sua máquina camilla cheade coisas que amamos como usar bem o foco da sua máquina camilla cheade coisas que amamosOutra dica para fotografar pessoas é focar sempre no olho da pessoa. É importante que, ao tirar uma foto, o olho seja a parte mais nítida da imagem. Quando você está fotografando mais de uma pessoa, você deve escolher um dos olhos do assunto para se concentrar. Certifique-se de que a abertura da lente esteja em um número suficientemente alto para que ambos os objetos estejam em foco. Se seus fotografados não estão juntos e você quer destacar ambos, então basta diminuir a abertura.

como usar bem o foco da sua máquina camilla cheade coisas que amamosExperimente fazer fotos onde a pessoa está embaçada, mas um objeto não, dessa forma você não precisa se concentrar no olho. Essa é uma ideia boa para a prática de concentração nos detalhes. Às vezes, as imagens contam uma história melhor quando objetos estão em foco e as pessoas estão desfocadas. Para isso, procure fotografar com a lente mais aberta para captar um detalhe específico.

Camilla Cheade
www.camillacheade.com

Esse era um vídeo que eu estava doida para fazer. Como vocês sabem, sou meio organizada demais (prazer, virginiana) então, deixar tudo certinho e estar preparada para imprevistos é quase uma especialidade. Quando a gente vai viajar, imprevistos acontecem, e se o destino for frio, é bom estar bem preparada para não passar perrengue. Arrumar bem a sua mala de mão de inverno é fundamental para garantir que você vai ter uma viagem mais tranquila, sem estresse e com o mínimo de perrengue que você puder evitar estando com a mala correta.

E ai? Gostaram? Acham que esse video ajudou vocês a deixar a mala de mão super organizadinha? Como diz o ditado popular, é melhor prevenir do que remediar né? Então, não custa nada pecar pelo excesso e caprichar na malinha. Eu faço isso há anos, já tive a mala extraviada e foi a mala de mão que me salvou, por isso, só viajo com mala de mão e recomendo sempre que vocês façam o mesmo!

Se vocês gostaram do video e quiserem acompanhar as novidades do canal, não esqueçam de se inscrever e, claro de curtir o vídeo. É assim que eu consigo ver o que vocês gostam e o que não gostam de assistir no CqA TV. Ah! Lembrando que quem está inscrito no canal, assiste os videos sempre primeiro e tem acesso a conteúdo exclusivo! =)

Vocês que acompanharam essa minha última viagem de férias perceberam que fizemos a Inglaterra e a Escócia de carro. Muita gente nos questionou por conta dessa decisão, mas sem dúvidas acho que foi super acertada e vou explicar o porque.

Saímos da Islândia para Londres e lá não precisamos de carro para turistar. Então, reservamos o carro no dia de ir embora, fazendo a retirada no aeroporto Heathrow. Ficamos 10 dias com o carro e percorremos o interior da Inglaterra e a Escócia. E vou contar os detalhes aqui pra vocês…

Roteiro

Essa foi uma das primeiras coisas que a gente definiu antes de começar a pensar em alugar ou não o carro. Saber aonde você vai, conhecer as estradas, saber a respeito das condições climáticas e etc é bem importante na hora de tomar a decisão final do carro.

Resolvemos fazer Inglaterra e Escócia, no inverno, ou seja, com muita possibilidade de neve, e passando pelas Highlands, que são “os alpes” escoceses e indo a Skye, a “ilha” vizinha a Inverness. Tínhamos que ter um carro que desse conta do recado. Nosso roteiro ficou assim:

Dia 1: Londres – Winchester
Dia 2: Winchester – Stonehenge – Bath
Dia 3: Bath
Dia 4: Bath – York
Dia 5: York
Dia 6: York – Edimburgo
Dia 7: Edimburgo
Dia 8: Edimburgo – Inverness
Dia 9: Inverness
Dia 10: Inverness – Skye – Glasgow

Roteiro traçado, foi fácil definir o modelo do carro, os horários de retirada e devolução e qualquer outra coisa que a gente pudesse querer garantir na reserva.

Onde alugar?

Bom, costumo alugar em locadora conhecidas para evitar transtornos. Dessa vez não foi diferente. Aluguei pela RentCars, que eu sempre recomendo aqui, é a minha escolha 100% das vezes e eu super confio.

Aluguei o carro com uns 15 dias de antecedência para garantir um bom preço e conseguir o carro que eu queria. Explico: como por lá se dirige na mão inglesa, queríamos um carro que fosse automático para que a nossa experiência dirigindo na “contra mão” fosse mais confortável. Um carro grande era importante também, afinal, estávamos com malas grandes e queríamos garantir que tudo ia caber no carro.

Seguro

O nosso cartão de crédito nos dá seguro de carro, caso a gente queira. Em uma situação normal, talvez utilizássemos só esse, mas dirigindo no Reino Unido achamos melhor contratar um seguro da locadora para garantir que se alguma coisa acontecesse não teríamos problema.

Contratamos um seguro na hora da retirada do carro e tudo ótimo. Custou £13/dia, que não é a coisa mais barata do mundo, mas nos dava o conforto de saber que tanto o nosso carro, quanto com o carro de terceiros estavam segurados em caso de algum tipo de acidente. Seja grande ou pequeno.

GPS ou Google Maps?

Contratamos também o GPS para garantir que os caminhos seriam acertados. Fizemos isso quando reservamos o carro pelo site. Isso é uma dica importante. Muitas locadoras não tem o mesmo número de GPS que elas tem de carro, por isso muita gente acaba ficando sem. Então, é sempre bom você já garantir o seu, caso queira, no ato da reserva.

Nós estávamos com chip de internet e tínhamos acesso ao Google Maps, mas nos guiamos 95% do tempo com o GPS do carro e foi super tranquilo.

Dirigir na mão inglesa

Bom, não fui eu quem dirigiu, foi o Alexandre e acho que ele tirou de letra. Claro que no início é estranho, você fica meio tenso, ainda se preocupa com as medidas do carro, fica mais atento as laterais… mas no geral, acho que foi bem tranquilo.

O Alexandre já tinha dirigido antes na mão inglesa, mas não acho que isso tenha feito muita diferença. Realmente o que ajuda é você ir com calma até pegar o jeito. Atenção especial nas rotatórias e na pista de quem vai mais rápido e devagar.

Estacionamento

Em quase todas as cidades que paramos tínhamos estacionamento incluído no hotel ou algum esquema de estacionamento público perto. Essa foi uma outra preocupação na hora de fazer as reservas.

Estacionar o carro por lá é bem carinho, portanto, tente conseguir hotéis com estacionamento gratuito ou com algum lugar próximo em que você tenha noção do preço que vai pagar para parar o seu carro. Lembre-se que estacionamento de rua lá é pago e muita vezes você não pode passar de 2h parado no mesmo lugar, ou seja, tem que procurar um estacionamento mesmo para o carro passar o dia e a noite parado.

As estradas

Em geral as estradas são ótimas e super bem sinalizadas, principalmente na Inglaterra. Nesse roteiro que a gente fez, pegamos muitas estradas grandes e movimentadas. Bem tranquilo.

Na Escócia as principais estradas também são muito boas, porém, as menores com as estradas próximas aos lagos, por exemplo, são pequenininhas e apertadinhas. Nada que seja problemático, mas dá um nervosinho dirigir na “contramão” em uma mini estrada de mão dupla. A dica aqui é reduzir a velocidade (ou até parar o carro) e ir para

E se bater…

Pois é, aconteceu com a gente. Na verdade, não batemos. Bateram na gente. Estávamos estacionados em uma lojinha na Escócia quando uma pessoa deu ré e amassou um pouquinho a traseira do nosso carro.

Tínhamos os papéis da reserva em mãos e lá tinha um telefone para contactar em caso de batida. A pessoa que bateu também estava com o carro alugado e também tinha seguro completo que cobria terceiros, ou seja, na teoria, estava tudo certo.

O nosso carro e o carro que bateu na gente um pouco depois do “acidente”

Ligamos para o número que a locadora indicou em caso de acidentes e passamos todas as informações e dados da pessoa que bateu para eles. Com aquele seguro que fizemos na hora de retirar o carro, o máximo que nos aconteceria era ter que pagar £100 para o caso de algum acidente. Entenda ai qualquer tipo de acidente. Seja pequeno, médio ou grande. Seja um arranhão ou perda total.

Até o momento não cobraram nada em nosso cartão, então, estamos acreditando que o seguro do cara que bateu na gente cobriu tudo. Por isso é tão importante ter seguro. Pelo que vimos na hora de devolver o carro, um amassadinho daqueles que fizeram no nosso carro, podia custar até £1500. Socorro! Santo seguro.

Mas afinal, vale a pena?

Pessoalmente achei que foi a melhor decisão que tomamos. Além de você ficar livre para ir e vir quando quiser, você pode ir parando na estrada, descobrindo cidadezinhas, tirando fotos, conhecendo novos pontos e até mudando de ideia.

Foi ótimo poder fazer tudo no nosso tempo, com calma ou com pressa, nos nossos horários, parando onde queríamos… Dirigir na mão inglesa foi um desafio no início, mas com o tempo acostuma. Se você não tem problemas com direção fora do seu ambiente de costume, não pense duas vezes e alugue um carro. Certamente vale muito a pena!

Dicas e atenção:

  • Se o seu roteiro, assim como o meu, começar em Londres ou em alguma outra grande cidade, uma boa dica é retirar o carro no aeroporto de Heathrow. Como ele fica “fora da cidade” você não pega o trânsito urbano logo no seu primeiro momento dirigindo na mão inglesa.
  • Carros automáticos ajudam muito. Passar a marcha com a mão esquerda não deve ser fácil.
  • Fique atento aos radares e controles de velocidade das estradas se não quiser ser multado. O GPS apita toda vez que você está acima do limite permitido e mostra constantemente a velocidade permitida naquele trecho da estrada.
  • Contrate o seguro completo. Custe o que custar. Não pense duas vezes.
  • Fique atento ao estacionar na rua. Na Europa o estacionamento na rua raramente é gratuito, portanto, procure sempre a máquina em que você pode pagar por ter parado o seu carro ali e não esqueça de deixar o ticket/comprovante em um local bem visível no carro.